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Realize consultas e exames com segurança e tranquilidade!

Nossos profissionais estão utilizando equipamentos de proteção e intensificamos a higienização dos consultórios, salas de procedimentos e equipamentos antes e após cada atendimento. Além disso, todos os setores são abastecidos com álcool diariamente.

A instituição valoriza a assistência multiprofissional aos pacientes e nossa equipe estará à disposição para o atendimento e apoio durante toda a assistência hospitalar com a máxima segurança e excelência.

Ações do Sepaco contra o Coronavírus

01 – Comitê de acompanhamento
O Sepaco criou um comitê para acompanhar o avanço da Covid-19 no Brasil e também para discutir e atualizar protocolos e procedimentos, sempre priorizando a segurança de pacientes e profissionais.

02 – Atendimento exclusivo para gestantes:
Inauguramos um novo Pronto Atendimento Ginecológico/Obstétrico no Andar Térreo.
O espaço visa atender às gestantes com maior segurança e tranquilidade.

03 – Novos critérios de visita: 
Para aumentar a segurança de clientes e profissionais, os critérios para visita aos pacientes internados estão temporariamente alterados. Também restringimos a circulação pelos hospital e incentivamos que a visita ocorra somente no quarto onde está o familiar ou conhecido.

04 – Novos fluxos para acesso:
Restringimos a entrada de visitantes e acompanhantes com sintomas de gripe ou

resfriado e todos passam por aferição de temperatura na recepção.

05 – Novos fluxos para quadros respiratórios:
Os pacientes que apresentam quadros respiratórios possuem atendimento exclusivo com estrutura e fluxos especiais.

06 – Triagem no controle de acesso
Todos os pacientes, acompanhantes e fornecedores que frequentam a instituição,

passam por uma triagem de sintomas e temperatura no controle de acesso.

07 – Máscaras para acesso às dependências do Hospital
Estamos oferecendo máscaras antes do acesso às dependências do Hospital (todas as pessoas que não estiverem utilizando). Além disso, aumentamos a quantidade de dispensadores de álcool em gel na instituição e higienização dos ambientes.

08 – Higienização do veículo
Caso o acesso seja por veículo automotor, o manobrista estará paramentado e

fará uma higienização nas mãos e locais de contato no seu carro, como maçanetas, câmbio evolante.

Tire suas dúvidas sobre cirurgias no Hospital Sepaco
durante a pandemia

Confira as perguntas e respostas mais frequentes relacionadas à realização de cirurgias neste momento de pandemia e as medidas de segurança para manter a qualidade efetiva no tratamento cirúrgico

Atendimentos e Consultas

Para evitarmos aglomerações e protegermos pacientes e equipes profissionais, organizamos um fluxo de atendimento com intervalos maiores nos agendamentos. Solicitamos também que acompanhantes sejam trazidos somente em casos de extrema necessidade para a realização de consultas ou exames e recomendamos que o paciente chegue com antecedência máxima de 10 minutos.

Apesar das recomendações e precauções necessárias por conta da Covid-19, não há qualquer proibição ou orientação para a suspensão de tratamentos.

Não é recomendado adiar exames diagnósticos e procedimentos terapêuticos, pois eles são importantes para os cuidados com a sua saúde!

Entretanto, pessoas com sintomas gripais ou com Covid-19 confirmado deverão aguardar a melhora do quadro clínico para efetuar o agendamento de consultas e exames.

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A COVID-19 surgiu recentemente, no final de 2019, e as pesquisas para entender os impactos do novo coronavírus em gestantes ainda estão em desenvolvimento.

Com base nos dados atuais, havendo infecção da gestante pelo novo coronavírus, espera-se que a grande maioria das gestantes tenha apenas sintomas leves ou moderados semelhantes aos observados nos casos de gripe e resfriado. No entanto, algumas mudanças no corpo da mulher grávida podem dificultar a recuperação diante de uma doença respiratória.

Para se proteger da infecção, é fundamental que a gestante redobre os cuidados de higiene para evitar o contágio e busque ajuda médica caso perceba sintomas como febre, tosse ou dificuldade para respirar.

Como se proteger do Coronavírus?

  • Higienize as mãos com álcool em gel ou água e sabão
  • Evite tocar olhos, nariz e boca
  • Evite aglomerações
  • Cubra a boca e o nariz com a parte interna do cotovelo ou com lenço quando tossir ou espirrar
  • Faça a higienização frequente de todas as superfícies da casa
  • Siga o acompanhamento médico e busque ajuda médica caso perceba qualquer sintoma como febre, tosse ou dificuldade para respirar

A COVID-19 pode ser transmitida da mulher para o bebê?

O processo de amamentação é uma importante forma de interação entre a mãe e o bebê. Seus benefícios podem perdurar por toda a vida e estendem-se muito além dos nutricionais.

O risco de contaminação do bebê durante a amamentação existe, mas a observação das recomendações abaixo reduzem muito a chance disso acontecer. Por isso considere não privar seu bebê dos benefícios da amamentação.

Mulheres infectadas podem amamentar?

O processo de amamentação é uma importante forma de interação entre a mãe e o bebê. Seus benefícios podem perdurar por toda a vida e estendem-se muito além dos nutricionais.

O risco de contaminação do bebê durante a amamentação existe, mas a observação das recomendações abaixo reduzem muito a chance disso acontecer. Por isso considere não privar seu bebê dos benefícios da amamentação.

Quais medidas devem ser adotadas durante a amamentação?

  • Coloque a máscara facial
  • Em seguida, higienize as mãos e as mamas antes de iniciar a amamentação
  • Utilize máscara facial durante toda a amamentação. Ela deve cobrir completamente o nariz e a boca e estar ajustada ao seu rosto
  • Coloque e retire a máscara pelos elásticos ou fitas de fixação. Nunca a toque durante a amamentação pois ela se contamina durante o processo
  • Segure o bebê diretamente pele contra pele
  • Ao amamentar, procure voltar seu rosto em sentido contrário ao do bebê
  • Somente a retire a máscara após acomodar corretamente seu bebê no berço

O que fazer caso a mãe não queira ou não possa amamentar?

Caso você não possa ou prefira não amamentar, você ainda poderá fazer a ordenha do seu leite. Ele poderá ser oferecido ao seu bebê através de mamadeira e, desta forma, os benefícios do leite humano não deixarão de ser oferecidos.

Esse processo é seguro e não há relato de transmisssão do novo coronavírus através do leite humano.

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Medidas de Segurança durante a pandemia COVID-19

O Hospital Sepaco, consciente do cenário atual de enfrentamento da pandemia pelo Covid19, adotou diversas medidas especiais para o momento do parto, inclusive com a construção rápida de uma nova área exclusiva de pronto atendimento às gestantes, isolada das demais áreas de pronto atendimento. O intuito é assegurar a saúde e proteger nossas gestantes, bebês e também os profissionais, que estão na linha de frente.

Diante dos riscos, diminuímos a circulação de pessoas nos ambientes do hospital, inclusive no setor da maternidade. Portanto, só será permitido um acompanhante por gestante (que não apresente nenhuma suspeita clínica de gripe). Neste período, não serão permitidos fotógrafos ou cinegrafistas para o registro dos partos.

Com relação aos profissionais médicos, enfermeiros obstetras, obstetrizes ou doulas, todos são fundamentais para assistência, em especial neste momento. Profissionais habilitados e devidamente credenciados pelo Hospital devem seguir as rigorosas regras determinadas pelos protocolos de segurança da instituição, fundamentadas nas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A instituição valoriza a assistência multiprofissional aos pacientes e nossa equipe estará à disposição para o atendimento e apoio durante toda a assistência hospitalar com a máxima segurança e excelência. Todos devem participar do cuidado, seguindo as orientações de segurança propostas e procurando minimizar a equipe apenas à essencialmente necessária a cada cenário clínico, reduzindo o risco potencial de contaminação.

O aprimoramento do fluxo de pacientes e a definição de condutas de proteção fazem parte de um extenso e rigoroso trabalho de toda a equipe do Sepaco, os quais podem ser atualizados dia a dia, conforme a evolução da pandemia.

Além disto, foram criados aos pacientes e seus familiares, diversos meios alternativos de comunicação e apoio psicológico para minimizar os transtornos decorrentes do necessário isolamento social, especialmente aos pacientes com suspeita ou infecção confirmada pelo Covid19.

É essencial a união de todos para enfrentarmos este momento de Pandemia.

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O Hospital Sepaco integra a rede de hospitais da iniciativa Coalizão COVID Brasil, unidos em prol do combate ao COVID-19. Por meio de pesquisas, o grupo tem por objetivo avaliar a eficácia e segurança dos medicamentos hidroxicloroquina e azitromicina para pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Este projeto surgiu de uma parceria entre o Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio Libanês e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet), em conjunto com o Ministério da Saúde, e contará com o apoio da farmacêutica EMS, fornecendo os medicamentos para estudos.

Ao todo, de 40 a 60 hospitais em todo o país participarão desta iniciativa e realizarão três pesquisas. A Coalização I – primeira fase dos estudos, que terá 630 pacientes internados e com menor gravidade por COVID-19; a Coalização II – com 440 pacientes em estágios mais graves da doença e que necessitem de maior suporte respiratório; e a Coalização III – as pesquisas avaliarão a efetividade da dexametasona em 284 pacientes com insuficiência respiratória grave, que necessitam de suporte ventilador mecânico para respirar.

Para o Dr. Flávio Freitas, médico intensivista do Hospital Sepaco e responsável pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP), o mundo vive um momento extremamente delicado, e a necessidade de unir forças é fundamental para combater a pandemia do COVID-19. O médico destaca ainda a satisfação de toda a instituição em estar presente neste projeto.

“Estamos certos que esta iniciativa será um sucesso, e muito felizes em poder contribuir nessa luta, salvando o máximo de vidas que pudermos. Esta é a motivação para continuarmos com total empenho e dedicação na descoberta de um medicamento eficaz para o novo coronavírus”, destaca.

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Em razão deste momento de enfrentamento do novo coronavírus, os critérios para visita aos pacientes internados estão temporariamente alterados:

Somente 01 (UM) visitante ou acompanhante por leito
As trocas de acompanhantes serão limitadas a uma vez ao dia
Horários das visitas: 10h às 17h

Somente 01 (UM) visitante por leito. Não será permitido rodízio.
Horários das visitas: somente das 15h às 17h

Somente 01 (UM) acompanhante por leito
As trocas de acompanhantes serão entre pai e mãe e limitadas a uma vez ao dia

Não serão permitidas visitas de pessoas com sintomas gripais ou resfriados.

Pessoas idosas (maiores de 65 anos), gestantes ou que tenham doenças crônicas como cardiovasculares, pulmonares, renais, diabetes mellitus, presença de doenças ou uso de medicamentos que alterem a imunidade, não devem realizar visitas a pacientes internados.

Higienizar as mãos nas seguintes situações:

  • entrada e saída do hospital
  • entrada e saída da unidade de internação
  • antes das refeições
  • antes e após usar o banheiro
  • ao tossir ou espirrar
  • sempre que tiver contato com o paciente

O uso de máscaras não é recomendado para todas as pessoas. Siga as orientações das equipes de atendimento.

Não circule pelos ambientes do hospital. Restrinja a visita ao quarto onde está o seu familiar ou conhecido.

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O Hospital Sepaco inaugura um novo Pronto Atendimento Ginecológico e Obstétrico. O objetivo é oferecer um ambiente privativo e especializado para essas pacientes.

Elas tem agora à disposição um novo espaço, exclusivo às necessidades deste momento tão especial com:

  • 3 consultórios
  • atendimento personalizado e reservado
  • equipe médica e de enfermagem especializada
  • equipamentos modernos para análise, monitoramento e diagnóstico

O novo espaço está integrado ao Centro de Medicina Fetal, que é voltado tanto para a realização de consultas e exames diagnósticos de rotina na gestação (ultrassom morfológico e ultrassom obstétrico, entre outros) como para tratamento e acompanhamento de bebês com diagnóstico de doença intrauterina.

Pronto Atendimento Ginecológico e Obstétrico
Acesso pela Rua Vergueiro, 4210 – Andar Térreo

Horários de Atendimento
Pronto Atendimento: 24h
Serviço de valet no local

Veja algumas imagens:

Sala de observação

Sala de cardiotoco

Novos consultórios

Em 30 de janeiro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. Os coronavírus são a segunda principal causa do resfriado comum (após rinovírus) e, até as últimas décadas, raramente causavam doenças mais graves em humanos do que o resfriado comum.

Os casos de Covid-19 foram notificados pela primeira vez em 31 de dezembro de 2019, na China, na província de Hubei, e atualmente há casos em vários países do mundo. A OPAS e a OMS estão prestando apoio técnico aos países, na preparação e resposta ao surto de COVID-19.

O Hospital Sepaco possui protocolo de atendimento para casos suspeitos e casos confirmados da doença. A Instituição também preparou uma relação com as perguntas e respostas mais comuns referentes à doença.

Os coronavírus são uma grande família de vírus que podem causar doenças em animais e humanos. Em humanos, são provocadas infecções respiratórias que vão do resfriado comum a graves doenças. A Covid-19 é a doença causada pelo coronavírus descoberto em dezembro de 2019 (chamado de SARS-Cov-2).

Os sintomais mais comuns são: febre, cansaço, tosse seca.

Os sintomas menos comuns geralmente começam gradualmente e são caracterizados por dores, congestão nasal, coriza, dor de garganta, falta de ar.

Entretanto, algumas pessoas não apresentam sintomas.

A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial.

Pessoas idosas e com outras doenças crônicas como pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de desenvolver doenças graves.

A doença pode se espalhar por meio de gotículas do nariz ou da boca – expelidas por uma pessoa com COVID-19 ao tossir ou espirrar. Essas gotículas pousam em objetos e superfícies e podem infectar pessoas que as toquem.

O risco de infecção varia de acordo com onde você mora ou viajou. Ele é maior em áreas onde várias pessoas foram diagnosticadas com a doença. O início dos casos aconteceu na China, na província de Hubei e atualmente há casos em vários países do mundo.

A OMS está trabalhando com autoridades de saúde em todo o mundo para monitorar e responder aos surtos da doença. O Hospital Sepaco possui protocolo de atendimento para casos suspeitos e casos confirmados da doença.

A concentração de pessoas é um risco de contrair doenças respiratórias transmitidas por vírus.

Caso você não tenha sintomas e a pessoa também não, fique tranquilo/a pois é desnecessária a coleta de exames em pacientes assintomáticos. O vírus só é detectado quando há sintomas, de preferência nos primeiros 7 dias do início do quadro clínico.

Caso haja possibilidade de trocar a data da viagem, escolha uma nova data e faça nova programação. Caso não seja possível evita-la, tome ainda mais cuidado com a higiene das mãos, evite aglomerações e siga as recomendações de proteção.

A testagem para o novo coronavírus só é indicada para pacientes que apresentam sintomas (febre e tosse) que retornaram de viagem internacional recente nos últimos 14 dias ou que tiveram contato com algum caso suspeito ou confirmado de coronavírus. Portanto, não está indicado para pacientes assintomáticos.

Não há necessidade de suspender consultas, exames e procedimentos previamente agendados no Sepaco. Caso você tenha sintomas respiratórios e/ou contato com algum caso suspeito ou confirmado de Covid-19, procure atendimento médico e avise na recepção a respeito dos sintomas. No Hospital Sepaco, você receberá uma máscara que deve ser usada durante todo o atendimento.

Os antibióticos funcionam apenas em infecções bacterianas. O Covid-19 é causado por vírus e antibióticos, portanto, não têm nenhum efeito e não podem ser usados como um meio de prevenção ou tratamento de Covid-19. Eles devem ser usados somente com indicação médica.

Até o momento não há vacina e/ou medicamento antiviral para prevenir ou tratar a Covid-19. Porém, as pessoas infectadas recebem cuidados para aliviar os sintomas. A maioria dos pacientes se recupera apenas com os cuidados de suporte. Porém, pessoas com doenças graves devem ser hospitalizadas.

Possíveis vacinas e tratamentos estão em fase de testes por meio de ensaios clínicos e a OMS está coordenando esforços para desenvolver vacinas e medicamentos que previnam e tratem a doença. As maneiras mais eficazes de se proteger são:

  • higienizar frequentemente as mãos;
  • cobrir a boca e o nariz ao tossir, de preferência com lenço descartável;
  • manter uma distância de pelo menos 1 metro de pessoas com tosse e/ou espirros;
  • ao tossir, caso não tenha lenço descartável, cubra a boca e nariz com a dobra do cotovelo e higienize suas mãos na sequência.

A maioria dos casos de Covid-19 tem cura espontânea. Os índices de mortalidade são baixos, em torno de 2,1%.

Produtos desinfetantes como álcool 70% e água e sabão podem eliminar o coronavírus. Lavar constantemente as mãos e o pulso com água e sabão ou com álcool em gel são ações importantes e eficazes no combate ao vírus. Para a limpeza de superfícies, é recomendado o uso de água e sabão.

Não passe álcool em gel nos utensílios domésticos para evitar danos nos itens. Utilize álcool 70% líquido.

  • higienize regularmente as mãos com álcool gel 70% ou água e sabão pois isso elimina o vírus;
  • mantenha, pelo menos, 1 metro de distância entre você e qualquer pessoa com tosse e/ou espirro pois eles pulverizam pequenas gotas do nariz e/ou boca que podem conter o vírus. A proximidade pode fazer você respirar as gotículas, incluindo o novo coronavírus, caso a pessoa que tossiu tenha a doença;
  • evite tocar nos olhos, nariz e boca. As mãos tocam muitas superfícies que podem estar infectadas pelo vírus e, posteriormente, transferi-lo para os olhos, nariz ou boca;
  • certifique-se de que você e todos ao seu redor tenham uma boa higiene respiratória cobrindo a boca e o nariz ao tossir e/ou espirrar, descartando o tecido usado imediatamente. Seguir uma boa higiene respiratória ajuda a proteger as pessoas ao seu redor contra doenças causadas por vírus como o Covid-19 e também gripes e resfriados;
  • em caso de febre, tosse e dificuldade para respirar, procure atendimento médico imediatamente e siga todas as instruções;
  • mantenha-se informado sobre a Covid-19. As autoridades nacionais e locais terão as informações necessárias e mais atualizadas sobre a situação. Somente com informação e atendimento médico quando necessário é possível se proteger e evitar a propagação do vírus e de outras infeções.

Idosos e pessoas com condições médicas pré-existentes (como pressão alta, doenças cardíacas ou diabetes) parecem desenvolver doenças graves com mais frequência do que outros.

Pessoas sem sintomas respiratórios, como tosse e ou espirro, não precisam usar máscara. A OMS recomenda o uso racional de máscaras e somente em pessoas que apresentam sintomas da COVID-19 (tosse e/ou). O uso de máscaras é fundamental para os profissionais de saúde e para pessoas que cuidam (em casa ou em estabelecimento de saúde) de indivíduos com sintomas da doença.

Uma suspeita de infecção por COVID-19 está ligada a viagens em áreas onde os casos foram relatados, contato próximo com alguém que viajou para essas áreas e ficou doente.

A maioria das estimativas do período de incubação do coronavírus da COVID-19 varia de 1 a 14 dias, mas geralmente é em torno de cinco dias. Esses dados serão atualizados à medida que mais informações estiverem disponíveis. “Período de incubação” é o tempo entre a contaminação pelo vírus e o início dos sintomas da doença.

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns entre os animais. Raramente as pessoas são infectadas por eles e, quando isso acontece, os vírus podem espalhar para outras pessoas. As possíveis fontes da COVID-19, como o morcego, ainda não totalmente confirmadas.

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns entre os animais. Raramente as pessoas são infectadas por eles e, quando isso acontece, os vírus podem espalhar para outras pessoas. As possíveis fontes da COVID-19, como o morcego, ainda não foram totalmente confirmadas.

Para se proteger, evite o contato direto com animais e superfícies que entraram em contato com animais.

Garanta também boas práticas de segurança alimentar: manuseie carne crua, leite ou órgãos de animais com cuidado para evitar a contaminação de alimentos não cozidos e também o consumo de produtos de animais crus ou mal cozidos.

Ainda não há evidências de que o animais de companhia ou animais de estimação, como gatos e cães, podem espalhar o vírus que causa a COVID-19.

Não se sabe quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive na superfície, mas ele parece se comportar com outros coronavírus. Estudos sugerem que os coronavírus podem persistir nas superfícies por algumas horas. Isso pode variar de acordo com o tipo de superfície, a temperatura ou umidade do ambiente.

Para higienizar uma superfície que possa estar infectada, limpe-a com um desinfetante simples para matar o vírus e proteger a si e aos outros. Higienize as mãos com álcool gel a 70% ou água e sabão e evite tocar olhos, boca ou nariz.

A probabilidade de uma pessoa infectada contaminar mercadorias comerciais é baixa e mesmo se houvesse infecção, o risco de pegar o vírus que causa a COVID-19 em um pacote que foi movido, transportado e exposto a diferentes condições e temperaturas também é baixo.

As seguintes medidas NÃO são eficazes contra a Covid-2019 e podem ser prejudiciais:

  • tabagismo
  • tomar remédios tradicionais à base de plantas
  • usar várias máscaras
  • automedicar-se, por exemplo com antibióticos

De qualquer forma, caso você tenha febre, tosse e dificuldade para respirar, procure atendimento médico com antecedência para reduzir o risco de desenvolver uma infecção mais grave e compartilhe seu histórico de viagens recentes com médicos.

A internação deve ser definida por uma equipe médica. A indicação de internação restringe-se a uma minoria de pacientes com sinais de doença grave, tais como insuficiência respiratória ou disfunções em outros órgãos.

O isolamento respiratório domiciliar é indicado nos casos suspeitos ou confirmados da COVID-19 sem necessidade de internação e apenas como medida de segurança para tentar evitar a disseminação da doença. De forma geral, as recomendações são:

  • permanecer em isolamento domiciliar voluntário (em casa) durante 14 dias (a partir da data do início dos sintomas);
  • manter distância dos familiares e permanecer em ambientes privativos;
  • manter o ambiente de sua casa com ventilação natural;
  • utilizar máscara cirúrgica descartável durante este período e trocá-las quando estiverem úmidas;
  • não frequentar locais públicos como escola e ambiente de trabalho, e só sair de casa em situações de emergência durante o período de isolamento;
  • cobrir o nariz e a boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar;
  • higienizar as mãos frequentemente com álcool gel alcoólico ou água e sabonetes;
  • evitar tocar boca, olhos e nariz sem higienização das mãos;
  • não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.

Não há relatos de transmissão do coronavírus através do leite materno. A contaminação ocorre principalmente por meio de gotículas geradas por uma pessoa contaminada durante tosse/espirros.

Ainda não é possível afirmar sobre o potencial de transmissão vertical do coronavírus (antes, durante ou depois do parto). Dos poucos relatos científicos que existem sobre a COVID-19, nenhum dos recém-nascidos de mães doentes apresentaram o vírus.

A contaminação ocorre principalmente por meio de gotículas geradas por uma pessoa contaminada durante tosse/espirros.

Para evitar a propagação e a informação por meio de fake news (notícias falsas), utilize os seguintes sites:

OPAS
OMS


Fontes: Equipe de SCIH do Hospital Sepaco, Centers for Disease Control and Prevention (CDC), Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Panamericana da Saúde (OPAS).

Atualizado em: 02/03/2020

Os fatores relacionados ao ambiente onde vivemos e saúde tem bastante destaque nas conversas do dia a dia, mas a poeira doméstica é o maior destaque e, por isso, está sendo bastante estudada nos últimos anos. No passado pouco se sabia sobre ela e, por mais que conheçamos cada vez mais coisas, ainda há muito o que se descobrir. Nos dias de hoje sabemos muitas coisas que já podem nos servir como conhecimento para cuidarmos de nossa saúde.
Hoje, sabemos que a poeira doméstica é composta basicamente de restos orgânicos de pele humana (originada da descamação habitual do nosso corpo), como também de restos animais: não só dos animais que adotamos para nosso convívio (“pets”), como de animais indesejados como baratas, mosquitos, insetos de maneira geral e ratos, por exemplo. Além desses componentes, devemos considerar as partículas que compõe as fezes destes seres vivos.
Na poeira também encontramos restos alimentares, resíduos de plantas, bactérias, fungos e ácaros, que são seres microscópicos extremamente alergênicos ao homem. Se nessa casa ainda houver fumaça, seja ela oriunda da poluição de veículos automotivos, cigarro ou mesmo da lenha da lareira, tornamos a poeira ainda mais rica em substâncias tóxicas que podem afetar a saúde do ser humano.
Todas essas partículas podem ser gatilhos ou causas para doenças. As mais evidentes e conhecidas são as doenças respiratórias como asma, rinite e bronquite que geralmente estão relacionadas aos fungos, ácaros e células mortas presentes na poeira. Os elementos gerados na queima de combustível, da lenha ou dos cigarros (cigarro eletrônico, narguilé, charuto, cachimbo e outras drogas inalantes) também são considerados importantes desencadeadores dos problemas respiratórios e também de processos dermatológicos de cunho alérgico, como as urticárias.
As descamações dos animais e do homem, bem como componentes de suas fezes são importantes veículos de bactérias, ovos de parasitas e até mesmo vírus. Virus de diferentes espécies podem existir vivos por minutos ou dias nas superfícies onde foram depositados. Assim, o mínimo contato com a poeira doméstica pode ser catastrófico. E é, acompanhada do mofo, um dos dois maiores vilões a serem combatidos dentro de casa.
Dicas para uma limpeza eficaz
Para que a limpeza tenha efeito, a poeira deve ser removida, e não espalhada. O uso de espanador e de alguns aspiradores sem filtro podem apenas mudar o lugar da poeira, pois ela é sugada e devolvida pelo próprio motor do aspirador sem filtro. Para resolver esse problema, basta usar pano úmido e depois outro seco em seguida – para evitar umidade desnecessária – ou melhor ainda, aspiradores com filtros potentes ou que tenham o sistema de jogar a poeira dentro de um dispositivo com água.
Para eliminar o mofo, deve-se antes removê-lo com uma solução de água sanitária e água (para preparar 1L dessa solução, coloque 910mL de água e 90mL de água sanitária). Caso prefira ou se a superfície a ser limpada possa ser prejudicada pela água sanitária, você pode utilizar uma mistura de vinagre com bicarbonato de sódio (coloque 1 frasco de vinagre de álcool num frasco borrifador e coloque 1 colher de bicarbonato de sódio). Essa mistura pode produzir efervescência, tenha cuidado. Seja qual for a mistura escolhida, use luvas e escova para trabalhar.
Se a área comprometida pelo fungo for grande, é interessante usar máscara também. Umedeça a área acometida com a mistura, espere 30 minutos, e remova o fungo com a ajuda de uma escova (uma escova de dente usada pode ser uma grande aliada nesse tipo de limpeza). Depois, limpe com um pano. Para evitar o reaparecimento, lembre-se que é importante manter o ambiente seco e ventilado. O mercado oferece produtos desumidificadores elétricos ou não, mas alternativas caseiras – como saquinhos de tule recheados de giz – também são bastante divulgadas pela internet.
A poeira sempre fica depositada em cortinas, tapetes e bichos de pelúcia. Para evitar o acúmulo, remova-a semanalmente ou no máximo a cada 2 semanas e considere uma importante mudança de hábito: evite caminhar pela casa com os sapatos usados ao longo do dia pois eles carregam muitos outros tipos de sujeiras que podem comprometer sua saúde. Assim, sempre deixe perto da porta de entrada um chinelo.
Outro ponto importante a se considerar é que muitos dos produtos de limpeza têm cheiros fortes ou componente irritativos que podem comprometer a saúde. Lembre-se: água, sabão, álcool, vinagre, bicarbonato de sódio, um pouco de água sanitária e panos secos são suficientes para melhorar a saúde da casa e de seus moradores.
Texto: Dra Regina L B Matielo – Infectologista Infantil do SCIH do Hospital Sepaco
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A equipe da UTI Adulto do Hospital Sepaco participou da sexta Sessão de Aprendizagem Presencial (SAP) do Projeto Colaborativo “Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil”, de combate às infecções relacionadas à assistência à saúde. A atividade aconteceu nos dias 26 e 27 de novembro, na cidade de São Paulo.

Ao todo, 119 hospitais brasileiros, entre instituições públicas e filantrópicas, trocaram experiências relacionadas às melhorias de processos da assistência hospitalar. A equipe do Sepaco contribuiu com a oficina de implementação de melhorias de visita multiprofissional em UTI.

No Brasil, os hospitais participantes alcançaram até o momento resultados expressivos, sendo 46% de redução de infecção da corrente sanguínea pelo cateter venoso central, 62% de redução de infecção do trato urinário pelo cateter vesical de demora e 51% de redução de pneumonia associada à ventilação mecânica.

O projeto tem duração de 36 meses e será realizado até outubro de 2020. A condução das atividades é feita pelo Proadi-SUS, IHI (Institute of Healthcare Improvement) e hospitais Sírio Libanês, Albert Einstein, Oswaldo Cruz, Moinhos de Vento e Hcor. A ação tem o desafio de reduzir em 50% o número de infecções relacionadas ao uso de cateter venoso central, cateter vesical de demora e ventilação mecânica. O Hospital Sepaco já atingiu 2 dos objetivos e caminha para o terceiro com o excelente engajamento do nosso time da UTI adulto.

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A doença atinge 425 milhões de pessoas no mundo e causa mais de cinco milhões de mortes a cada ano

O Brasil é o 4º país no mundo com maior número de pessoas com diabetes – 14,5 milhões de brasileiros convivem com a doença, segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF –International Diabetes Federation), desse total, quase sete milhões não sabem que têm a doença.

Neste Dia Mundial do Diabetes, 14 de novembro, a Dra. Keyla Facchin Guedes, endocrinologista do Hospital Sepaco, chama a atenção sobre a importância de conscientizar toda sociedade sobre esta doença silenciosa e aparentemente inofensiva. Ela também explica como identificá-la nas crianças para que este número não se agrave ainda mais.

Quando seu filho apresenta cansaço, muita fome e sede, ou, mesmo se alimentando, perde peso, vale a pena procurar uma orientação médica e realizar alguns exames para verificar se a criança está com diabetes.

É necessário prestar atenção nas crianças, pois a cada dia aumentam os casos no mundo, principalmente por conta de má alimentação e sedentarismo resultante da vida moderna e corrida. Para este público, o diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é o mais comum. No entanto, tem ocorrido um aumento dos casos de diabetes tipo 2 (DM2) nessa faixa etária, devido ao aumento da incidência de obesidade na infância e na adolescência, o que “atrapalha” a ação da insulina.

Já o DM1, ocorre porque o próprio sistema de defesa da pessoa destrói as células do pâncreas que produzem insulina e, por isso, é necessária a aplicação da insulina. É fundamental manter um adequado controle da glicose no sangue a fim de que o paciente tenha uma boa qualidade de vida, sem complicações.

Independente do tipo de diabetes, o tratamento baseia-se em uma alimentação saudável e na prática de atividade física (incluindo as brincadeiras). Tratando-se de crianças e adolescentes, os pais têm papel indispensável nesse tratamento, participando de todo o processo.

Para a especialista, a falta de tratamento do diabetes prolonga a hiperglicemia (nível de açúcar acima do normal), o que pode acarretar problemas mais sérios de saúde, como as seguintes complicações: problemas nos rins, olhos, alteração de sensibilidade e aumento do risco de doenças cardiovasculares. “Procure sempre um médico para tomar as decisões corretas”, alerta.

A médica ainda ressalta que a garotada com diabetes pode e deve levar uma vida normal e, se necessário, fazer o uso de medicação (insulinas). “A família e as pessoas mais próximas são a base para que isso ocorra de uma forma natural. Afinal, é possível adaptar o diabetes à rotina da criança”, finaliza a Dra. Keyla.

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