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Categoria: Notícias

agosto de 2018

O Hospital Sepaco recebeu o certificado ACREDITADO COM EXCELÊNCIA (Nível 3) da Organização Nacional de Acreditação – ONA. Isso significa que o Hospital atende aos critérios de segurança do paciente, apresenta gestão integrada com processos fluidos, comunicação entre as atividades e, principalmente, representa o comprometimento constante da instituição com a qualidade no atendimento.

Foram três dias de avaliações que resultaram em mais de 10 aspectos destacados no relatório de Avaliação pelo IBES, tais como:

• Projeto Parto Adequado em parceria com o IHI (Institute for Healthcare Improvement);

• Redução significativa das admissões de neonatos na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e aumento do volume de partos normais;

• Ações de Farmacoeconomia, com foco na desospitalização do paciente;

• Ações de revitalização e modernização da estrutura físico funcional e parque tecnológico da instituição;

• Ações de valorização do colaborador das áreas operacionais, com foco na minimização dos índices de absenteísmo e rotatividade, entre outros;

• Painel de Bordo para gerenciamento de indicadores em tempo real.

“Estamos neste processo desde 2014 e, ao longo do tempo, ganhamos experiência e otimizamos os processos internos, promovendo um avanço importante nas nossas rotinas de atendimento e gestão. Isso só foi possível graças ao trabalho árduo e o comprometimento de todas as equipes e gestores”, comenta o Sr. Rafael Parri, CEO do Hospital Sepaco.

O executivo ainda destaca que a instituição está no caminho certo e que o empenho será mantido para que possa participar de outras acreditações. “Essa conquista veio considerar nosso meio de gestão”.

ONA
Uma das características da metodologia ONA é reconhecer a cultura institucional e estimular análises críticas dos processos da organização, visando a melhoria contínua.

A avaliação tem foco na segurança do paciente e na integração e interação das áreas, possibilitando uma visão gerencial e organizacional abrangente no que diz respeito às áreas de atividade, incluindo aspectos estruturais e assistenciais.

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julho de 2018

Hospital Sepaco oferece protocolo para pacientes com dor no peito.

O infarto agudo do miocárdio é uma doença de alta gravidade relativamente comum na nossa sociedade e responsável pela morte de milhares de pacientes no nosso país. Ele acontece por causa do entupimento de uma artéria que leva sangue, oxigênio e nutrientes para uma área do coração. Sem esse aporte de sangue, o coração entra em sofrimento e para de funcionar.

Dependendo da extensão da área afetada, o paciente pode ter várias complicações como arritmia ou até mesmo a morte. Quanto mais rápido for o tratamento, maiores são as chances de recuperar o fluxo sanguíneo para a área cardíaca em sofrimento, evitando a morte e minimizando outras potenciais complicações.

O Hospital Sepaco desenvolveu um protocolo de dor torácica para o atendimento imediato de pacientes que apresentam dor no peito. Entre os procedimentos do protocolo estão: realização de eletrocardiograma (ECG) em até 10 minutos, avaliação imediata do exame pelo médico e prioridade no atendimento.

“Sempre que há suspeita de infarto no ECG, a equipe de hemodinâmica é acionada imediatamente para realizar o cateterismo das artérias do coração e desobstruindo a artéria comprometida, recuperando o fluxo de sangue. Com esse protocolo e a disponibilidade da equipe em período de 24 horas, oferecemos tratamento de alto padrão no menor tempo possível para os nossos pacientes”, finaliza a Dra. Keyla Facchin Guedes, coordenadora do Pronto Atendimento do Hospital Sepaco.

Fonte: Dra Keyla Facchin Guedes – Coordenadora médica do PS CM e CC
CRM: 97.979

 

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julho de 2018

*Disponível apenas para beneficiários do convênio Sepaco Autogestão.

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junho de 2018

Litiase biliar ou pedra na vesícula é uma doença comum de trato digestivo, e deve-se a um desequilíbrio no metabolismo de sais biliares e colesterol na vesicular biliar, que ocorre atualmente devido à alta incidência de obesidade, hábitos alimentares atuais com ingestão de alimentos gordurosos com frequência ou é simplesmente determinada pela genética.

É de tratamento cirúrgico para evitar complicações que podem levar à mortalidade, tais como a pancreatite aguda e coledocolitíase, que ocorre quando o cálculo migra de dentro da vesícula biliar e causa obstrução do caminho da bile (colédoco) produzida no fígado, levando a pessoa a ficar com olhos e pele amarelados, urina escurecida e fezes esbranquiçadas.

A vesícula com cálculos também pode ter inflamação sem dar indícios, devido a obstrução da saída por cálculo, o que dificulta a cirurgia por alterações anatômicas, levando a um risco cirúrgico e clínico maior do que quando se opera sem a presença de inflamações.

A cirurgia é feita por videolaparoscopia, com anestesia geral, habitualmente com recuperação rápida e baixos riscos quando comparado aos riscos das possíveis complicações.

Portanto, se sentir indigestão após consumir alimentos gordurosos ou dores do lado direito do abdome, acima da cicatriz umbilical, procure um gastroenterologista para fazer diagnóstico e dar início ao tratamento.

 

Fonte: Dra. Maria de Fátima Santos – Coordenadora da equipe da Cirurgia Geral.
CRM 73.145

 

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junho de 2018

No dia 12 de junho, terça-feira, foi realizado o II Simpósio de Prevenção de Quedas do Hospital Sepaco: Queda é Coisa Séria!, que reuniu estudantes e profissionais da área da saúde no auditório do Hospital Sepaco.

A abertura do evento foi realizada pela Superintendente Operacional Hospitalar do Hospital Sepaco, Dra. Luci Meire Pivelli Usberco, que destacou a relevância do evento para o calendário da instituição e a importância em discutir o assunto “quedas no ambiente hospitalar”. “É muito gratificante ver o nosso auditório cheio de profissionais em busca de aprimoramento e dispostos a aperfeiçoar os cuidados com o paciente e o atendimento no ambiente hospitalar”, disse a superintendente. O Superintendente Médico Hospitalar, Dr. Linus Pauling Fascina, que também conduziu a discussão de caso “Prevenir ou remediar quedas” e o Sr. Hamilton Inforzato Fanale, Gerente de Recursos Humanos, também participaram da cerimônia de abertura.

Nossos profissionais participaram como ouvintes e palestrantes, assim como profissionais de outras instituições que colaboraram com o evento, como a Enfermeira Viviane Iwamoto, líder de enfermagem da Unidade de Internação do Hospital Samaritano; a Enfermeira Caroline Paula, coordenadora de ética e compliance da Associação Brasileira de Enfermeiras Auditoras (ABEA); e o Psicólogo Caio Henrique Baptista, responsável pela Hematologia e TMO dos hospitais BP e BP Mirante da Beneficiência Portuguesa.

Neste ano o evento, que já está em sua segunda edição, contou com a participação de 90 profissionais. A primeira edição ocorreu em junho de 2017.

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maio de 2018

Qual é a causa da bronquiolite (BQL)?

A BQL é uma infecção viral bastante comum entre as crianças, provocando o inchaço e o acúmulo de muco nos bronquíolos, pequenas passagens de ar presentes nos pulmões. Normalmente se inicia com sintomas que se assemelham a um resfriado como tosse, coriza, obstrução nasal, irritabilidade, redução da aceitação das mamadas, podendo haver febre (viremia em via aérea superior), evoluindo para desconforto respiratório (“período de piora”) 3 a 5 dias depois (viremia em aérea inferior).

“Cerca de 80% dos casos são causados pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), mas outros vírus também podem causar a doença como rhinovirus, influenza, parainfluenza, adenovírus, metapneumovírus”, afirma a Dra. Talita Gongora Lodi Rizzini, pediatra e coordenadora do Serviço de Pediatria do Hospital Sepaco.

Quais são os cuidados fundamentais no tratamento?

Os cuidados irão depender da gravidade. Nem todos os casos de BQL necessitam de internação e apenas cerca de 15% deles necessitam de internação. Apenas pacientes com demanda por oferta de oxigênio, desconforto respiratório significativo, queda do estado geral e incapacidade de aceitarem líquidos adequadamente e grupos de risco como lactentes jovens < 2 – 3 m, cardiopatas, portadores de imunodeficiências, doenças pulmonares crônicas / broncodisplasia) devem ser hospitalizados. Nos casos mais leves, o tratamento é a hidratação e a limpeza das vias aéreas.

Por que o número de casos aumenta quando o tempo fica mais frio?

A principal época de sazonalidade na região sudeste do Brasil é o durante o outono e o início do inverno, ou seja, entre março e julho. A incidência começa a aumentar nesta época porque ocorre a diminuição da umidade relativa do ar.

“As partículas ficam em suspensão, os lugares permanecem mais fechados e isso favorece a contaminação ambiental. Além disso, as quedas bruscas de temperatura, em um mesmo dia contribui para o aumento dos quadros, tanto inflamatórios/infecciosos quanto alérgicos”, afirma a Dra. Talita.

O que acontece caso a criança não receba os cuidados adequados?

Geralmente a bronquiolite não apresenta complicações graves, porém algumas pesquisas defendem que bebês infectados pelo vírus causadores da bronquiolite tem maiores chances de desenvolver asma futuramente.

“Se não tratados adequadamente, casos graves de bronquiolite contribuem para o desenvolvimento de pneumonia, que deve, então, ser tratada separadamente. Além disso, a bronquiolite pode levar a criança à insuficiência respiratória, na qual só conseguirá respirar com ajuda de aparelhos”, finaliza a especialista.

Fonte: Dra. Talita Gongora Lodi Rizzini – Coordenadora da Pediatria
CRM: 122.213

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maio de 2018

Paródia da equipe da UTI Adulto do Hospital Sepaco ensina a forma correta de lavar as mãos!

Confira a letra:

Que método é esse?
Paródia de “Que tiro foi esse?”

Que método é esse?
Que método é esse que está tudo errado?
Que método é esse?
Que método é esse que está tudo errado?

Lave, as mãos com água e sabão
Vamos, evitar a infecção

Não quero bactérias na corrente sanguínea
É a lavagem que salva
É bem simples e salva vidas (2x)

O método correto
O método correto é a solução

Conscientização, para
Zerar a infecção (2x)

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maio de 2018

A Adriana é mãe da Isabella e conta pra gente um pouquinho desta experiência!

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maio de 2018

Cerca de 15.000 crianças morrem anualmente no mundo enquanto dormem. Algumas dessas mortes resultam de estrangulamento ou sufocação acidental durante o sono, enquanto para outras não se encontra nenhuma causa bem definida. As mortes que ocorrem durante o sono em crianças com idade entre 7 dias e 1 ano são coletivamente conhecidas como Síndrome da Morte Súbita e inesperada do lactente (SMS).

Muitas dessas mortes podem ser evitadas por meio da adoção das medidas listadas abaixo. Apesar de simples, pesquisas realizadas em diversas partes do mundo comprovam que elas são efetivas.

As recomendações abaixo são aplicáveis a bebês saudáveis até 1 ano de idade. Bebês com alguma condição médica poderão necessitar de recomendações médicas específicas. Em caso de dúvidas, consulte o pediatra da criança.

Dicas para tornar o sono do bebê mais seguro

  1. Coloque o bebê para dormir sempre com as costas sobre o colchão, mesmo durante as sonecas ao longo do dia.

Nunca o coloque para dormir de bruços. Essa medida tem sido a principal responsável pela redução do número de mortes súbitas em lactentes no mundo.

Se o bebê já consegue rolar no berço e mudar a sua posição (de costas para de bruços e vice-versa), ele poderá ser deixado na posição que ele assumiu espontaneamente.

Quando ele estiver acordado e sob a supervisão de um adulto, permita que ele fique de bruços por algum tempo, pois isso ajudará a fortalecer a musculatura cervical. Caso o bebê adormeça, coloque-o na posição recomendada (com as costas sobre o colchão)

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abril de 2018

A Sepse é uma síndrome que está entre as maiores causas de morte no mundo, com uma taxa de letalidade em torno de 57% nos casos mais graves. No Brasil, anualmente, são diagnosticados 400 mil casos da doença. Deste total, 240 mil acabam em óbito.

Para que este número reduza, é necessário diagnosticar e tratar precocemente, envolvendo todos os profissionais de saúde desde o momento da admissão do paciente até a orientação de alta.

Sinais e Sintomas

Os primeiros sintomas normalmente associados à sepse são aqueles com ligação direta à fonte de infecção como tosse devido à pneumonia ou a dor abdominal se o foco for uma apendicite, por exemplo. Outros sintomas relacionados são febre e aumento das frequências cardíaca e respiratória.

Os principais sintomas clínicos que indicam um agravamento da infecção são:

– Falta de ar

– Redução da produção de urina

– Pressão arterial baixa

– Tontura ou alteração do estado mental com confusão, agitação ou sonolência

A triagem destes sinais é de extrema importância para a detecção e conduta de tratamento rápido. Os sinais descritos na Ficha de Triagem fazem com que a equipe consiga associar os sinais apresentados pelo paciente com um possível diagnóstico de sepse.

O Hospital Sepaco tem um importante protocolo de luta contra a Sepse. Proporcionamos aos pacientes o mais adequado tratamento, com redução significativa da taxa de mortalidade. Desde a implementação do Protocolo de Sepse no Sepaco, em meados no ano de 2015, foi registrada uma redução importante da mortalidade, caindo de 35% para 17%, uma das menores taxas de mortalidade entre os hospitais associados ao ILAS (Instituto Latino Americano de Sepse).

Veja abaixo o histórico de mortalidade dos pacientes sépticos admitidos no Hospital Sepaco:

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