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Tag: Hipertensão

abril de 2016

Doctor holding a heartA Hipertensa?o Arterial Siste?mica (HAS) e? a mais frequ?ente das doenc?as cardiovasculares. E? tambe?m o principal fator de risco para as complicac?o?es mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do mioca?rdio, ale?m da doenc?a renal cro?nica terminal.

Para chamar a atenção da população neste Dia Nacional da Prevenção e Controle da Pressão Arterial, 26 de abril, o dr. Alfredo A. Eyer Rodrigues, cardiologista do Hospital Sepaco, explica que a hipertensão ou pressão alta é caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial, e lembra que cerca de 90% dos casos deste mal não tem uma causa definida.

No Brasil, sa?o cerca de 17 milho?es de portadores de hipertensa?o arterial, 35% da populac?a?o com, pelo menos, 40 anos. Esse nu?mero e? crescente e o aparecimento desta doença esta? cada vez mais precoce. Estimativas apontam que cerca de 4% das crianc?as e adolescentes tambe?m sejam portadoras. A carga de doenc?as representada pela morbimortalidade devida a esta doenc?a e? muito alta e por tudo isso a Hipertensa?o Arterial e? um problema grave de sau?de pu?blica no Brasil e no mundo.

A hipertensão arterial acontece quando a nossa pressão está acima do limite considerado normal, que, na média, oscila entre 120 e 80 milímetros de mercúrio, ou simplesmente 12 por 8. Valores inferiores a 14 por 9 podem ser considerados normais a critério médico. As pessoas com familiares hipertensos, que não têm hábitos alimentares saudáveis, ingerem muito sal, estão acima do peso, exageram no consumo de álcool ou são diabéticas, têm mais risco de desenvolver a hipertensão.

Por ser na maior parte do tempo assintomática, a HAS é conhecida como mal silencioso. Seu diagno?stico e tratamento e? frequentemente negligenciado, somando-se a isso a baixa adesa?o, por parte do paciente, ao tratamento prescrito. Estes, sa?o os principais fatores que determinam um baixo controle da HAS em todo o mundo, a despeito dos diversos protocolos e recomendac?o?es existentes e maior acesso a medicamentos.

Modificac?o?es de estilo de vida sa?o de fundamental importa?ncia no processo terape?utico e na prevenc?a?o da hipertensa?o. Alimentac?a?o inadequada, sobretudo quanto ao consumo de sal, descontrole do peso, sedentarismo, tabagismo e uso excessivo de a?lcool sa?o fatores de risco que devem ser adequadamente abordados e controlados. Mesmo tendo este cuidado, o uso de doses progressivas de medicamentos na?o resultará no alcance dos ni?veis recomendados de pressa?o arterial. “Apesar de ser uma doença crônica, sem cura, a hipertensão é controlável e, ao ser controlada, os riscos de infarto e, principalmente, AVC são reduzidos”, avalia o médico.

Evidências demonstram que estrate?gias que promovam modificac?o?es de estilo de vida sa?o mais eficazes quando aplicadas a um nu?mero maior de pessoas geneticamente predispostas e a uma comunidade. A exposic?a?o coletiva ao risco e, como consequ?e?ncia da estrate?gia, a reduc?a?o dessa exposic?a?o, tem um efeito multiplicador quando alcanc?ada por medidas populacionais de maior amplitude.

Obviamente, estrate?gias de sau?de pu?blica sa?o necessa?rias para a abordagem desses fatores relativos a ha?bitos e estilos de vida que reduzira?o o risco de exposic?a?o, trazendo benefi?cios individuais e coletivos.

“A dica é sempre modificar os fatores relacionados às condições de vida, ou seja, manter uma alimentação equilibrada, com redução de sal e gorduras saturadas, controlar o peso, praticar atividades físicas, evitar o fumo e as bebidas alcoólicas”, afirma o Dr. Rodrigues. É recomendável ainda ter um especialista acompanhando a situação para receitar os medicamentos específicos, quando necessários, e investigar precocemente as possíveis complicações.

Nunca se esqueça: a hipertensão é uma doença multifatorial, depende de idade, sexo, genética, peso, alimentação, hábitos de vida e estresse. Alguns destes fatores serão controlados com medicação, outros não podem ser modificados e outros dependem de um comprometimento do paciente. O mais importante é que médico e paciente tenham um esforço conjunto para combater esse mal.

Lembre-se dos 10 mandamentos para prevenção e controle da pressão alta:

  1. Meça a pressão pelo menos uma vez por ano.
  2. Pratique atividades físicas todos os dias.
  3. Mantenha o peso ideal, evite a obesidade.
  4. Adote alimentação saudável: pouco sal, sem frituras e mais frutas, verduras e legumes.
  5. Reduza o consumo de álcool. Se possível, não beba.
  6. Abandone o cigarro.
  7. Nunca pare o tratamento, é para a vida toda
  8. Siga as orientações do seu médico ou profissional da saúde.
  9. Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.
  10. Ame e seja amado.
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agosto de 2012

A hipertensão ou pressão alta é caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial. Origina-se, na maioria das vezes, a partir do aumento da resistência vascular periférica, que, por sua vez, é resultante do estreitamento das artérias.

É considerada um problema de saúde pública. Dados recentes da Organização Mundial da Saúde revelam que um em cada três adultos sofre de hipertensão arterial. No Brasil, os dados mais atualizados apontam uma prevalência de 22,7% de hipertensos adultos.

É uma doença crônica e sem cura, mas controlável. Ela não costuma apresentar sintomas imediatos e muitas pessoas ignoram o tratamento, não procurando auxílio médico. No entanto, apesar de silenciosa, associa-se frequentemente a alterações de órgãos como coração, encéfalo e rins, sendo responsável pelo aumento do risco de infarto do miocárdio e derrame cerebral, especialmente se não tratada adequadamente.

“A pressão arterial é considerada normal quando está menor que 140x90mmHg em uma medida casual em consultório”, explica a dra. Alessandra C. Pedrosa Lopes, nefrologista do Hospital Sepaco.

Os indivíduos mais susceptíveis a desenvolverem hipertensão são aqueles com histórico familiar da doença, os negros e miscigenados, os do sexo masculino (e as mulheres após a menopausa), os obesos, aqueles que consomem muito sal e/ ou álcool, os com vida sedentária, os fumantes e aqueles submetidos constantemente ao estresse.

“A dica é sempre modificar os fatores relacionados às condições de vida, ou seja, manter uma alimentação equilibrada, com redução de sal e gorduras saturadas, controlar o peso, praticar atividades físicas, evitar o fumo e as bebidas alcoólicas. É recomendável ainda ter um especialista acompanhando a situação para receitar os medicamentos específicos, quando necessários, e investigar precocemente as possíveis complicações”, recomenda a nefrologista.

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