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Notícias

23 de setembro de 2019

Estresse é uma resposta física do nosso organismo a um estímulo. Quando estressado, o corpo pensa que está sob ataque e muda para o modo “lutar ou fugir”, liberando uma mistura complexa de hormônios e substâncias químicas como adrenalina, cortisol e norepinefrina para preparar o corpo para a ação física.

O estresse pode ser causado por preocupações no dia a dia, no trabalho, no trânsito muito intenso, falta de tempo para o lazer ou até o surgimento de alguma situação na família.

Veja algumas dicas para combater o estresse:

Identifique a causa

Monitore o estado de espírito ao longo do dia. Se você se sentir cansado ou estressado, observe e anote as causas, pensamentos e humor. Sabendo o que te incomoda, é possível elaborar um plano de ação para tratar.

Passe tempo com amigos e família

O apoio social dos amigos e familiares pode te ajudar a passar por momentos de estresse. A sensação de pertencer a uma “rede social” ajuda a melhorar a sua autoestima, o que pode ser útil em tempos difíceis.

Escolha atividades que acalmem

Muitas pessoas se acalmam fazendo boxe ou correndo, por exemplo, mas outras podem se dar melhor com atividades mais calmas, como ioga, ou aderindo a massagens relaxantes, meditação ou acupuntura.

O ideal é pesquisar sobre as mais variadas atividades e escolher aquela que realmente te dará prazer e permitirá que você relaxe, esquecendo-se dos problemas e preocupações do dia a dia.

Peça ajuda

Se você continuar se sentindo cansado e oprimido, procure a ajuda de um psicólogo. Um profissional de psicologia irá orientá-lo a lidar com as fontes de estresse de forma efetiva. Um psicólogo o ajudará a identificar situações e crenças que contribuem para melhora do estresse.

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20 de setembro de 2019

Ao longo de 63 anos de atividades, a instituição conquistou reconhecimento e tornou-se referência no setor. Os investimentos em infraestrutura, equipamentos de última geração, hotelaria, qualificação de colaboradores e novas unidades, possibilitaram ao Sepaco atingir o status de um Sistema Integrado de Saúde e com foco cada vez maior no atendimento humanizado.

Clique nas fotos para visualizar os depoimentos dos colaboradores.

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14 de setembro de 2019

Neste domingo (15), em todo o Brasil, é comemorado o Dia do Cliente. Esta data serve para lembrar que a relação entre empresa e cliente pode ser mais próxima a cada dia.

No Hospital Sepaco, as equipes assistenciais e de apoio trabalham de modo integrado com a nossa equipe de SAC, que está pronta para atender, ouvir e orientar os clientes.

As manifestações recebidas são repassadas às equipes para que os responsáveis possam transformá-las em ações estratégicas.

O SAC é um facilitador na comunicação entre o cliente e a instituição, solucionando queixas e divulgando elogios com eficácia, com o objetivo de atingir a satisfação do cliente e trabalhar para um Sepaco cada vez melhor.

Para entrar em contato conosco, utilize um de nossos canais:

– Telefone: 2182-4757
– Fale Conosco: www.sepaco.org.br/faleconosco
– Pesquisa de satisfação, disponível em todos os andares do hospital
– Atendimento Presencial: de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h, na rua Vergueiro, 4210, andar S1 – Vila Mariana
– Visitas ativas a pacientes internados

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13 de setembro de 2019

Sendo uma das principais causas de morte no Brasil, e que atinge cerca de 400 mil pessoas, tendo metade desse número marcado por óbitos, a Sepse é uma resposta do corpo a uma infecção que pode ocorrer em um ou mais órgãos. Alguns dos sintomas são hipotermia e hipertermia, sonolência ou confusão, febre alta e pressão baixa. Pessoas que possuem câncer, insuficiência renal, AIDS, diabetes, ou qualquer outra doença que reduza as defesas do organismo, tem maior possibilidade de contrair Sepse.

A implementação do protocolo gerenciado de sepse em instituições de saúde tem se mostrado capaz de reduzir a mortalidade da doença. O aumento na adesão a intervenções diagnósticas e terapêuticas é o fator que tem sido associado a melhores resultados.

Em meados de 2014, o Protocolo de Sepse foi implantado no Hospital Sepaco e contribuiu para a redução de 25% na taxa de mortalidade. O início do processo foi com a definição estratégica de condução dos casos, treinamento das equipes multidisciplinares e aprimoramento das ferramentas de análise. Mensalmente são realizadas reuniões com os setores para discussão e apresentação dos resultados obtidos, e realização contínua de treinamentos de nivelamento para adequar as melhores práticas.

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10 de setembro de 2019

A tristeza é um sentimento natural do ser humano. Todos nós, ao longo da vida, nos sentimos tristes e essa emoção é direcionada a algo, alguém ou algum evento. Ela tem começo, meio e fim, não necessariamente na mesma intensidade e com igual período de duração e tem um ciclo natural que se encerra sozinho com o passar do tempo ou com a redescoberta do prazer em atividades cotidianas rotineiras.

De acordo com a psicóloga da Promoção à Saúde do Sepaco Autogestão, Samantha Negrini, nem sempre uma pessoa triste demonstra o sentimento. “Uma pessoa que passa por um momento triste muitas vezes não chora ou fica deitada sem vontade de levantar e fazer atividades ou trabalhar. Muitas vezes a pessoa entristecida pode sair, conversar, sorrir, mas ela ainda se sente fragilizada ou frustrada, e esta é a grande diferença entre tristeza e depressão. A pessoa triste trabalha, faz atividades que gosta, apesar da tristeza”, explica.

Na depressão, apesar do sentimento de tristeza, a pessoa pode ficar sem vontade de fazer atividades, perder o prazer em atividades rotineiras e com isso perder qualidade de vida. “A depressão é uma doença e requer a avaliação de um psicólogo ou psicoterapeuta por ser um transtorno psíquico que não cessa sozinho, é mais intenso que a tristeza e se prolonga por muito tempo, geralmente além de duas semanas”, ressalta.

Tratamento

A tristeza não tem tratamento, mas, para voltar a viver feliz, a pessoa triste pode realizar terapia, buscar maneiras novas de enxergar a situação causadora da tristeza, realizar mudanças comportamentais e até mesmo desenvolver atividades sociais, culturais, etc. Tudo isso ajuda no processo de recuperação e superação da ação que provocou a tristeza.

A depressão, ao contrário, requer acompanhamento e atenção. “O tratamento é feito com base em medicamentos, mudanças de padrões de comportamento que visam melhorar a qualidade de vida e, assim como na tristeza, na realização de atividades sociais, esportivas e culturais”, finaliza.

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16 de agosto de 2019

Durante o mês de agosto é celebrado o “Agosto Dourado”, em defesa ao Aleitamento Materno. A ação é promovida em mais de 170 países pela Aliança Mundial pelo Aleitamento Materno, Unicef e OMS. No Brasil, este mês é dedicado a ações de promoção e incentivo à amamentação.

São inúmeros os benefícios da amamentação, que vão desde a redução da mortalidade em crianças menores de 5 anos, à proteção contra doenças infecciosas, incluindo prevenção de diarreia; melhoria no desenvolvimento cerebral e na saúde bucal; redução do risco de depressão, obesidade e diabetes tipo 2; prevenção do câncer de mama e de ovário nas mães que amamentam e promoção de uma microbiota saudável, entre outros.

Para que a amamentação possa ocorrer não basta apenas o desejo materno. Além de condições físicas e de saúde da mãe e do bebê, é necessário apoio familiar, apoio do parceiro e da sociedade. A equipe de saúde multidisciplinar tem papel fundamental nesse processo: começando pela hora de ouro, com o primeiro contato da mãe e do bebê, logo após o nascimento; durante a amamentação na primeira hora de vida, com o acolhimento e suporte à mãe logo após o parto e passando as orientações necessárias para garantir a saúde da mãe e do bebê. É fundamental também que a equipe tire as dúvidas, explique a pega correta, estimule a participação do pai, acalme e esteja presente neste momento. O período na maternidade, com alojamento conjunto, pode ser um ótimo gatilho para que a amamentação tenha sucesso.

No caso de um nascimento prematuro ou com alguma complicação, levando o recém-nascido para UTI Neonatal, a oferta do leite materno ao bebê pode ser prejudicada por vários fatores, como estresse materno, necessidade de jejum do recém-nascido ou impossibilidade do bebê mamar ao seio. Por todos esses fatores a intervenção e o apoio da equipe multidisciplinar são ainda mais necessários, com orientações e suporte à mãe, para que o leite materno seja ofertado por outros meios até que a amamentação possa ser reestabelecida.

O Hospital Sepaco está empenhado em favorecer o aleitamento materno, já apresentando ótimos índices de alta em aleitamento materno exclusivo, mesmo em bebês que permaneceram internados em UTI, devido ao trabalho em conjunto entre as especialidades.

Dra. Renata Castro
Coordenadora assistencial da Uti neonatal do Hospital Sepaco

3 de agosto de 2019

O que é o sarampo?
O Sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa, que se manifesta com febre, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele (exantema maculopapular). A doença pode ser acompanhada de complicações sérias, principalmente em crianças menores de 05 anos, adultos maiores de 20 anos ou pessoas com algum grau de imunodepressão.

Como eu posso contrair o sarampo?
A transmissão é direta de pessoa a pessoa, por meio das secreções expelidas pela tosse, respiração ou fala e que permanecem dispersas no ar, principalmente em ambientes fechados como escolas, creches, clínicas e meios de transporte. Após a contaminação, as pessoas infectadas podem transmitir a doença cerca de 4 a 6 dias antes do aparecimento da erupção cutânea até 4 dias após a reação.

Quanto tempo após a exposição ao doente aparecem os sintomas do sarampo?
Os sintomas aparecem, em média, de 10 a 12 dias após a exposição ao vírus.

Quais são os sinais e sintomas?
O primeiro sinal do Sarampo é a febre alta, que dura de 04 a 07 dias, acompanhada de coriza, tosse e vermelhidão nos olhos. Em seguida, surgem manchas avermelhadas na pele, que podem durar até 03 dias. Essas manchas começam pelo rosto e parte de trás do pescoço, e aos poucos progridem em direção aos membros inferiores. Após este período, elas desaparecem na mesma ordem de seu surgimento.

Existe tratamento para o sarampo?

Não há tratamento específico para o sarampo, apenas sintomáticos.

Como prevenir o sarampo?

A vacina contra sarampo é a única forma de prevenir a ocorrência da doença na população.

Esquema Vacinal:
1ª dose: Vacina tríplice viral sarampo-caxumba-rubéola (SCR), aos 12 meses de idade;
2ª dose: Vacina tetraviral (SCR e varicela) com 15 meses até 6 anos, 11 meses e 29 dias;
Pessoas dos 07 aos 29 anos devem ter 02 doses de vacina SCR, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas;
Adultos com idade superior a 30 anos até os nascidos a partir de 1960, não vacinados ou sem comprovação de dose, devem tomar 1 dose da vacina SCR
Profissionais da saúde devem ter 2 doses de vacina SCR, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

19 de julho de 2019

No mês de junho, o Hospital Sepaco recebeu o certificado “UTI EFICIENTE” fornecido pela Epimed Solutions. Este certificado indica que a UTI Adulto do Sepaco obteve bons resultados clínicos por meio da utilização eficiente dos recursos utilizados no tratamento de pacientes com quadro crítico. Deste modo, o trabalho realizado pela UTI contribuiu com a garantia de qualidade no cuidado de pacientes de alta gravidade e complexidade.

O sistema da Epimed Solutions possui funções como gerenciamento de informações clínicas e perfil epidemiológico da UTI em tempo real e monitoramento à beira do leito das medidas de aderência às melhores práticas assistenciais e de prevenção de eventos adversos e infecções relacionadas aos cuidados de saúde com o uso de checklists e bundles, entres outras funcionalidades. Este sistema é utilizado em mais de 1000 UTIs na América Latina e Europa, com mais de 2,5 milhões de pacientes cadastrados e permite que os hospitais façam benchmarking por meio de análise online de dados de outras unidades que o utilizam. O Hospital Sepaco utiliza um software para gestão de saúde que foi integrado a este sistema, o que permite que as informações sejam atualizadas com uma base de dados abastecida em tempo real.

O Hospital Sepaco utiliza o sistema desde 2012 e prepara suas equipes para uso adequado da ferramenta. “Este resultado só foi possível graças à dedicação de toda a equipe em manter a atenção voltada ao paciente e abastecer o sistema com informações mantendo critérios claros”, disse Dra. Nathaly Fonseca Nunes, Coordenadora da UTI Adulto do Hospital Sepaco. A UTI Adulto conta com uma equipe multidisciplinar e tem em seus princípios a crença do Hospital Sepaco “Qualidade e Eficiência fazem bem à saúde”.

1 de julho de 2019

A partir do dia 1º de julho, o Hospital Sepaco conta com uma nova Equipe de Neurologia. Nesta linha de cuidado, o Hospital Sepaco passará a contar com atendimento especializado desde o pronto atendimento, com especialistas neurologistas disponíveis presencialmente, além de consultas ambulatoriais e exames diagnósticos específicos, tais como:

  • Atendimento neurológico no Pronto Atendimento, Unidades de Internação e UTI Adulto
  • Implementação do protocolo de Acidente Vascular Cerebral
  • Atendimento ambulatorial completo, com subespecialidades em neurologia
  • Doppler transcraniano
  • Eletroencefalograma
  • Eletroneuromiografia
  • Procedimentos terapêuticos específicos, tais como aplicação de toxina botulínica

A novidade está de acordo com os objetivos da instituição, oferecendo atendimento especializado de alta complexidade e com excelência, garantindo a melhor experiência aos pacientes.

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22 de maio de 2019

Qual é a causa da bronquiolite (BQL)?

A BQL é uma infecção viral bastante comum entre as crianças, provocando o inchaço e o acúmulo de muco nos bronquíolos, pequenas passagens de ar presentes nos pulmões. Normalmente se inicia com sintomas que se assemelham a um resfriado como tosse, coriza, obstrução nasal, irritabilidade, redução da aceitação das mamadas, podendo haver febre (viremia em via aérea superior), evoluindo para desconforto respiratório (“período de piora”) 3 a 5 dias depois (viremia em aérea inferior).

“Cerca de 80% dos casos são causados pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), mas outros vírus também podem causar a doença como rhinovirus, influenza, parainfluenza, adenovírus, metapneumovírus”, afirma a Dra. Talita Gongora Lodi Rizzini, pediatra e coordenadora do Serviço de Pediatria do Hospital Sepaco.

Quais são os cuidados fundamentais no tratamento?

Os cuidados irão depender da gravidade. Nem todos os casos de BQL necessitam de internação e apenas cerca de 15% deles necessitam de internação. Apenas pacientes com demanda por oferta de oxigênio, desconforto respiratório significativo, queda do estado geral e incapacidade de aceitarem líquidos adequadamente e grupos de risco como lactentes jovens < 2 – 3 m, cardiopatas, portadores de imunodeficiências, doenças pulmonares crônicas / broncodisplasia) devem ser hospitalizados. Nos casos mais leves, o tratamento é a hidratação e a limpeza das vias aéreas.

Por que o número de casos aumenta quando o tempo fica mais frio?

A principal época de sazonalidade na região sudeste do Brasil é o durante o outono e o início do inverno, ou seja, entre março e julho. A incidência começa a aumentar nesta época porque ocorre a diminuição da umidade relativa do ar.

“As partículas ficam em suspensão, os lugares permanecem mais fechados e isso favorece a contaminação ambiental. Além disso, as quedas bruscas de temperatura, em um mesmo dia contribui para o aumento dos quadros, tanto inflamatórios/infecciosos quanto alérgicos”, afirma a Dra. Talita.

O que acontece caso a criança não receba os cuidados adequados?

Geralmente a bronquiolite não apresenta complicações graves, porém algumas pesquisas defendem que bebês infectados pelo vírus causadores da bronquiolite tem maiores chances de desenvolver asma futuramente.

“Se não tratados adequadamente, casos graves de bronquiolite contribuem para o desenvolvimento de pneumonia, que deve, então, ser tratada separadamente. Além disso, a bronquiolite pode levar a criança à insuficiência respiratória, na qual só conseguirá respirar com ajuda de aparelhos”, finaliza a especialista.

Fonte: Dra. Talita Gongora Lodi Rizzini – Coordenadora da Pediatria
CRM: 122.213

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