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agosto de 2017

No Dia Nacional da Gestante, celebrado em 15 de agosto, o Hospital Sepaco aproveita para lembrar a todas as gestantes como este momento é único na vida de cada mulher, tanto para as mães de primeira viagem, quanto para as que já viveram essa experiência.

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Na maioria das vezes, a gravidez é descoberta por meio de um simples teste de farmácia e, na sequência, uma explosão de sentimentos já inunda o coração da futura mamãe. Tudo vai se transformando, o rostinho do bebê começa a habitar os sonhos, o corpo demonstra alterações visíveis, hormônios em plena ebulição, as dúvidas começam a surgir, as incertezas e medos começam a aparecer.

No entanto, para Francine Branco, supervisora da Promoção à Saúde do Sepaco Autogestão, o ideal nesse momento é manter a calma e procurar profissionais qualificados, que orientem a futura mamãe, além de se concentrar no que será preciso fazer. “Após anunciar a chegada do bebê, é indispensável que a gestante inicie o mais precocemente possível o pré-natal. É necessário acompanhar a gravidez de perto desde o início pois, quando temos a presença de especialistas que acolham de forma integral, o caminho até o nascimento se torna mais prazeroso e conseguimos evitar complicações.

É nessa fase que a gestante compreende a importância e a responsabilidade que está chegando, junto com a nova vida que está dentro de si, totalmente dependente de seus cuidados. Agora, dois corações batem juntos ligando duas vidas que, por um tempo, serão apenas uma, conectadas pelo cordão umbilical. “A gestação dura, em média, entre 39 e 42 semanas justamente para a mulher se preparar para tudo que está por vir: o cuidado com a alimentação saudável, preparo para o parto, exercícios próprios para cada fase gestacional e cuidados com o recém-nascido. Neste período, é comum buscar ajuda de profissionais habilitados”, explica Francine.

O Hospital Sepaco, membro do Programa Parto Adequado, pensando nessas mamães, disponibiliza em seu site o espaço Sou Gestante, que traz respostas às inúmeras dúvidas dos temas ligados a este momento único e marcante na vida da mulher. No portal, também há diversas dicas importantes do que é ou não recomendado neste período, ensina a lidar com os bebês nas primeiras semanas, além de informações sobre o Curso de Orientação à Gestante e a Visita Assistida à Maternidade.

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Janeiro de 2017

Durante a gestação, é comum se deparar com inúmeros palpites sobre a alimentação da futura mamãe. Parceiro, amigos e familiares estão sempre cheios de sugestões, mas nem sempre sabemos o que realmente é verdade e o que é permitido ou não comer ao longo dos nove meses.

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Aquela velha história de que grávida não deve se preocupar com a balança, por exemplo, é o primeiro item na lista dos mitos. O ganho de peso gestacional recomendado está vinculado ao estado nutricional da mãe antes da gestação.

Entre tantos conselhos, fica difícil designar o melhor para mãe. Por esse motivo, O Espaço da Gestante relacionou as principais dúvidas sobre a alimentação nessa etapa tão importante da vida. Confira:

  1. Quanto maior o peso da mãe, maior será o bebê?

Mito. Um aumento excessivo de peso da mãe, não significa que o bebê nascerá maior, e sim que há probabilidade da mãe e do bebê desenvolverem algumas doenças como: diabetes, hipertensão e obesidade.

  1. A gravidez pode aumentar as chances de que a mãe fique resfriada?

Verdade. O sistema imunológico da gestante trabalha de forma menos agressiva na gestação para não rejeitar o bebê, consequentemente algumas mães podem ficar mais resfriadas, por isso é importante manter uma alimentação equilibrada e variada, que deve incluir diariamente cereais integrais, frutas e verduras, além de no mínimo oito copos água ao dia.

  1. Existem alimentos que não podem ser ingeridos durante a gravidez?

Verdade. Existem alimentos que não são recomendados nessa etapa, entre eles, cafeína, carnes, peixes e ovos crus ou mal cozidos, além de leite ou derivados não pasteurizados (processo que destrói germes e bactérias).

  1. Gestantes não podem tomar vinho?

Verdade. O consumo de bebidas alcoólicas na gestação pode provocar atraso mental, hiperatividade, dificuldade de aprendizagem, entre outros problemas no futuro do bebê. Os benefícios do vinho tais como, evitar o envelhecimento precoce, prevenir doenças cardiovasculares e reduzir o risco de câncer, podem ser encontrados também no suco de uva.

  1. A mãe deve consumir vitaminas extras durante a gravidez?

Verdade. A mamãe deve lembrar que está cuidando de duas pessoas ao mesmo tempo. Desta forma, a exigência de vitaminas e minerais são maiores. A suplementação na gestação é necessária, mas deve ser indicada por um nutricionista ou médico.

Fique atenta a essas dicas para que a gravidez flua mais tranquilamente, garantindo a saúde da mamãe e do bebê.

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Janeiro de 2017

Nem tudo pode ser previsto durante a gravidez, principalmente, como será a evolução na hora de dar a luz. Por esse motivo, é necessário que o corpo esteja com a flexibilidade e força física adequada, para facilitar ao máximo a vinda do bebê ao mundo.

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A preparação do corpo pode ser feita com a prática de exercícios bem simples, que trazem grandes benefícios com pouco esforço. Veja algumas dicas:

Exercícios de Kegel

Os exercícios de Kegel são pequenas contrações internas dos músculos que compõe o assoalho pélvico, ajudando a suportar o útero, a bexiga e os intestinos. Desta forma, é possível prevenir as hemorroidas, além de facilitar a cicatrização, caso a mamãe leve pontos no períneo durante o parto.

Como fazer?

Contraia os músculos em volta da vagina, como se estivesse interrompendo o fluxo da urina, sem contrair o abdômen, os glúteos e os músculos das coxas. Segure durante cinco segundos e depois, solte. Repita esse procedimento 10 vezes. Com isso, muitos desconfortos que costumam aparecer ao final da gravidez serão aliviados como, por exemplo, o vazamento de urina.

Movimento Pélvico ou “Postura de Gato”

Feita na posição de “mesa”, esse exercício fortalece os músculos abdominais e alivia a dor durante o parto.

Como fazer?

Apoie os joelhos no chão, diretamente sob os quadris e as mãos na mesma distancia dos ombros, mantendo os braços esticados. Inspire e contraia o abdômen e glúteos, elevando as costas em forma de arco e solte o ar devagar, até voltar à posição neutra.

Agachamento

A fim de facilitar a saída do bebê, um dos exercícios mais simples e recomendados durante toda a gravidez é o agachamento, que pode abrir a saída da pélvis entre 0,5 cm e 1 cm. Essa prática ajuda a fortalecer os músculos que serão trabalhos na hora do parto.

Como fazer?

Encoste as costas em uma parede, com a coluna ereta, braços relaxados, pés deparados e alinhados com os ombros. O próximo passo é deslizar pela parede para baixo, mantendo a posição por cerca de 10 segundos e voltar para a posição inicial.

Além dos exercícios propostos, a grávida deve estar em um ambiente calmo, com pouca luminosidade e pensar positivamente, acreditando nos resultados positivos que terá com esse método. Tudo para receber da melhor maneira, o filho que está por vir.

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novembro de 2016

doctor consulting patients on partner childbirth

O parto nunca foi um momento fácil na vida das mulheres. Surgem diversos desconfortos, inclusive nas últimas semanas de gestação, misturado com a ansiedade de ver pela primeira vez o rostinho do bebê e o medo das dores na hora de dar à luz. Sendo assim, as grávidas sempre tiveram o apoio de familiares e amigos durante a gravidez. O que nem sempre tiveram, é o acompanhante na sala na hora do parto, dando força para um dos momentos mais especiais de suas vidas.

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Por isso, em abril de 2005, foi aprovada a Lei Federal n°11.108 que concede a gestante a participação de pessoas de confiança na hora do nascimento do neném, tanto em sistemas públicos, quanto no privado. Essa presença acalma a futura mamãe, reduz o tempo de duração do parto e evita o uso de medicamentos.

Uma pessoa de confiança trará muito mais tranquilidade e força durante todos os momentos. Há casos em que mulheres contratam profissionais especialistas em acompanhamento do parto, as chamadas “doulas”, mas a companhia pode ser marido, mãe, irmã, ou amigo próximo.

A equipe de enfermagem deverá instruir o acompanhante, passando algumas observações, tirando dúvidas e transmitindo confiança. Todo cuidado é necessário para tudo sair da melhor forma possível. Afinal, não é todo dia que se pode presenciar momentos como esse.

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outubro de 2016

Woman with distressed expression holding a babyApós nove meses de espera, um dos momentos mais felizes é a chegada do tão esperado bebê ao mundo.  Mas não é assim para todas as gestantes. Cerca de 10% e 15% das futuras mamães vivenciam momentos de profunda tristeza, sofrendo com a depressão pós-parto.

Diferentemente do chamado “baby blues”, uma alteração hormonal brusca, porém passageira, a depressão tem antecedentes já que não é ocasionada pela gravidez ou pelo nascimento da criança. É algo mais sério e precisa de acompanhamento médico para avaliação do caso e, quando necessário, um tratamento mais específico.

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Um fator que complica ainda mais o estado emocional da mulher é perceber que tanto o parceiro quanto seus familiares não sabem como agir em frente essa situação. Isso ocorre porque a mãe, não consegue enxergar que está tudo ocorrendo perfeitamente e que ela pode ficar tranquila. Ao contrário, começa a imaginar coisas, perde a vontade de viver, fala ou pensa em agredir a criança ou até a si mesma.

Alguns sintomas característicos dessa depressão pós-parto, tais como crises de choro, fadiga, humor deprimido, irritabilidade, ansiedade, confusão e lapsos de memória, ajudam o médico diagnosticar o nível depressivo da paciente. É importante que as pessoas mais próximas da mamãe entendam que essas reações são um comportamento involuntário e que ela precisa de ajuda especializada.

Essa doença pode e deve ser evitada. Se a mãe já sofreu de casos traumáticos ao percorrer da vida ou está passando por uma situação estressante, que possa desencadear o problema, ainda durante a gravidez, ela, o médico obstetra, o marido e a família devem ter cuidado redobrado, acompanhar possíveis alterações comportamentais de perto e, acima de tudo, ter muita paciência e dar muito amor.

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outubro de 2016

Close-up of female hand pressing enter key to start the system

Procurar por informações na internet sobre o estado de saúde é uma atitude comum no dia a dia de muitas pessoas. A questão é: o quão confiável todas estas informações podem ser? Será que aquele tratamento serve também para todos da mesma forma? Nem tudo o Dr. Google pode ou deve responder e o risco da automedicação pode aumentar os problemas de saúde com esse tipo de ação.

É preciso cuidado com buscas desenfreadas ao navegar na web. “Ao invés de esclarecer o público leigo, alguns vídeos e sites podem colocar em risco a saúde do internauta, com receitas milagrosas ou exercícios perigosos de se praticar“, explica a Dra. Keyla Facchin Guedes, coordenadora do Pronto Atendimento do Hospital Sepaco.

Se a sua cabeça está doendo, você digita “dor de cabeça” no Google e aparecem inúmeras páginas sugerindo que você pode ter de uma simples dor de cabeça a um tumor cerebral. O desespero toma conta e algumas pessoas podem começar, a partir deste momento, a fazer um tratamento em casa, sem quaisquer orientações médicas.

A médica alerta que recorrer ao Dr. Google parece mais fácil, instantâneo e, desta forma, é possível pular toda a espera nas filas, mas os riscos que isso traz são enormes. “O que serve para uma pessoa pode não servir para outra. Isso se as informações estiverem corretas, o que não é o caso na maioria das vezes. O tratamento é individual e a ida ao consultório médico é indispensável”.

Caso a curiosidade esteja grande e a espera para se consultar esteja demorada, a especialista recomenda realizar pesquisas em sites especializados e de conteúdo com credibilidade. “O que o paciente pode fazer é trazer os resultados das pesquisas para discutir durante a consulta. O que não se deve, em hipótese alguma, é realizar a automedicação. Não vale a pena se arriscar desta forma”, destaca.

Para finalizar, Dra. Keyla afirma que somente o médico é responsável por descobrir as enfermidades que atingem determinado paciente e também está capacitado para oferecer suporte e indicações adequadas, a fim de que o problema de saúde seja tratado. “A tecnologia veio para agregar e não substituir o profissional da saúde. Há coisas que não podem ser substituídas com apenas um clique”.

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outubro de 2016

Last SecondsO início do horário de verão, quando se adianta em uma hora os relógios, pode interferir no sono e trazer alguns prejuízos à saúde, tais como sensação de cansaço, falta de apetite, mudanças no humor, além da insônia. Isso acontece porque a melatonina, hormônio responsável pelo sono, está regulado pelo ritmo do dia – sol pela manhã e lua à noite. Com essa mudança, pode haver um atraso na secreção desse hormônio, deixando o organismo das pessoas em alerta. É preciso ficar atento pois a má qualidade do sono pode prejudicar o rendimento do indivíduo em suas atividades durante o dia.

Essa confusão é conhecida como “desordem temporal interna” e demora algum tempo para se realinhar com nosso cotidiano. “Cada indivíduo tem seu tempo e reage de uma forma diferente, porém esses sintomas desaparecem, normalmente, em uma ou duas semanas. Então, a melhor coisa a se fazer é curtir o dia mais longo, ao invés de imaginar o que estaria fazendo se estivesse no outro horário”, explica Rose Oliveira, enfermeira obstetra da Promoção à Saúde do Sepaco Autogestão.

Segundo a enfermeira, enquanto algumas pessoas relatam que durante o horário de verão se encontram mais irritadas pela manhã, há quem prefere realizar algumas atividades extras, já que o sol permanece um pouquinho mais. “Com o dia mais extenso, é possível aproveitar essa claridade para ir à academia, ter algum lazer após o expediente de trabalho com os amigos, ir ao cinema, ler um livro etc”.

As dicas da enfermeira para passar bem por essa adaptação é manter uma alimentação leve, ingerir mais líquidos e, principalmente, não pensar o que estaria fazendo se não houvesse o horário de verão. “A adaptação é lenta e gradual, mas se tiver dificuldades para dormir no horário habitual, o ideal é relaxar e descansar. Tire o melhor proveito de seu dia e escolha coisas agradáveis e que trazem bem-estar”, conclui Rose.

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outubro de 2016

Close up of hands squirting disinfectant from a pump bottleUma doença é sempre associada a uma causa que acreditamos ser comum. Quem nunca pensou ter ficado resfriado por beber algo gelado ou andar descalço, ou mesmo, estar com uma intoxicação alimentar por ter comido em um local não muito confiável? Porém, muitas vezes, o agente causador está, literalmente, escondido em nossas mãos.

Elas se deparam com inúmeras superfícies durante o dia, passam por diversos locais enquanto nos movimentamos e entram em contato com centenas de microorganismos, tais como, bactérias e vírus. Estes podem ser os responsáveis por problemas que, em um primeiro momento, não percebemos sua relação direta. Daí, a necessidade da constante higienização das mãos, ato que, comprovadamente, evita a transmissão de microorganismos e, consequentemente, de infecções e doenças que podem se tornar graves.

Gripes e resfriados, por exemplo, são originados por vírus que, geralmente por meio de gotículas que soltamos enquanto falamos ou tossimos, são transmitidas para as vias aéreas superiores e também por meio das mãos. Mas, o problema não pára por aí. Diarreias e até conjuntivites podem ser ocorrer devido ao contato com mãos contaminadas por microorganismos.

“As mãos são uma importante via de transmissão, pois a pele é responsável por transportar diversos microorganismos, que podem se transferir de uma superfície para outra, por meio de contato direto (pele com pele), ou indireto, por objetos e superfícies contaminados”, afirma a Dra. Fátima Maria Venâncio Porfírio, médica infectologista do Hospital Sepaco.

Da mesma forma que as mãos possibilitam a propagação de doenças, elas podem ajudar a prevení-las de forma eficaz, com a higiene feita com sabonete e água. “A higienização das mãos é considerada a ação isolada mais importante no controle de infecções em serviços de saúde”, destaca a especialista.

A dimensão do assunto é tamanha que há alguns anos vem sendo divulgada a orientação de carregar consigo um produto alcoólico – líquido glicerinado, gel ou espuma – para realizar a higiene na ausência de água e sabão. “A solução alcoólica só não é indicada quando as mãos estão visivelmente sujas. Além de ser muito utilizada em hospitais, é a forma mais prática de higienizar as mãos em casos do uso de transporte público, shoppings centers, compras em supermercados, manuseio de dinheiro, lidar com pessoas gripadas, entre outros”, comenta Dra. Fátima.

O produto, conhecido popularmente como álcool gel, elimina cerca de 97% dos vírus e bactérias em questão de segundos e cumpre as mesmas funções de higienização e antissepsia com água e sabão. “O gel deve ser aplicado em pequena quantidade, espalhando e friccionando uniformemente nas duas mãos – secas e limpas de resíduos – até a secagem total”, explica a médica.

Um detalhe importante a ser verificado é a porcentagem alcoólica do material. Para ser eficiente no combate aos microorganismos, deve-se utilizar o álcool 70%. E lembre-se: não é necessário higienizar as mãos com água e sabão, imediatamente, antes ou após o uso do gel, pois os dois métodos possuem o mesmo objetivo e eficácia.

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outubro de 2016

Small baby bathing in a shallow tubSão muitas as perguntas que papais e mamães se fazem quando vão dar banho no seu bebê, até mesmo para os que já têm experiências com crianças pequenas. É muito comum que os sentimentos de ansiedade e insegurança surjam, mas o que fazer e como?

Para os recém-nascidos, durante as duas primeiras semanas de vida e até a primeira ida ao pediatra, a indicação de banho em dias intercalados já é suficiente, principalmente durante o inverno por causa das baixas temperaturas registradas. Mas, esta condição só é válida se for feita uma boa higiene das mãos e do rostinho várias vezes ao dia e, principalmente, que a área da fralda esteja sempre bem limpa para não haver contaminação por bactérias. Outra medida importante é realizar a limpeza do coto umbilical todos os dias.

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Já os mais velhos podem ter o banho como parte da rotina diária.  Esse processo deve ser feito somente com água morna em quantidade suficiente para cobrir os bebês menores até os ombros e, para aqueles que já sentam, a água não pode passar a linha da cintura. Antes de colocar a criança na água, é preciso verificar a temperatura, que precisa estar em média entre 37º e 38ºC. Existem termômetros próprios para isso, mas a dica é colocar a parte inferior do antebraço e verificar se a temperatura está morna.

Os primeiros banhos não precisam ser longos e podem ser realizados antes de dormir, assim a criança relaxa e descansa melhor. O processo é simples: segure a cabeça e as costas do bebê com firmeza ao lavá-lo e remova delicadamente qualquer sujeira ou pele solta que possa estar acumulada. Caso queira usar sabonete e shampoo, não se esqueça de dar preferência aos produtos neutros e enxágue bem para que não apareçam alergias.

Não se surpreenda se seu bebê chorar nos seus primeiros banhos, afinal ele apenas estará reagindo a uma sensação inteiramente nova e aprendendo a se adaptar a temperaturas diferentes. Mas atenção, mamãe e papai: apesar de todos esses cuidados, ainda é preciso lidar com a criança que fica escorregadia, se contorcendo e, às vezes, gritando. Nada melhor que a prática diária e, em breve, o banho será um momento de descontração e muitas brincadeiras.

Outro alerta importante é nunca deixar o bebê sozinho durante o banho para evitar afogamentos.

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outubro de 2016

Obses boy check heart by stethoscopeDados da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) – Pesquisa Vigitel em 2014, apontam que cresceu o número de pessoas com excesso de peso no país. Ou seja, 52,5% dos brasileiros estão acima do peso – índice era de 43% em 2006 -, e 17,9% da população está obesa. O levantamento foi realizado no período de fevereiro a dezembro de 2014.

Nos últimos 35 anos, os índices de obesidade tiveram um salto muito grande e preocupante, tornando-se um problema de saúde pública. Em 1974, somente 1,4% deste público estavam acima do peso. Já em 2008, poucas décadas após, esse número mais do que triplicou: chegou até a atingir a marca de 33,5% das crianças entre cinco e nove anos em todo país.

E ao que se deve esse crescimento?  No Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, 11 de outubro, a dra. Keyla Facchin Guedes, endocrinologista do Hospital Sepaco, explica que a alimentação das crianças esta cada vez menos saudável, com excesso de açúcar e gordura e falta de fibras. A correria do dia a dia nos últimos anos contribui para falta de tempo na preparação de alimentos e a maior necessidade do consumo de alimentos prontos.

Outro item que agrava o problema é o fato das crianças passarem muito tempo no que chamamos de inatividade física, ou seja, aquelas em que o gasto energético é muito baixo, como assistir televisão, jogar videogame e ficar no computador, deixando de lado as brincadeiras de correr, andar de bicicleta, nadar, etc. “Claro que não podemos deixar de observar a genética, a saúde e até as questões psicológicas da criança, pois também podem influenciar no sobrepeso”, comenta a médica.

Para a Dra. Keyla, este excesso de peso está relacionado com o estilo de vida. “É importante haver uma reeducação alimentar de toda a família, estipular uma rotina para que as crianças realizem as refeições sentadas à mesa e nos horários corretos: educar os filhos a ter uma vida saudável desde cedo, ensinando os valores de cada alimento e, principalmente, estimulando a realização de exercícios, é a chave para o equilíbrio alimentar”.

“Obesidade é grave e deve ser tratada como tal”, afirma a especialista. Se não houver nenhuma mudança para alcançar a diminuição do peso, a garotada poderá vir a sofrer de doenças cardiovasculares, respiratórias, endocrinológicas e até má formação do esqueleto.

Para a dra. Keyla, a prevenção é sempre o melhor remédio! “Se não estiver tendo nenhum resultado com as mudanças de hábito, procure um especialista que poderá ajudar, pois quanto mais cedo começar a tratar a obesidade, mais chances de cura e de uma melhor qualidade de vida para a criança”, destaca.

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