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Os fatores relacionados ao ambiente onde vivemos e saúde tem bastante destaque nas conversas do dia a dia, mas a poeira doméstica é o maior destaque e, por isso, está sendo bastante estudada nos últimos anos. No passado pouco se sabia sobre ela e, por mais que conheçamos cada vez mais coisas, ainda há muito o que se descobrir. Nos dias de hoje sabemos muitas coisas que já podem nos servir como conhecimento para cuidarmos de nossa saúde.
Hoje, sabemos que a poeira doméstica é composta basicamente de restos orgânicos de pele humana (originada da descamação habitual do nosso corpo), como também de restos animais: não só dos animais que adotamos para nosso convívio (“pets”), como de animais indesejados como baratas, mosquitos, insetos de maneira geral e ratos, por exemplo. Além desses componentes, devemos considerar as partículas que compõe as fezes destes seres vivos.
Na poeira também encontramos restos alimentares, resíduos de plantas, bactérias, fungos e ácaros, que são seres microscópicos extremamente alergênicos ao homem. Se nessa casa ainda houver fumaça, seja ela oriunda da poluição de veículos automotivos, cigarro ou mesmo da lenha da lareira, tornamos a poeira ainda mais rica em substâncias tóxicas que podem afetar a saúde do ser humano.
Todas essas partículas podem ser gatilhos ou causas para doenças. As mais evidentes e conhecidas são as doenças respiratórias como asma, rinite e bronquite que geralmente estão relacionadas aos fungos, ácaros e células mortas presentes na poeira. Os elementos gerados na queima de combustível, da lenha ou dos cigarros (cigarro eletrônico, narguilé, charuto, cachimbo e outras drogas inalantes) também são considerados importantes desencadeadores dos problemas respiratórios e também de processos dermatológicos de cunho alérgico, como as urticárias.
As descamações dos animais e do homem, bem como componentes de suas fezes são importantes veículos de bactérias, ovos de parasitas e até mesmo vírus. Virus de diferentes espécies podem existir vivos por minutos ou dias nas superfícies onde foram depositados. Assim, o mínimo contato com a poeira doméstica pode ser catastrófico. E é, acompanhada do mofo, um dos dois maiores vilões a serem combatidos dentro de casa.
Dicas para uma limpeza eficaz
Para que a limpeza tenha efeito, a poeira deve ser removida, e não espalhada. O uso de espanador e de alguns aspiradores sem filtro podem apenas mudar o lugar da poeira, pois ela é sugada e devolvida pelo próprio motor do aspirador sem filtro. Para resolver esse problema, basta usar pano úmido e depois outro seco em seguida – para evitar umidade desnecessária – ou melhor ainda, aspiradores com filtros potentes ou que tenham o sistema de jogar a poeira dentro de um dispositivo com água.
Para eliminar o mofo, deve-se antes removê-lo com uma solução de água sanitária e água (para preparar 1L dessa solução, coloque 910mL de água e 90mL de água sanitária). Caso prefira ou se a superfície a ser limpada possa ser prejudicada pela água sanitária, você pode utilizar uma mistura de vinagre com bicarbonato de sódio (coloque 1 frasco de vinagre de álcool num frasco borrifador e coloque 1 colher de bicarbonato de sódio). Essa mistura pode produzir efervescência, tenha cuidado. Seja qual for a mistura escolhida, use luvas e escova para trabalhar.
Se a área comprometida pelo fungo for grande, é interessante usar máscara também. Umedeça a área acometida com a mistura, espere 30 minutos, e remova o fungo com a ajuda de uma escova (uma escova de dente usada pode ser uma grande aliada nesse tipo de limpeza). Depois, limpe com um pano. Para evitar o reaparecimento, lembre-se que é importante manter o ambiente seco e ventilado. O mercado oferece produtos desumidificadores elétricos ou não, mas alternativas caseiras – como saquinhos de tule recheados de giz – também são bastante divulgadas pela internet.
A poeira sempre fica depositada em cortinas, tapetes e bichos de pelúcia. Para evitar o acúmulo, remova-a semanalmente ou no máximo a cada 2 semanas e considere uma importante mudança de hábito: evite caminhar pela casa com os sapatos usados ao longo do dia pois eles carregam muitos outros tipos de sujeiras que podem comprometer sua saúde. Assim, sempre deixe perto da porta de entrada um chinelo.
Outro ponto importante a se considerar é que muitos dos produtos de limpeza têm cheiros fortes ou componente irritativos que podem comprometer a saúde. Lembre-se: água, sabão, álcool, vinagre, bicarbonato de sódio, um pouco de água sanitária e panos secos são suficientes para melhorar a saúde da casa e de seus moradores.
Texto: Dra Regina L B Matielo – Infectologista Infantil do SCIH do Hospital Sepaco
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A equipe da UTI Adulto do Hospital Sepaco participou da sexta Sessão de Aprendizagem Presencial (SAP) do Projeto Colaborativo “Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil”, de combate às infecções relacionadas à assistência à saúde. A atividade aconteceu nos dias 26 e 27 de novembro, na cidade de São Paulo.

Ao todo, 119 hospitais brasileiros, entre instituições públicas e filantrópicas, trocaram experiências relacionadas às melhorias de processos da assistência hospitalar. A equipe do Sepaco contribuiu com a oficina de implementação de melhorias de visita multiprofissional em UTI.

No Brasil, os hospitais participantes alcançaram até o momento resultados expressivos, sendo 46% de redução de infecção da corrente sanguínea pelo cateter venoso central, 62% de redução de infecção do trato urinário pelo cateter vesical de demora e 51% de redução de pneumonia associada à ventilação mecânica.

O projeto tem duração de 36 meses e será realizado até outubro de 2020. A condução das atividades é feita pelo Proadi-SUS, IHI (Institute of Healthcare Improvement) e hospitais Sírio Libanês, Albert Einstein, Oswaldo Cruz, Moinhos de Vento e Hcor. A ação tem o desafio de reduzir em 50% o número de infecções relacionadas ao uso de cateter venoso central, cateter vesical de demora e ventilação mecânica. O Hospital Sepaco já atingiu 2 dos objetivos e caminha para o terceiro com o excelente engajamento do nosso time da UTI adulto.

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A doença atinge 425 milhões de pessoas no mundo e causa mais de cinco milhões de mortes a cada ano

O Brasil é o 4º país no mundo com maior número de pessoas com diabetes – 14,5 milhões de brasileiros convivem com a doença, segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF –International Diabetes Federation), desse total, quase sete milhões não sabem que têm a doença.

Neste Dia Mundial do Diabetes, 14 de novembro, a Dra. Keyla Facchin Guedes, endocrinologista do Hospital Sepaco, chama a atenção sobre a importância de conscientizar toda sociedade sobre esta doença silenciosa e aparentemente inofensiva. Ela também explica como identificá-la nas crianças para que este número não se agrave ainda mais.

Quando seu filho apresenta cansaço, muita fome e sede, ou, mesmo se alimentando, perde peso, vale a pena procurar uma orientação médica e realizar alguns exames para verificar se a criança está com diabetes.

É necessário prestar atenção nas crianças, pois a cada dia aumentam os casos no mundo, principalmente por conta de má alimentação e sedentarismo resultante da vida moderna e corrida. Para este público, o diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é o mais comum. No entanto, tem ocorrido um aumento dos casos de diabetes tipo 2 (DM2) nessa faixa etária, devido ao aumento da incidência de obesidade na infância e na adolescência, o que “atrapalha” a ação da insulina.

Já o DM1, ocorre porque o próprio sistema de defesa da pessoa destrói as células do pâncreas que produzem insulina e, por isso, é necessária a aplicação da insulina. É fundamental manter um adequado controle da glicose no sangue a fim de que o paciente tenha uma boa qualidade de vida, sem complicações.

Independente do tipo de diabetes, o tratamento baseia-se em uma alimentação saudável e na prática de atividade física (incluindo as brincadeiras). Tratando-se de crianças e adolescentes, os pais têm papel indispensável nesse tratamento, participando de todo o processo.

Para a especialista, a falta de tratamento do diabetes prolonga a hiperglicemia (nível de açúcar acima do normal), o que pode acarretar problemas mais sérios de saúde, como as seguintes complicações: problemas nos rins, olhos, alteração de sensibilidade e aumento do risco de doenças cardiovasculares. “Procure sempre um médico para tomar as decisões corretas”, alerta.

A médica ainda ressalta que a garotada com diabetes pode e deve levar uma vida normal e, se necessário, fazer o uso de medicação (insulinas). “A família e as pessoas mais próximas são a base para que isso ocorra de uma forma natural. Afinal, é possível adaptar o diabetes à rotina da criança”, finaliza a Dra. Keyla.

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Estresse é uma resposta física do nosso organismo a um estímulo. Quando estressado, o corpo pensa que está sob ataque e muda para o modo “lutar ou fugir”, liberando uma mistura complexa de hormônios e substâncias químicas como adrenalina, cortisol e norepinefrina para preparar o corpo para a ação física.

O estresse pode ser causado por preocupações no dia a dia, no trabalho, no trânsito muito intenso, falta de tempo para o lazer ou até o surgimento de alguma situação na família.

Veja algumas dicas para combater o estresse:

Identifique a causa

Monitore o estado de espírito ao longo do dia. Se você se sentir cansado ou estressado, observe e anote as causas, pensamentos e humor. Sabendo o que te incomoda, é possível elaborar um plano de ação para tratar.

Passe tempo com amigos e família

O apoio social dos amigos e familiares pode te ajudar a passar por momentos de estresse. A sensação de pertencer a uma “rede social” ajuda a melhorar a sua autoestima, o que pode ser útil em tempos difíceis.

Escolha atividades que acalmem

Muitas pessoas se acalmam fazendo boxe ou correndo, por exemplo, mas outras podem se dar melhor com atividades mais calmas, como ioga, ou aderindo a massagens relaxantes, meditação ou acupuntura.

O ideal é pesquisar sobre as mais variadas atividades e escolher aquela que realmente te dará prazer e permitirá que você relaxe, esquecendo-se dos problemas e preocupações do dia a dia.

Peça ajuda

Se você continuar se sentindo cansado e oprimido, procure a ajuda de um psicólogo. Um profissional de psicologia irá orientá-lo a lidar com as fontes de estresse de forma efetiva. Um psicólogo o ajudará a identificar situações e crenças que contribuem para melhora do estresse.

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Ao longo de 63 anos de atividades, a instituição conquistou reconhecimento e tornou-se referência no setor. Os investimentos em infraestrutura, equipamentos de última geração, hotelaria, qualificação de colaboradores e novas unidades, possibilitaram ao Sepaco atingir o status de um Sistema Integrado de Saúde e com foco cada vez maior no atendimento humanizado.

Clique nas fotos para visualizar os depoimentos dos colaboradores.

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Neste domingo (15), em todo o Brasil, é comemorado o Dia do Cliente. Esta data serve para lembrar que a relação entre empresa e cliente pode ser mais próxima a cada dia.

No Hospital Sepaco, as equipes assistenciais e de apoio trabalham de modo integrado com a nossa equipe de SAC, que está pronta para atender, ouvir e orientar os clientes.

As manifestações recebidas são repassadas às equipes para que os responsáveis possam transformá-las em ações estratégicas.

O SAC é um facilitador na comunicação entre o cliente e a instituição, solucionando queixas e divulgando elogios com eficácia, com o objetivo de atingir a satisfação do cliente e trabalhar para um Sepaco cada vez melhor.

Para entrar em contato conosco, utilize um de nossos canais:

– Telefone: 2182-4757
– Fale Conosco: www.sepaco.org.br/faleconosco
– Pesquisa de satisfação, disponível em todos os andares do hospital
– Atendimento Presencial: de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h, na rua Vergueiro, 4210, andar S1 – Vila Mariana
– Visitas ativas a pacientes internados

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Sendo uma das principais causas de morte no Brasil, e que atinge cerca de 400 mil pessoas, tendo metade desse número marcado por óbitos, a Sepse é uma resposta do corpo a uma infecção que pode ocorrer em um ou mais órgãos. Alguns dos sintomas são hipotermia e hipertermia, sonolência ou confusão, febre alta e pressão baixa. Pessoas que possuem câncer, insuficiência renal, AIDS, diabetes, ou qualquer outra doença que reduza as defesas do organismo, tem maior possibilidade de contrair Sepse.

A implementação do protocolo gerenciado de sepse em instituições de saúde tem se mostrado capaz de reduzir a mortalidade da doença. O aumento na adesão a intervenções diagnósticas e terapêuticas é o fator que tem sido associado a melhores resultados.

Em meados de 2014, o Protocolo de Sepse foi implantado no Hospital Sepaco e contribuiu para a redução de 25% na taxa de mortalidade. O início do processo foi com a definição estratégica de condução dos casos, treinamento das equipes multidisciplinares e aprimoramento das ferramentas de análise. Mensalmente são realizadas reuniões com os setores para discussão e apresentação dos resultados obtidos, e realização contínua de treinamentos de nivelamento para adequar as melhores práticas.

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A tristeza é um sentimento natural do ser humano. Todos nós, ao longo da vida, nos sentimos tristes e essa emoção é direcionada a algo, alguém ou algum evento. Ela tem começo, meio e fim, não necessariamente na mesma intensidade e com igual período de duração e tem um ciclo natural que se encerra sozinho com o passar do tempo ou com a redescoberta do prazer em atividades cotidianas rotineiras.

De acordo com a psicóloga da Promoção à Saúde do Sepaco Autogestão, Samantha Negrini, nem sempre uma pessoa triste demonstra o sentimento. “Uma pessoa que passa por um momento triste muitas vezes não chora ou fica deitada sem vontade de levantar e fazer atividades ou trabalhar. Muitas vezes a pessoa entristecida pode sair, conversar, sorrir, mas ela ainda se sente fragilizada ou frustrada, e esta é a grande diferença entre tristeza e depressão. A pessoa triste trabalha, faz atividades que gosta, apesar da tristeza”, explica.

Na depressão, apesar do sentimento de tristeza, a pessoa pode ficar sem vontade de fazer atividades, perder o prazer em atividades rotineiras e com isso perder qualidade de vida. “A depressão é uma doença e requer a avaliação de um psicólogo ou psicoterapeuta por ser um transtorno psíquico que não cessa sozinho, é mais intenso que a tristeza e se prolonga por muito tempo, geralmente além de duas semanas”, ressalta.

Tratamento

A tristeza não tem tratamento, mas, para voltar a viver feliz, a pessoa triste pode realizar terapia, buscar maneiras novas de enxergar a situação causadora da tristeza, realizar mudanças comportamentais e até mesmo desenvolver atividades sociais, culturais, etc. Tudo isso ajuda no processo de recuperação e superação da ação que provocou a tristeza.

A depressão, ao contrário, requer acompanhamento e atenção. “O tratamento é feito com base em medicamentos, mudanças de padrões de comportamento que visam melhorar a qualidade de vida e, assim como na tristeza, na realização de atividades sociais, esportivas e culturais”, finaliza.

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Durante o mês de agosto é celebrado o “Agosto Dourado”, em defesa ao Aleitamento Materno. A ação é promovida em mais de 170 países pela Aliança Mundial pelo Aleitamento Materno, Unicef e OMS. No Brasil, este mês é dedicado a ações de promoção e incentivo à amamentação.

São inúmeros os benefícios da amamentação, que vão desde a redução da mortalidade em crianças menores de 5 anos, à proteção contra doenças infecciosas, incluindo prevenção de diarreia; melhoria no desenvolvimento cerebral e na saúde bucal; redução do risco de depressão, obesidade e diabetes tipo 2; prevenção do câncer de mama e de ovário nas mães que amamentam e promoção de uma microbiota saudável, entre outros.

Para que a amamentação possa ocorrer não basta apenas o desejo materno. Além de condições físicas e de saúde da mãe e do bebê, é necessário apoio familiar, apoio do parceiro e da sociedade. A equipe de saúde multidisciplinar tem papel fundamental nesse processo: começando pela hora de ouro, com o primeiro contato da mãe e do bebê, logo após o nascimento; durante a amamentação na primeira hora de vida, com o acolhimento e suporte à mãe logo após o parto e passando as orientações necessárias para garantir a saúde da mãe e do bebê. É fundamental também que a equipe tire as dúvidas, explique a pega correta, estimule a participação do pai, acalme e esteja presente neste momento. O período na maternidade, com alojamento conjunto, pode ser um ótimo gatilho para que a amamentação tenha sucesso.

No caso de um nascimento prematuro ou com alguma complicação, levando o recém-nascido para UTI Neonatal, a oferta do leite materno ao bebê pode ser prejudicada por vários fatores, como estresse materno, necessidade de jejum do recém-nascido ou impossibilidade do bebê mamar ao seio. Por todos esses fatores a intervenção e o apoio da equipe multidisciplinar são ainda mais necessários, com orientações e suporte à mãe, para que o leite materno seja ofertado por outros meios até que a amamentação possa ser reestabelecida.

O Hospital Sepaco está empenhado em favorecer o aleitamento materno, já apresentando ótimos índices de alta em aleitamento materno exclusivo, mesmo em bebês que permaneceram internados em UTI, devido ao trabalho em conjunto entre as especialidades.

Dra. Renata Castro
Coordenadora assistencial da Uti neonatal do Hospital Sepaco

O que é o sarampo?
O Sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa, que se manifesta com febre, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele (exantema maculopapular). A doença pode ser acompanhada de complicações sérias, principalmente em crianças menores de 05 anos, adultos maiores de 20 anos ou pessoas com algum grau de imunodepressão.

Como eu posso contrair o sarampo?
A transmissão é direta de pessoa a pessoa, por meio das secreções expelidas pela tosse, respiração ou fala e que permanecem dispersas no ar, principalmente em ambientes fechados como escolas, creches, clínicas e meios de transporte. Após a contaminação, as pessoas infectadas podem transmitir a doença cerca de 4 a 6 dias antes do aparecimento da erupção cutânea até 4 dias após a reação.

Quanto tempo após a exposição ao doente aparecem os sintomas do sarampo?
Os sintomas aparecem, em média, de 10 a 12 dias após a exposição ao vírus.

Quais são os sinais e sintomas?
O primeiro sinal do Sarampo é a febre alta, que dura de 04 a 07 dias, acompanhada de coriza, tosse e vermelhidão nos olhos. Em seguida, surgem manchas avermelhadas na pele, que podem durar até 03 dias. Essas manchas começam pelo rosto e parte de trás do pescoço, e aos poucos progridem em direção aos membros inferiores. Após este período, elas desaparecem na mesma ordem de seu surgimento.

Existe tratamento para o sarampo?

Não há tratamento específico para o sarampo, apenas sintomáticos.

Como prevenir o sarampo?

A vacina contra sarampo é a única forma de prevenir a ocorrência da doença na população.

Esquema Vacinal:
1ª dose: Vacina tríplice viral sarampo-caxumba-rubéola (SCR), aos 12 meses de idade;
2ª dose: Vacina tetraviral (SCR e varicela) com 15 meses até 6 anos, 11 meses e 29 dias;
Pessoas dos 07 aos 29 anos devem ter 02 doses de vacina SCR, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas;
Adultos com idade superior a 30 anos até os nascidos a partir de 1960, não vacinados ou sem comprovação de dose, devem tomar 1 dose da vacina SCR
Profissionais da saúde devem ter 2 doses de vacina SCR, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.