Faça sua busca
Pesquisar no site

O Hospital Sepaco inaugura um novo Pronto Atendimento Ginecológico e Obstétrico. O objetivo é oferecer um ambiente privativo e especializado para essas pacientes.

Elas tem agora à disposição um novo espaço, exclusivo às necessidades deste momento tão especial com:

  • 3 consultórios
  • atendimento personalizado e reservado
  • equipe médica e de enfermagem especializada
  • equipamentos modernos para análise, monitoramento e diagnóstico

O novo espaço está integrado ao Centro de Medicina Fetal, que é voltado tanto para a realização de consultas e exames diagnósticos de rotina na gestação (ultrassom morfológico e ultrassom obstétrico, entre outros) como para tratamento e acompanhamento de bebês com diagnóstico de doença intrauterina.

Pronto Atendimento Ginecológico e Obstétrico
Acesso pela Rua Vergueiro, 4210 – Andar Térreo

Horários de Atendimento
Pronto Atendimento: 24h
Serviço de valet no local

Veja algumas imagens:

Sala de observação

Sala de cardiotoco

Novos consultórios

Em 30 de janeiro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. Os coronavírus são a segunda principal causa do resfriado comum (após rinovírus) e, até as últimas décadas, raramente causavam doenças mais graves em humanos do que o resfriado comum.

Os casos de Covid-19 foram notificados pela primeira vez em 31 de dezembro de 2019, na China, na província de Hubei, e atualmente há casos em vários países do mundo. A OPAS e a OMS estão prestando apoio técnico aos países, na preparação e resposta ao surto de COVID-19.

O Hospital Sepaco possui protocolo de atendimento para casos suspeitos e casos confirmados da doença. A Instituição também preparou uma relação com as perguntas e respostas mais comuns referentes à doença.

Os coronavírus são uma grande família de vírus que podem causar doenças em animais e humanos. Em humanos, são provocadas infecções respiratórias que vão do resfriado comum a graves doenças. A Covid-19 é a doença causada pelo coronavírus descoberto em dezembro de 2019 (chamado de SARS-Cov-2).

Os sintomais mais comuns são: febre, cansaço, tosse seca.

Os sintomas menos comuns geralmente começam gradualmente e são caracterizados por dores, congestão nasal, coriza, dor de garganta, falta de ar.

Entretanto, algumas pessoas não apresentam sintomas.

A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial.

Pessoas idosas e com outras doenças crônicas como pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de desenvolver doenças graves.

A doença pode se espalhar por meio de gotículas do nariz ou da boca – expelidas por uma pessoa com COVID-19 ao tossir ou espirrar. Essas gotículas pousam em objetos e superfícies e podem infectar pessoas que as toquem.

O risco de infecção varia de acordo com onde você mora ou viajou. Ele é maior em áreas onde várias pessoas foram diagnosticadas com a doença. O início dos casos aconteceu na China, na província de Hubei e atualmente há casos em vários países do mundo.

A OMS está trabalhando com autoridades de saúde em todo o mundo para monitorar e responder aos surtos da doença. O Hospital Sepaco possui protocolo de atendimento para casos suspeitos e casos confirmados da doença.

A concentração de pessoas é um risco de contrair doenças respiratórias transmitidas por vírus.

Caso você não tenha sintomas e a pessoa também não, fique tranquilo/a pois é desnecessária a coleta de exames em pacientes assintomáticos. O vírus só é detectado quando há sintomas, de preferência nos primeiros 7 dias do início do quadro clínico.

Caso haja possibilidade de trocar a data da viagem, escolha uma nova data e faça nova programação. Caso não seja possível evita-la, tome ainda mais cuidado com a higiene das mãos, evite aglomerações e siga as recomendações de proteção.

A testagem para o novo coronavírus só é indicada para pacientes que apresentam sintomas (febre e tosse) que retornaram de viagem internacional recente nos últimos 14 dias ou que tiveram contato com algum caso suspeito ou confirmado de coronavírus. Portanto, não está indicado para pacientes assintomáticos.

Não há necessidade de suspender consultas, exames e procedimentos previamente agendados no Sepaco. Caso você tenha sintomas respiratórios e/ou contato com algum caso suspeito ou confirmado de Covid-19, procure atendimento médico e avise na recepção a respeito dos sintomas. No Hospital Sepaco, você receberá uma máscara que deve ser usada durante todo o atendimento.

Os antibióticos funcionam apenas em infecções bacterianas. O Covid-19 é causado por vírus e antibióticos, portanto, não têm nenhum efeito e não podem ser usados como um meio de prevenção ou tratamento de Covid-19. Eles devem ser usados somente com indicação médica.

Até o momento não há vacina e/ou medicamento antiviral para prevenir ou tratar a Covid-19. Porém, as pessoas infectadas recebem cuidados para aliviar os sintomas. A maioria dos pacientes se recupera apenas com os cuidados de suporte. Porém, pessoas com doenças graves devem ser hospitalizadas.

Possíveis vacinas e tratamentos estão em fase de testes por meio de ensaios clínicos e a OMS está coordenando esforços para desenvolver vacinas e medicamentos que previnam e tratem a doença. As maneiras mais eficazes de se proteger são:

  • higienizar frequentemente as mãos;
  • cobrir a boca e o nariz ao tossir, de preferência com lenço descartável;
  • manter uma distância de pelo menos 1 metro de pessoas com tosse e/ou espirros;
  • ao tossir, caso não tenha lenço descartável, cubra a boca e nariz com a dobra do cotovelo e higienize suas mãos na sequência.

A maioria dos casos de Covid-19 tem cura espontânea. Os índices de mortalidade são baixos, em torno de 2,1%.

Produtos desinfetantes como álcool 70% e água e sabão podem eliminar o coronavírus. Lavar constantemente as mãos e o pulso com água e sabão ou com álcool em gel são ações importantes e eficazes no combate ao vírus. Para a limpeza de superfícies, é recomendado o uso de água e sabão.

Não passe álcool em gel nos utensílios domésticos para evitar danos nos itens. Utilize álcool 70% líquido.

  • higienize regularmente as mãos com álcool gel 70% ou água e sabão pois isso elimina o vírus;
  • mantenha, pelo menos, 1 metro de distância entre você e qualquer pessoa com tosse e/ou espirro pois eles pulverizam pequenas gotas do nariz e/ou boca que podem conter o vírus. A proximidade pode fazer você respirar as gotículas, incluindo o novo coronavírus, caso a pessoa que tossiu tenha a doença;
  • evite tocar nos olhos, nariz e boca. As mãos tocam muitas superfícies que podem estar infectadas pelo vírus e, posteriormente, transferi-lo para os olhos, nariz ou boca;
  • certifique-se de que você e todos ao seu redor tenham uma boa higiene respiratória cobrindo a boca e o nariz ao tossir e/ou espirrar, descartando o tecido usado imediatamente. Seguir uma boa higiene respiratória ajuda a proteger as pessoas ao seu redor contra doenças causadas por vírus como o Covid-19 e também gripes e resfriados;
  • em caso de febre, tosse e dificuldade para respirar, procure atendimento médico imediatamente e siga todas as instruções;
  • mantenha-se informado sobre a Covid-19. As autoridades nacionais e locais terão as informações necessárias e mais atualizadas sobre a situação. Somente com informação e atendimento médico quando necessário é possível se proteger e evitar a propagação do vírus e de outras infeções.

Idosos e pessoas com condições médicas pré-existentes (como pressão alta, doenças cardíacas ou diabetes) parecem desenvolver doenças graves com mais frequência do que outros.

Pessoas sem sintomas respiratórios, como tosse e ou espirro, não precisam usar máscara. A OMS recomenda o uso racional de máscaras e somente em pessoas que apresentam sintomas da COVID-19 (tosse e/ou). O uso de máscaras é fundamental para os profissionais de saúde e para pessoas que cuidam (em casa ou em estabelecimento de saúde) de indivíduos com sintomas da doença.

Uma suspeita de infecção por COVID-19 está ligada a viagens em áreas onde os casos foram relatados, contato próximo com alguém que viajou para essas áreas e ficou doente.

A maioria das estimativas do período de incubação do coronavírus da COVID-19 varia de 1 a 14 dias, mas geralmente é em torno de cinco dias. Esses dados serão atualizados à medida que mais informações estiverem disponíveis. “Período de incubação” é o tempo entre a contaminação pelo vírus e o início dos sintomas da doença.

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns entre os animais. Raramente as pessoas são infectadas por eles e, quando isso acontece, os vírus podem espalhar para outras pessoas. As possíveis fontes da COVID-19, como o morcego, ainda não totalmente confirmadas.

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns entre os animais. Raramente as pessoas são infectadas por eles e, quando isso acontece, os vírus podem espalhar para outras pessoas. As possíveis fontes da COVID-19, como o morcego, ainda não foram totalmente confirmadas.

Para se proteger, evite o contato direto com animais e superfícies que entraram em contato com animais.

Garanta também boas práticas de segurança alimentar: manuseie carne crua, leite ou órgãos de animais com cuidado para evitar a contaminação de alimentos não cozidos e também o consumo de produtos de animais crus ou mal cozidos.

Ainda não há evidências de que o animais de companhia ou animais de estimação, como gatos e cães, podem espalhar o vírus que causa a COVID-19.

Não se sabe quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive na superfície, mas ele parece se comportar com outros coronavírus. Estudos sugerem que os coronavírus podem persistir nas superfícies por algumas horas. Isso pode variar de acordo com o tipo de superfície, a temperatura ou umidade do ambiente.

Para higienizar uma superfície que possa estar infectada, limpe-a com um desinfetante simples para matar o vírus e proteger a si e aos outros. Higienize as mãos com álcool gel a 70% ou água e sabão e evite tocar olhos, boca ou nariz.

A probabilidade de uma pessoa infectada contaminar mercadorias comerciais é baixa e mesmo se houvesse infecção, o risco de pegar o vírus que causa a COVID-19 em um pacote que foi movido, transportado e exposto a diferentes condições e temperaturas também é baixo.

As seguintes medidas NÃO são eficazes contra a Covid-2019 e podem ser prejudiciais:

  • tabagismo
  • tomar remédios tradicionais à base de plantas
  • usar várias máscaras
  • automedicar-se, por exemplo com antibióticos

De qualquer forma, caso você tenha febre, tosse e dificuldade para respirar, procure atendimento médico com antecedência para reduzir o risco de desenvolver uma infecção mais grave e compartilhe seu histórico de viagens recentes com médicos.

A internação deve ser definida por uma equipe médica. A indicação de internação restringe-se a uma minoria de pacientes com sinais de doença grave, tais como insuficiência respiratória ou disfunções em outros órgãos.

O isolamento respiratório domiciliar é indicado nos casos suspeitos ou confirmados da COVID-19 sem necessidade de internação e apenas como medida de segurança para tentar evitar a disseminação da doença. De forma geral, as recomendações são:

  • permanecer em isolamento domiciliar voluntário (em casa) durante 14 dias (a partir da data do início dos sintomas);
  • manter distância dos familiares e permanecer em ambientes privativos;
  • manter o ambiente de sua casa com ventilação natural;
  • utilizar máscara cirúrgica descartável durante este período e trocá-las quando estiverem úmidas;
  • não frequentar locais públicos como escola e ambiente de trabalho, e só sair de casa em situações de emergência durante o período de isolamento;
  • cobrir o nariz e a boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar;
  • higienizar as mãos frequentemente com álcool gel alcoólico ou água e sabonetes;
  • evitar tocar boca, olhos e nariz sem higienização das mãos;
  • não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.

Não há relatos de transmissão do coronavírus através do leite materno. A contaminação ocorre principalmente por meio de gotículas geradas por uma pessoa contaminada durante tosse/espirros.

Ainda não é possível afirmar sobre o potencial de transmissão vertical do coronavírus (antes, durante ou depois do parto). Dos poucos relatos científicos que existem sobre a COVID-19, nenhum dos recém-nascidos de mães doentes apresentaram o vírus.

A contaminação ocorre principalmente por meio de gotículas geradas por uma pessoa contaminada durante tosse/espirros.

Para evitar a propagação e a informação por meio de fake news (notícias falsas), utilize os seguintes sites:

OPAS
OMS


Fontes: Equipe de SCIH do Hospital Sepaco, Centers for Disease Control and Prevention (CDC), Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Panamericana da Saúde (OPAS).

Atualizado em: 02/03/2020

Os fatores relacionados ao ambiente onde vivemos e saúde tem bastante destaque nas conversas do dia a dia, mas a poeira doméstica é o maior destaque e, por isso, está sendo bastante estudada nos últimos anos. No passado pouco se sabia sobre ela e, por mais que conheçamos cada vez mais coisas, ainda há muito o que se descobrir. Nos dias de hoje sabemos muitas coisas que já podem nos servir como conhecimento para cuidarmos de nossa saúde.
Hoje, sabemos que a poeira doméstica é composta basicamente de restos orgânicos de pele humana (originada da descamação habitual do nosso corpo), como também de restos animais: não só dos animais que adotamos para nosso convívio (“pets”), como de animais indesejados como baratas, mosquitos, insetos de maneira geral e ratos, por exemplo. Além desses componentes, devemos considerar as partículas que compõe as fezes destes seres vivos.
Na poeira também encontramos restos alimentares, resíduos de plantas, bactérias, fungos e ácaros, que são seres microscópicos extremamente alergênicos ao homem. Se nessa casa ainda houver fumaça, seja ela oriunda da poluição de veículos automotivos, cigarro ou mesmo da lenha da lareira, tornamos a poeira ainda mais rica em substâncias tóxicas que podem afetar a saúde do ser humano.
Todas essas partículas podem ser gatilhos ou causas para doenças. As mais evidentes e conhecidas são as doenças respiratórias como asma, rinite e bronquite que geralmente estão relacionadas aos fungos, ácaros e células mortas presentes na poeira. Os elementos gerados na queima de combustível, da lenha ou dos cigarros (cigarro eletrônico, narguilé, charuto, cachimbo e outras drogas inalantes) também são considerados importantes desencadeadores dos problemas respiratórios e também de processos dermatológicos de cunho alérgico, como as urticárias.
As descamações dos animais e do homem, bem como componentes de suas fezes são importantes veículos de bactérias, ovos de parasitas e até mesmo vírus. Virus de diferentes espécies podem existir vivos por minutos ou dias nas superfícies onde foram depositados. Assim, o mínimo contato com a poeira doméstica pode ser catastrófico. E é, acompanhada do mofo, um dos dois maiores vilões a serem combatidos dentro de casa.
Dicas para uma limpeza eficaz
Para que a limpeza tenha efeito, a poeira deve ser removida, e não espalhada. O uso de espanador e de alguns aspiradores sem filtro podem apenas mudar o lugar da poeira, pois ela é sugada e devolvida pelo próprio motor do aspirador sem filtro. Para resolver esse problema, basta usar pano úmido e depois outro seco em seguida – para evitar umidade desnecessária – ou melhor ainda, aspiradores com filtros potentes ou que tenham o sistema de jogar a poeira dentro de um dispositivo com água.
Para eliminar o mofo, deve-se antes removê-lo com uma solução de água sanitária e água (para preparar 1L dessa solução, coloque 910mL de água e 90mL de água sanitária). Caso prefira ou se a superfície a ser limpada possa ser prejudicada pela água sanitária, você pode utilizar uma mistura de vinagre com bicarbonato de sódio (coloque 1 frasco de vinagre de álcool num frasco borrifador e coloque 1 colher de bicarbonato de sódio). Essa mistura pode produzir efervescência, tenha cuidado. Seja qual for a mistura escolhida, use luvas e escova para trabalhar.
Se a área comprometida pelo fungo for grande, é interessante usar máscara também. Umedeça a área acometida com a mistura, espere 30 minutos, e remova o fungo com a ajuda de uma escova (uma escova de dente usada pode ser uma grande aliada nesse tipo de limpeza). Depois, limpe com um pano. Para evitar o reaparecimento, lembre-se que é importante manter o ambiente seco e ventilado. O mercado oferece produtos desumidificadores elétricos ou não, mas alternativas caseiras – como saquinhos de tule recheados de giz – também são bastante divulgadas pela internet.
A poeira sempre fica depositada em cortinas, tapetes e bichos de pelúcia. Para evitar o acúmulo, remova-a semanalmente ou no máximo a cada 2 semanas e considere uma importante mudança de hábito: evite caminhar pela casa com os sapatos usados ao longo do dia pois eles carregam muitos outros tipos de sujeiras que podem comprometer sua saúde. Assim, sempre deixe perto da porta de entrada um chinelo.
Outro ponto importante a se considerar é que muitos dos produtos de limpeza têm cheiros fortes ou componente irritativos que podem comprometer a saúde. Lembre-se: água, sabão, álcool, vinagre, bicarbonato de sódio, um pouco de água sanitária e panos secos são suficientes para melhorar a saúde da casa e de seus moradores.
Texto: Dra Regina L B Matielo – Infectologista Infantil do SCIH do Hospital Sepaco
Postado em Notícias

A equipe da UTI Adulto do Hospital Sepaco participou da sexta Sessão de Aprendizagem Presencial (SAP) do Projeto Colaborativo “Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil”, de combate às infecções relacionadas à assistência à saúde. A atividade aconteceu nos dias 26 e 27 de novembro, na cidade de São Paulo.

Ao todo, 119 hospitais brasileiros, entre instituições públicas e filantrópicas, trocaram experiências relacionadas às melhorias de processos da assistência hospitalar. A equipe do Sepaco contribuiu com a oficina de implementação de melhorias de visita multiprofissional em UTI.

No Brasil, os hospitais participantes alcançaram até o momento resultados expressivos, sendo 46% de redução de infecção da corrente sanguínea pelo cateter venoso central, 62% de redução de infecção do trato urinário pelo cateter vesical de demora e 51% de redução de pneumonia associada à ventilação mecânica.

O projeto tem duração de 36 meses e será realizado até outubro de 2020. A condução das atividades é feita pelo Proadi-SUS, IHI (Institute of Healthcare Improvement) e hospitais Sírio Libanês, Albert Einstein, Oswaldo Cruz, Moinhos de Vento e Hcor. A ação tem o desafio de reduzir em 50% o número de infecções relacionadas ao uso de cateter venoso central, cateter vesical de demora e ventilação mecânica. O Hospital Sepaco já atingiu 2 dos objetivos e caminha para o terceiro com o excelente engajamento do nosso time da UTI adulto.

Postado em Notícias

Estresse é uma resposta física do nosso organismo a um estímulo. Quando estressado, o corpo pensa que está sob ataque e muda para o modo “lutar ou fugir”, liberando uma mistura complexa de hormônios e substâncias químicas como adrenalina, cortisol e norepinefrina para preparar o corpo para a ação física.

O estresse pode ser causado por preocupações no dia a dia, no trabalho, no trânsito muito intenso, falta de tempo para o lazer ou até o surgimento de alguma situação na família.

Veja algumas dicas para combater o estresse:

Identifique a causa

Monitore o estado de espírito ao longo do dia. Se você se sentir cansado ou estressado, observe e anote as causas, pensamentos e humor. Sabendo o que te incomoda, é possível elaborar um plano de ação para tratar.

Passe tempo com amigos e família

O apoio social dos amigos e familiares pode te ajudar a passar por momentos de estresse. A sensação de pertencer a uma “rede social” ajuda a melhorar a sua autoestima, o que pode ser útil em tempos difíceis.

Escolha atividades que acalmem

Muitas pessoas se acalmam fazendo boxe ou correndo, por exemplo, mas outras podem se dar melhor com atividades mais calmas, como ioga, ou aderindo a massagens relaxantes, meditação ou acupuntura.

O ideal é pesquisar sobre as mais variadas atividades e escolher aquela que realmente te dará prazer e permitirá que você relaxe, esquecendo-se dos problemas e preocupações do dia a dia.

Peça ajuda

Se você continuar se sentindo cansado e oprimido, procure a ajuda de um psicólogo. Um profissional de psicologia irá orientá-lo a lidar com as fontes de estresse de forma efetiva. Um psicólogo o ajudará a identificar situações e crenças que contribuem para melhora do estresse.

Postado em Notícias

Ao longo de 63 anos de atividades, a instituição conquistou reconhecimento e tornou-se referência no setor. Os investimentos em infraestrutura, equipamentos de última geração, hotelaria, qualificação de colaboradores e novas unidades, possibilitaram ao Sepaco atingir o status de um Sistema Integrado de Saúde e com foco cada vez maior no atendimento humanizado.

Clique nas fotos para visualizar os depoimentos dos colaboradores.

Postado em Notícias

Neste domingo (15), em todo o Brasil, é comemorado o Dia do Cliente. Esta data serve para lembrar que a relação entre empresa e cliente pode ser mais próxima a cada dia.

No Hospital Sepaco, as equipes assistenciais e de apoio trabalham de modo integrado com a nossa equipe de SAC, que está pronta para atender, ouvir e orientar os clientes.

As manifestações recebidas são repassadas às equipes para que os responsáveis possam transformá-las em ações estratégicas.

O SAC é um facilitador na comunicação entre o cliente e a instituição, solucionando queixas e divulgando elogios com eficácia, com o objetivo de atingir a satisfação do cliente e trabalhar para um Sepaco cada vez melhor.

Para entrar em contato conosco, utilize um de nossos canais:

– Telefone: 2182-4757
– Fale Conosco: www.sepaco.org.br/faleconosco
– Pesquisa de satisfação, disponível em todos os andares do hospital
– Atendimento Presencial: de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h, na rua Vergueiro, 4210, andar S1 – Vila Mariana
– Visitas ativas a pacientes internados

Postado em Notícias | Tags:

Sendo uma das principais causas de morte no Brasil, e que atinge cerca de 400 mil pessoas, tendo metade desse número marcado por óbitos, a Sepse é uma resposta do corpo a uma infecção que pode ocorrer em um ou mais órgãos. Alguns dos sintomas são hipotermia e hipertermia, sonolência ou confusão, febre alta e pressão baixa. Pessoas que possuem câncer, insuficiência renal, AIDS, diabetes, ou qualquer outra doença que reduza as defesas do organismo, tem maior possibilidade de contrair Sepse.

A implementação do protocolo gerenciado de sepse em instituições de saúde tem se mostrado capaz de reduzir a mortalidade da doença. O aumento na adesão a intervenções diagnósticas e terapêuticas é o fator que tem sido associado a melhores resultados.

Em meados de 2014, o Protocolo de Sepse foi implantado no Hospital Sepaco e contribuiu para a redução de 25% na taxa de mortalidade. O início do processo foi com a definição estratégica de condução dos casos, treinamento das equipes multidisciplinares e aprimoramento das ferramentas de análise. Mensalmente são realizadas reuniões com os setores para discussão e apresentação dos resultados obtidos, e realização contínua de treinamentos de nivelamento para adequar as melhores práticas.

Postado em Notícias | Tags:

Durante o mês de agosto é celebrado o “Agosto Dourado”, em defesa ao Aleitamento Materno. A ação é promovida em mais de 170 países pela Aliança Mundial pelo Aleitamento Materno, Unicef e OMS. No Brasil, este mês é dedicado a ações de promoção e incentivo à amamentação.

São inúmeros os benefícios da amamentação, que vão desde a redução da mortalidade em crianças menores de 5 anos, à proteção contra doenças infecciosas, incluindo prevenção de diarreia; melhoria no desenvolvimento cerebral e na saúde bucal; redução do risco de depressão, obesidade e diabetes tipo 2; prevenção do câncer de mama e de ovário nas mães que amamentam e promoção de uma microbiota saudável, entre outros.

Para que a amamentação possa ocorrer não basta apenas o desejo materno. Além de condições físicas e de saúde da mãe e do bebê, é necessário apoio familiar, apoio do parceiro e da sociedade. A equipe de saúde multidisciplinar tem papel fundamental nesse processo: começando pela hora de ouro, com o primeiro contato da mãe e do bebê, logo após o nascimento; durante a amamentação na primeira hora de vida, com o acolhimento e suporte à mãe logo após o parto e passando as orientações necessárias para garantir a saúde da mãe e do bebê. É fundamental também que a equipe tire as dúvidas, explique a pega correta, estimule a participação do pai, acalme e esteja presente neste momento. O período na maternidade, com alojamento conjunto, pode ser um ótimo gatilho para que a amamentação tenha sucesso.

No caso de um nascimento prematuro ou com alguma complicação, levando o recém-nascido para UTI Neonatal, a oferta do leite materno ao bebê pode ser prejudicada por vários fatores, como estresse materno, necessidade de jejum do recém-nascido ou impossibilidade do bebê mamar ao seio. Por todos esses fatores a intervenção e o apoio da equipe multidisciplinar são ainda mais necessários, com orientações e suporte à mãe, para que o leite materno seja ofertado por outros meios até que a amamentação possa ser reestabelecida.

O Hospital Sepaco está empenhado em favorecer o aleitamento materno, já apresentando ótimos índices de alta em aleitamento materno exclusivo, mesmo em bebês que permaneceram internados em UTI, devido ao trabalho em conjunto entre as especialidades.

Dra. Renata Castro
Coordenadora assistencial da Uti neonatal do Hospital Sepaco

O que é o sarampo?
O Sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa, que se manifesta com febre, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele (exantema maculopapular). A doença pode ser acompanhada de complicações sérias, principalmente em crianças menores de 05 anos, adultos maiores de 20 anos ou pessoas com algum grau de imunodepressão.

Como eu posso contrair o sarampo?
A transmissão é direta de pessoa a pessoa, por meio das secreções expelidas pela tosse, respiração ou fala e que permanecem dispersas no ar, principalmente em ambientes fechados como escolas, creches, clínicas e meios de transporte. Após a contaminação, as pessoas infectadas podem transmitir a doença cerca de 4 a 6 dias antes do aparecimento da erupção cutânea até 4 dias após a reação.

Quanto tempo após a exposição ao doente aparecem os sintomas do sarampo?
Os sintomas aparecem, em média, de 10 a 12 dias após a exposição ao vírus.

Quais são os sinais e sintomas?
O primeiro sinal do Sarampo é a febre alta, que dura de 04 a 07 dias, acompanhada de coriza, tosse e vermelhidão nos olhos. Em seguida, surgem manchas avermelhadas na pele, que podem durar até 03 dias. Essas manchas começam pelo rosto e parte de trás do pescoço, e aos poucos progridem em direção aos membros inferiores. Após este período, elas desaparecem na mesma ordem de seu surgimento.

Existe tratamento para o sarampo?

Não há tratamento específico para o sarampo, apenas sintomáticos.

Como prevenir o sarampo?

A vacina contra sarampo é a única forma de prevenir a ocorrência da doença na população.

Esquema Vacinal:
1ª dose: Vacina tríplice viral sarampo-caxumba-rubéola (SCR), aos 12 meses de idade;
2ª dose: Vacina tetraviral (SCR e varicela) com 15 meses até 6 anos, 11 meses e 29 dias;
Pessoas dos 07 aos 29 anos devem ter 02 doses de vacina SCR, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas;
Adultos com idade superior a 30 anos até os nascidos a partir de 1960, não vacinados ou sem comprovação de dose, devem tomar 1 dose da vacina SCR
Profissionais da saúde devem ter 2 doses de vacina SCR, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.