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Notícias

agosto de 2012

Se seu filho anda cansado, sente muita fome e sede e, mesmo se alimentando, está perdendo peso, vale a pena procurar uma orientação médica e realizar alguns exames para verificar se a criança está com diabetes.

Mas, o que é diabetes? E como é feito seu controle? As endócrinopediatras do Hospital Sepaco, Dra Denise Ludovico de Castro e Dra Vanessa Radonsky, explicam que a insulina produzida pelo pâncreas transforma o “açúcar” dos alimentos (carboidratos) em energia e, quando não há a produção de insulina ou essa é insuficiente, o “açúcar” fica em excesso na corrente sanguínea, o que caracteriza diabetes.

Segundo a pesquisa realizada pela International Diabetes Federation (IDF), no mundo, cerca de 200 crianças são afetadas diariamente pela doença. Para este público, o diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é o mais comum. No entanto, tem ocorrido um aumento dos casos de diabetes tipo 2 (DM2) nessa faixa etária, devido ao aumento da incidência de obesidade na infância e adolescência, o que “atrapalha” a ação da insulina.

Já o DM1, ocorre porque o próprio sistema de defesa da pessoa destrói as células do pâncreas que produzem insulina e, por isso, é necessária a aplicação da insulina. É fundamental manter um adequado controle da glicose no sangue a fim de que o paciente tenha uma boa qualidade de vida, sem complicações.

Independente do tipo de diabetes, o tratamento baseia-se em uma alimentação saudável e na prática de atividade física (incluindo as brincadeiras). Tratando-se de crianças e adolescentes, os pais têm papel indispensável nesse tratamento, participando de todo o processo.

Para as especialistas, o não tratamento do diabetes prolonga a hiperglicemia (nível de açúcar acima do normal), o que pode acarretar problemas mais sérios de saúde, como as complicações: problemas nos rins, olhos, alteração de sensibilidade e aumento do risco de doenças cardiovasculares. “Procure sempre um médico para tomar as decisões corretas”.

As médicas ainda ressaltam que a garotada com diabetes pode e deve levar uma vida normal e, se necessário, fazer o uso de medicação (insulinas). “A família e as pessoas mais próximas são a base para que isso ocorra de uma forma natural. Afinal é possível adaptar o diabetes a rotina da criança”, comentam as endócrinopediatras.

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agosto de 2012

Este serviço está disponível de 2ª a 6ª feira, das 7h às 17h, para agendamento pessoal e telefônico dos seguintes exames:

•    Laboratório
•    RX convencional
•    RX contrastado
•    Ultrassonografia
•    Tomografia
•    Hemodinâmica

Telefone: (11) 2182-4769
Localização: Rua Vergueiro, 4.210 – Vila Mariana – SP – Andar Térreo

 

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agosto de 2012

HOSPITAL SEPACO

Presidente: Synésio Batista da Costa
Vice-presidente: Jerônimo José Garcia Ruiz

Setor de Papel e Celulose
– Boris Tabacof (Suzano)
– Carlos Alberto Procópio da Silva (Klabin)
– Catia Costa (MD Papéis)
– Jerônimo José Garcia Ruiz (SIP e Empresas Filiadas)
– Jorge Alejandro Araya Yanes (Melhoramentos/ CMPC)
– Luiz Alberto Banci (Fibria)
– Ruy Haidar (Santher)

Setor de Artefatos de Papel
– Antonio Adão Scarfella (Emb. Diadema)
– Elizabeth Cornélio Giongo (ITAP Bemis)
– Leandro de Souza Almeida (Pajule)
– Paulo Sérgio Peres (SIAPAPECO)
– Synésio Batista da Costa (SIAPAPECO e Empresas Filiadas ao Sindicato)

Setor de Papelão e Ondulado
– Florindo Barban (Mairiporã Ind. e Com. de Papel e Papelão Ltda.)
– Selma Esteves (Grupo Orsa)
– José Frugis (Vito Leonardo Frugis Ltda.)

Conselho Honorário
– Geraldo Candido de Moraes (Sind. Trab. na Ind. Artefatos de SP e região ABCDM)
– Idiugues Ferreira Martins – licenciado (Sind. Trab. na Ind. do Papel M. Cruzes e Região)
– Israel Alves de Oliveira (Sind. Trab. na Ind. do Papel de São Paulo)
– Ozano Pereira da Silva (Federação dos Trab. na Ind. Papel, Papelão e Cortiça de SP)

Conselho Fiscal
Presidente: Luis Fernando Ferrari

Membros Titulares
– Setor de Papel e Celulose: Elizabeth Maria Barbosa de Carvalhaes (BRACELPA)
– Setor de Artefatos de Papel: Vicente Minguez Pastor (Planalto)
– Setor de Papelão Ondulado: Luis Fernando Ferrari (Guaçu S/A de Papéis e Embalagem)

Suplentes
– Setor de Papel e Celulose: Paulo Henrique da Silva (Kimberly Clark)
– Setor de Artefatos de Papel: Domingos Terras Filho (Sucess)
– Setor de Papelão Ondulado: Osvaldo A. Geniselli (Guaçu S/A de Papéis e Embalagem)

Conselheiros Vitalícios
– Abrahão Zarzur
– Mario Amato

Gestão
Superintendente Geral: Rafael Parri

SEPACO AUTOGESTÃO

Presidente: Jerônimo José Garcia Ruiz
Vice-presidente: Synésio Batista da Costa

Sepaco 4 (indicados pelo Sepaco – presidente, vice e 2 representantes sindicais)
– Synésio Batista da Costa (Sepaco, Serviço Social Ind.)
– Jerônimo José Garcia Ruiz (Sepaco, Serviço Social Ind.)
– Iduigues Ferreira Martins – licenciado (Sind. Trabalhadores – base CUT)
– Israel Alves de Oliveira (Sind. Trabalhadores Ind. do Papel de São Paulo)

Setor de Papel e Celulose
– Luiz Alberto Banci (Fibria)

Setor de Artefatos de Papel
– Toshio Saiki (Tecnocart)

Setor de Papelão Ondulado
– José Frugis (Vito Leonardo Frugis Ltda.)

Conselho Fiscal

Presidente: Rodrigo Pillat Caseiro

Membros Efetivos
– Setor de Papel e Celulose: Rodrigo Pillat Caseiro (Manikraft)
– Setor de Artefatos de Papel: Leandro de Souza Almeida (Pajule)
– Setor de Papelão Ondulado: Selma Esteves (Orsa)

Membro suplemente
– Setor de Papel e Celulose: Julia Ruback (Suzano)

Gestão da operadora
– Superintendente Geral: Rafael Parri
– Superintendente Operacional: Marcos Neles Anacleto

Legenda da foto: Jerônimo José Garcia Ruiz, presidente do conselho do Sepaco Autogestão (à direita) e Synésio Batista da Costa, presidente do conselho do hospital (à esquerda)

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Abril de 2012

CCCO Hospital Sepaco uniu-se ao Centro de Combate ao Câncer com o objetivo de oferecer aos pacientes uma estrutura de alta complexidade, especialização e o que há de mais avançado no tratamento do câncer. A área eleva a instituição a um importante patamar no segmento da saúde.

“O Brasil não é mais considerado um país de jovens. Há uma demanda cada vez maior de cuidados com a saúde da população que está envelhecendo, e o câncer, sendo a segunda causa de morte no mundo, tornou-se uma preocupação para todos os países. Devido ao alto custo e complexidade no tratamento da doença, os hospitais estão buscando investir em áreas específicas para oncologia, que aliem qualidade de atendimento médico a métodos de gestão desses pacientes.”, ressalta Dr. Cid Gusmão, médico oncologista e fundador do Centro de Combate ao Câncer.

Tendo em vista esse cenário e a parceria entre as duas instituições, o Sepaco conta, desde março de 2011, com nova unidade especializada em oncologia, que oferece infraestrutura, equipamentos de ponta e tecnologia médica, que atua por meio da gestão integrada do paciente oncológico, envolvendo a unidade com o paciente, seus cuidadores, operadoras de saúde e equipes médicas do próprio hospital.

Confira abaixo mais fotos do espaço:

 

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Abril de 2012

Dependendo da freqüência, esse tipo de mal estar pode estar relacionado a uma patologia. Ele surge de repente, agita nosso corpo e nos tira o fôlego. Geralmente vai embora com a mesma rapidez que chegou, em outras volta por diversas vezes no mesmo dia. Dependendo da freqüência, além de irritar, compromete tarefas do cotidiano, como reuniões de trabalho e até mesmo um momento íntimo. Por que o soluço nos aflige tanto e aparece de forma inesperada?

“O soluço é uma contração espasmódica (súbita e involuntária) de músculos relacionados com a respiração, principalmente o diafragma (músculo que divide o tórax do abdome), o que leva a uma inspiração rápida e curta, não sincronizada com o ciclo respiratório. Esse desconforto geralmente ocorre quando se come muito rápido, por indigestão, estresse ou quando se fuma ou bebe em excesso”, explica Madelon Morais, gastroenterologista do Hospital Sepaco. Ainda segundo a médica, a associação com doenças neurológicas e metabólicas também pode estar relacionada ao problema, mas a causa pode não ser identificada.

Contrariando algumas crenças, o soluço somente é perigoso se estiver relacionado com alguma patologia séria, mas somente um especialista poderá dar um diagnóstico preciso. O desconforto pode ser evitado com a ingestão mais lenta e pausada de alimentos, evitando-se encher demais o estômago e reduzindo a quantidade de líquido durante as refeições. Além disso, diminuir o consumo de álcool e cigarro e evitar o estresse.

“O soluço é comum em bebês devido à imaturidade do sistema nervoso que não controla adequadamente o músculo do diafragma. Geralmente sua duração é de apenas alguns minutos, em qualquer faixa etária, mas se persistir por mais de 48 horas ou um mês pode ser um indício de doença relacionada”, alerta a gastroenterologista.
Crenças e mitos à parte, confira algumas manobras que podem ajudar a acabar com o problema:

. Beber água fria lentamente;
. Respirar fundo e prender o ar o máximo que puder;
. Fazer gargarejos com água durante um ou dois minutos;
. Comer açúcar, miolo de pão, gelo moído ou uma fatia de limão;
. Respirar repetidamente em um saco de papel;
. Inspirar rapidamente (como acontece quando tomamos um susto).

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Abril de 2012

Este serviço está disponível de 2ª a 6ª feira, das 7h às 17h, para agendamento pessoal e telefônico dos seguintes exames:

•    Laboratório
•    RX convencional
•    RX contrastado
•    Ultrassonografia
•    Tomografia
•    Hemodinâmica
Telefone para contato: (11) 2182-4769
Localização: Rua Vergueiro, 4.210 – Vila Mariana – SP – Andar Térreo

 

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Abril de 2012

O exame contrastado de raios-x é indicado quando há a necessidade de investigar órgãos e estruturas que não sejam visualizados pela técnica radiográfica simples. Esses órgãos e estruturas tornam-se visíveis pela ingestão ou injeção de substâncias chamadas de contrastes, que são opacos à radiação. A Dacriocistografia (DCG) é um exame radiológico contrastado das vias lacrimais. Para a sua realização é preciso o uso de contraste iodado.

Como é realizado?
O paciente é posicionado na mesa de exame, pelo técnico em radiologia. A auxiliar de enfermagem colocará duas gotas de colírio anestésico no olho a ser examinado. Em seguida, o médico introduzirá o cateter no orifício do ducto lacrimal injetando de 3 a 5 ml de contraste iodado. Neste momento, serão realizadas as imagens seguindo protocolo preestabelecido ou a critério médico.

Preparo:
Este exame NÃO necessita de preparo prévio.

Orientações:

– Caso tenha tido reação alérgica a contraste iodado, medicamentos a base de iodo ou alimentos como camarão e frutos do mar, favor avisar previamente a um dos médicos da equipe, pois, eventualmente, será necessário o uso de medicação antialérgica antes da realização do exame;
– Trazer pedido médico e autorização;
– Se houver suspeita de gravidez o exame não deverá ser realizado;
– O exame é realizado separadamente para cada olho. Se for necessária a realização do exame bilateral, eles poderão ser agendados para o mesmo dia;
– Durante a injeção de contraste, poderá sentir um gosto amargo na boca;
– Menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal;
– Caso tenha exames anteriores relacionados à região a ser examinada, pedimos a gentileza de trazê-los. A comparação com exames anteriores possibilita os diagnósticos mais precoces e evita, muitas vezes, a realização de incidências adicionais;
– Em caso de dúvida, sinta-se à vontade para falar com um dos médicos ou técnicos da equipe. Estamos à sua disposição para qualquer esclarecimento;
– Seu exame estará disponível no hospital, após cinco dias úteis, salvo quando houver necessidade de uma avaliação mais ampla, que dependa de um conjunto de profissionais.

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