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Notícias

Maio de 2013

A eterna luta feminina por direitos iguais força diariamente mulheres, como você, a deixarem de lado seus desejos e, até mesmo sua saúde. Cuide-se e coloque em prática tudo aquilo que deseja!

A busca por uma posição igualitária na sociedade trouxe novas responsabilidades às mulheres. Junto ao século XXI, o mundo viu nascer empresárias de sucesso, presidentes de grandes nações e, até mesmo, de grandes times de futebol. Entretanto, a sua saúde mental está diretamente ligada ao papel que cada um exerce no mundo e, com a mulher moderna, como você, não é diferente. Há uma gama intensa de desafios, além da contínua luta pela conquista do próprio espaço.

Diariamente, você executa uma série de papéis, nos quais há cobranças para seu desempenho. São eles: ser mãe, profissional, esposa, dona de casa, filha, irmã, nora, amiga, namorada, entre outros. “O exercício destes papéis precisam ser compreendidos e praticados nos momentos certos para que você não desenvolva um estresse ou uma profunda frustração”, comenta Isabel Fialho, psicóloga da Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão.

Segundo a psicóloga é muito difícil lidar com todas estas funções e ainda se manter bonita, saudável e satisfeita. É importante para a sua saúde mental estar com boa autoestima. Isso significa que a aceitação do corpo como ele é traz satisfação, ter um tempinho para si mesma também, assim como dividir as tarefas domésticas e aprender coisas novas. “Aceitar as fases da vida, como envelhecer, ajuda a diminuir as frustrações e compreender que as mulheres maduras também podem ter sua beleza, charme e inteligência, além do melhor de tudo, a maturidade”, avalia.

Essas constantes situações aliadas às inúmeras responsabilidades acumuladas se tornam insatisfações pessoais que, com o passar do tempo, evoluem para transtornos de ansiedade ou depressão. “Geralmente, a falta de tempo para si mesma é fator determinante nestes casos. Muitas acabam por deixar seus desejos em último plano, adiando momentos de lazer e de descanso, prejudicando, assim, sua satisfação pessoal”.

Em casos onde apenas relaxar já não é mais o suficiente, Isabel explica que sessões de terapia e análise surtem ótimos efeitos e, em paciente que realmente precisam, o uso de medicamentos indicados por especialistas também pode ser uma solução. “Porém, é necessário ressaltar que terapia ou remédio não resolvem nada sozinhos. É preciso muito esforço próprio para melhorar esta situação”, comenta a especialista.

“Minha dica é tentar encontrar um período sempre livre para fazer o que gosta, mesmo que seja apenas uma vez na semana ou há cada 15 dias, um mês. O importante é tentar perceber os sinais de quando você está precisando ser cuidada. Portanto, buscar a saúde mental é fundamental para que tenhamos uma vida mais feliz, mais leve e longe das doenças mentais que assolam tantas mulheres”, conclui Isabel.

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Maio de 2013

Compartilhar habilidades é preciso, ajudar o próximo também. Pensando nisso, o Sepaco estruturou um programa de voluntariado voltado para auxiliar no atendimento ao paciente.

Quem pode participar? Pessoas acima de 18 anos e com o 2º grau completo. Veja embaixo as áreas de atuação.

– Recepção: informações e direcionamentos.

– Serviço social: acompanhar visitas na maternidade.

– Imagem: informações e direcionamentos.

– Pronto Atendimento (PA): entrega de senha e direcionamento aos consultórios.

– Ambulatório: entrega de senha e direcionamento aos consultórios .

– Unidade de internação: troca de ideias e conforto aos(às) pacientes por meio de conversa e companhia, acompanhamento após a alta (quando aguardando seus familiares virem buscar) e na realização de exames (quando necessário e sozinhos(as), sempre com o auxílio de um profissional de saúde), informações e direcionamentos.

– Entretenimento: apoio na organização de campanhas e eventos
Mais informações: (11) 2182-4664 ou pelo e-mail voluntariado@sepaco.org.br

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Janeiro de 2013

Conheça os benefícios deste pequeno e gostoso fruto e usufrua dele em suas refeições

Rica em vitamina C, potássio e outras vitaminas do complexo B, a ameixa é um alimento muito nutritivo e de baixo valor calórico, seja quando inserida em pratos doces ou salgados, como geléias, pudins, saladas de frutas, purês e molhos.

“A ameixa fresca tem apenas 36 calorias e é uma excelente fonte em fibras importantes para as dietas. Elas ajudam a estimular o intestino, além de fornecer boas quantidades de vários tipos de nutrientes, que proporcionam energia e são uma ótima pedida para o lanche”, explica Adriana Cardoso, nutricionista supervisora do Hospital Sepaco.

Outros benefícios desta frutinha estão na vitamina A, boa para a pele, na vitamina E, antioxidante, que a converte em uma boa aliada contra o envelhecimento e na vitamina C, pois ajuda a reforçar as defesas do organismo e também contém o cálcio, o potássio, o ferro e o magnésio.

Para a nutricionista,  devido a amplitude de suas propriedades, a ameixa auxiliar na melhora de estados depressivos e, sobretudo, na anemia. “Hoje, ela pode ser encontrada em qualquer época do ano e vale, com certeza, ser inserida na alimentação diária”, recomenda.

Conheça agora os tipos de ameixas e suas particularidades:

Ameixas japonesas: são consumidas cruas, cozidas ou enlatadas, porém nunca secas. A maioria delas têm polpa suculenta, avermelhada ou amarela, e casca de cor que varia do carmim ao vermelho escuro.

Ameixas europeias: também chamadas de ameixas comuns, de casca azul ou roxa e polpa amarelo-dourada. Elas são mais densas, menores e menos suculentas que as variedades japonesas. São vendidas frescas e secas.

Ameixas Damson: com polpa e casca escuras, se parecem com as ameixas europeias, mas são menores e têm o saber mais ácido. Geralmente, são utilizadas para geleias e compotas.

Ameixas ornamentais: são mais utilizadas em geleias e gelatinas.

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Janeiro de 2013

O que é dengue?
Dengue é uma doença infecciosa causada por um arbovírus, que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo. As epidemias, geralmente, ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos.

Qual é a causa?
A infecção pelo arbovírus é realizada pela picada do mosquito Aedes aegypti, uma espécie originária da África, que chegou ao continente americano na época da colonização.

Como identificar o mosquito?
O mosquito mede menos de um centímetro, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas.

Transmissão
A fêmea pica a pessoa infectada, mantém o vírus na saliva e o retransmite.
Importante: Não há transmissão por fontes de água ou alimento, nem pelo contato de um doente com uma pessoa sadia.

Curiosidade: o mosquito costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, ele pode atacar à sombra. O indivíduo não percebe a picada, pois no momento não há dor, nem coceira.

Sintomas

Dengue clássica

– Febre alta;
– Forte dor de cabeça;
– Dor atrás dos olhos;
– Perda do paladar e apetite, vômitos;
– Manchas  e  erupções  na  pele  semelhantes  ao  sarampo, principalmente, no  tórax  e nos membros superiores;
– Tonturas;
– Cansaço, moleza e dor no corpo;
– Muitas dores nos ossos e articulações.

Dengue hemorrágica

– Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os seguintes sinais de alerta:
– Dores abdominais fortes e contínuas;
– Vômitos persistentes;
– Pele pálida, fria e úmida;
– Sangramento pelo nariz, boca e gengivas;
– Sonolência, agitação e confusão mental;
– Sede excessiva e boca seca;
– Dificuldade respiratória.

Ao observar dois ou mais destes sintomas, procure imediatamente um médico.

Tratamento

Não existe tratamento específico para dengue, apenas algumas formas que aliviam os sintomas. Deve-se ingerir muito líquido, como água, sucos, chás, soros caseiros, etc.

Não devem ser utilizados medicamentos à base de ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios, como aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias.

Como prevenir?

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para evitar a criação do mosquito transmissor da doença.

Para isso, é importante:
– Manter a caixa d’água sempre tampada;
– Deixar a calha limpa para a água passar e tirar folhas, galhos ou sujeira;
– Não deixar a água da chuva acumulada na laje;
– Lavar  tanques  e  vasos  de plantas utilizados para armazenar água semanalmente com sabão e escovas;
– Manter os tonéis e barris de água bem tampados;
– Colocar areia nos pratinhos de plantas;
– Guardar  sempre  as garrafas de cabeça para baixo;
– Guardar os pneus sem água e em local coberto, fora do alcance da chuva;
– Colocar  o  lixo em sacos plásticos  e manter a lixeira  fechada. Nunca jogá-lo  em  terrenos      baldios.
– Evitar a dengue só é possível com a participação de todos.

 

Fonte: Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão

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Janeiro de 2013

Como o próprio nome indica, a osteoporose significa porosidade óssea, ou seja, é caracterizada pela descalcificação progressiva dos ossos. Isso acontece quando a quantidade de massa óssea diminui de forma substancial, tornando o osso oco e fino, sendo extremamente mais sensível a fraturas.

Segundo Dr. Del Roy, coordenador da área de ginecologia do Hospital Sepaco, essa descalcificação faz parte do processo comum de envelhecimento. As mulheres são mais afetadas por conta de fatores como a passagem pela menopausa e questões biotípicas, além disso, possuem ossos mais finos e leves que os homens, consequentemente, sofrem mais com este processo.

“A progressão da osteoporose ocorre de forma lenta, sendo praticamente imperceptível até que esteja em estágio avançado, onde as fraturas podem ocorrer, até mesmo, de forma espontânea”, explica o especialista.

Os principais fatores que podem ser relacionados como facilitadores da osteoporose são: idade avançada, histórico familiar da doença, biótipo físico esguio, baixa ingestão de cálcio, histórico de diabetes e baixa exposição à luz solar.

Além disso, questões como a passagem pela menopausa, o hábito de fumar, ingerir altas quantidades de bebidas alcoólicas ou café e sedentarismo são fatores de risco.

As fraturas decorrentes da fragilidade dos ossos costumam ocorrer, com maior frequência, nos chamados pontos fracos do esqueleto, que devido à localização e ao esforço exigido tornam-se mais suscetíveis aos traumas. Estes pontos são: coluna vertebral – a grande maioria das fraturas nesta área ocorre na região torácica e não lombar da coluna; punho – por auxiliar no apoio e ser utilizado como meio de defesa na hora de quedas costuma ser bastante afetado; quadril – estas fraturas são de difícil cicatrização, podendo levar a invalidez; e fêmur.

Dr. Del Roy afirma ainda que a melhor forma de prevenção é a realização de exames preventivos com frequência. Segundo o especialista, ingerir alimentos ricos em cálcio, como leites e derivados, verduras de coloração escura, carnes magras e brancas, cereais e azeite virgem, entre outros, ajuda na reposição do cálcio perdido ao longo da vida.

Porém, para que o cálcio ingerido tenha realmente efeito no organismo é de extrema importância praticar atividades físicas leves e ficar exposto ao sol da manhã, que auxilia na produção da Vitamina D, responsável pela ficção do cálcio no osso.

A osteoporose não tem cura total, contudo, a medicina moderna já é capaz de controlar o problema, amenizando seus efeitos nos pacientes. É necessário realizar os exames recomendados por um médico para que o problema seja detectado ainda no começo, garantindo melhores resultados ao tratamento.

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Janeiro de 2013

Muitas mulheres ainda vivem assombradas com a ideia da chegada da menopausa, associando esta fase com diversos fatores ruins e as alterações de seus hábitos de vida. Mas, existem formas saudáveis de passar por este momento sem sofrer tanto com a mudança.

Segundo os doutores Carlos Del Roy e Raimundo Nunes, coordenadores da ginecologia do Hospital Sepaco, a menopausa é a última menstruação da mulher, não existindo uma idade exata para ocorrer. “Varia entre 45 e 55 anos, entretanto, há casos espontâneos de menopausa precoce, que pode ocorrer antes desta faixa etária”, explica.

Nesta hora, os ovários deixam gradativamente de produzir os hormônios progesterona e estrogênio até perderem a capacidade de funcionar. É comum que a menstruação fique irregular, vindo em dias aleatórios e em fluxos diferentes, levando a amenorreia – ausência da menstruação.

O problema que vem acompanhado deste fenômeno são os sintomas desconfortáveis que a queda na produção dos hormônios acarreta. “Os mais frequentes são: calor excessivo, alteração do sono, diminuição da libido, suores noturnos, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual, diminuição da atenção e memória”, explica o dr. Raimundo.

O dr. Del Roy, também alerta para a importância de procurar auxílio médico. “Mesmo sendo um processo natural do corpo, o início da menopausa pode interferir no modo de vida da mulher e é preciso saber como agir nesta hora”, explica.

Existe tratamento para a menopausa?

Existe uma crença de que a reposição dos hormônios (forma mais comum de cuidado) traz outros problemas, como engordar, aumentar a produção de pêlos e até causar câncer. “O tratamento com hormônios é apenas a reposição da quantidade que um dia a mulher produziu, ou seja, não traz malefícios para o corpo”, esclarece o dr. Del Roy.

“Há também terapias alternativas que podem amenizar estes sintomas. O mais importante é que o tratamento seja individualizado. O médico e a paciente devem entrar em consenso das vantagens e desvantagens de cada cuidado, para que a melhor opção seja escolhida”, afirma o dr. Raimundo.

O dr. Del Roy enfatiza ainda que é possível levar uma vida normal e saudável após entrar na menopausa. “A reposição hormonal é de, no máximo, 10 anos e traz um alívio significativo dos sintomas da menopausa”, comenta.

Segundo o dr. Raimundo, os hábitos saudáveis também contribuem para o bem-estar nessa fase da vida. “Exercícios diários de, em média trinta minutos, uma alimentação rica em verduras, carnes magras e legumes, baixa ingestão de sal, aumento no consumo de fibras e moderação com álcool, são recomendações para levar uma vida melhor na menopausa”, conclui.

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Janeiro de 2013

Quem nunca sentiu medo ou insegurança antes de um compromisso importante, uma reunião de trabalho ou uma entrevista de emprego? Ou aquele friozinho na barriga antes de uma festa ou um encontro? Este sentimento chama-se ansiedade e é responsável por produzir reações físicas e químicas no organismo.

Patrícia Mekler, coordenadora de psicologia da Psicocare, empresa que presta serviços ao Hospital Sepaco, explica que quando essas manifestações são intensas, duradouras ou desproporcionais, levando a prejuízos à vida das pessoas, significa um cenário de transtorno de ansiedade.

Segundo a especialista, a ansiedade é caracterizada como um sentimento desagradável de medo, insegurança ou apreensão, que pode surgir como resposta do organismo a eventos externos, ou ainda, diante de uma ameaça real ou imaginária. “Quando se torna algo frequente e passa a afetar as atividades cotidianas e o convívio social, é necessário buscar o auxílio médico”, avalia.

Pacientes dentro deste quadro apresentam pouca motivação para mudanças e dificuldades em controlar suas emoções e reações, prejudicando suas vidas em aspectos sociais, laborais, relacionais e orgânicos. “Eles ficam perturbados facilmente e uma das características comportamentais mais marcantes é o pensamento dominado por catástrofes ou incompetência pessoal”, explica Patrícia.

Muitas vezes, o paciente convive com esse sentimento acreditando ser algo comum, mas o problema pode ser controlado com medicamentos aliados a diferentes técnicas de psicoterapias. Apesar de o tratamento ser simples, Patrícia ressalta: “Os medicamentos devem sempre ter prescrição e acompanhamento médico para que os resultados sejam os esperados”.

Os sintomas ansiosos costumam exibir-se como uma mistura de manifestações:

• Somáticas (como taquicardia, tremores, sudorese, boca seca, entre outros);
• Comportamentais (agitação, insônia, medos, etc.);
• Cognitivas (apreensão, nervosismo, preocupação, irritabilidade e desatenção).

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Janeiro de 2013

A independência conquistada pelas mulheres nos últimos anos tem aberto espaço para os homens se livrarem de tabus e imposições antigas que os acompanhavam. As mudanças são muitas e vão desde a participação na gestação e no parto, na vida da criança, até o direito de licença paternidade.

“O companheiro pode e deve acompanhar as etapas da gravidez, dando suporte emocional e auxiliando nas limitações físicas maternas”, explica o dr. Edoardo Copelli Pousada, ginecologista do Hospital Sepaco.  “Esta contribuição é importante inclusive para diminuição da ansiedade do casal, tornando o pai parte integrante desta experiência e não apenas um expectador”.

A criança inicia suas relações afetivas em seus primeiros dias em casa e a presença dos pais é reconhecida por meio de suas vozes, já ouvidas dentro da barriga. Para tornar este período de adaptação mais tranquilo ao pai, é importante também que a mãe tenha paciência e o ajude a conhecer melhor os cuidados que a criança necessita, até para que ele consiga ajudá-la de forma efetiva.

Para a dra. Manuela Moreira Ribeiro, pediatra do Hospital Sepaco, o pai pode segurar a criança enquanto a mãe descansa, dar banho, trocar as fraldas. “Tudo para tornar este momento confortável e tranquilo para o bebê”, diz.

“O envolvimento paterno, também, ajuda a amenizar o estado de Blues Puerperal, que é a fase de leve desânimo que acompanha a mulher após o nascimento da criança, devido à queda dos hormônios gestacionais”, explica o dr. Pousada.

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agosto de 2012

A Assembleia Geral do Sepaco, realizada em 17 de julho, elegeu o Conselho de Administração para o mandato 2012-2015. O novo Presidente eleito para o Hospital Sepaco é Synésio Batista da Costa, enquanto que para a operadora Sepaco Autogestão será Jerônimo José Garcia Ruiz.

Para Costa, o momento é de muita emoção. “O Sepaco tem tido uma tradição de fornecer bons serviços. As pessoas querem ser atendidas no nosso hospital, no nosso sistema, e vamos trabalhar para manter este nível, fazendo-o crescer mais”, explica.

Já para Jerônimo, Presidente da Autogestão e há 12 anos como membro do conselho das entidades, o desafio do grupo será oferecer um atendimento ainda melhor para os beneficiários das empresas associadas, aliado a custos acessíveis. “Faremos a mediação dos interesses das empresas, dos trabalhadores e dos sindicatos, para que assim, todos os envolvidos tenham um atendimento de excelência e fiquem satisfeitos com o resultado”, diz Ruiz.

Veja o balanço da gestão anterior

Paulo Sérgio Peres deixa o cargo de Presidente do Conselho de Administração do Hospital Sepaco com a sensação de dever cumprido. “Foi uma grande honra ocupar esta função em um momento de ascensão da instituição. Agradeço pela oportunidade e desejo sucesso para o novo Presidente”.

Dentre os destaques de sua trajetória estão: a consolidação da filantropia em legislação especial – trabalho que se iniciou na gestão do ex-presidente do conselho, Ruy Haidar e se concretizou em 2010, no mandato de Peres. A ampliação das unidades de terapia intensiva e a introdução da área de oncologia no hospital também foram importantes para o crescimento dos serviços prestados.

O futuro do Sepaco

Novas perspectivas, novos rumos, novo conselho deliberativo. O Sistema Sepaco de Saúde passou por muitas conquistas, é verdade. Mas, o que esperar do futuro? Tal pergunta pode ser respondida por alguns de seus conselheiros:

Para o Dr. Boris Tabacof, a instituição já passou por uma série de transformações e outras, com certeza, surgirão. “Acredito que a entidade continuará crescendo firme e evoluirá junto com a sociedade brasileira para assegurar qualidade no atendimento aos trabalhadores do setor papeleiro, de forma que se sintam cada vez mais confortáveis e seguros com relação às questões de saúde”.

O conselheiro José Frugis, também vê de maneira otimista a trajetória do Sepaco. “Acredito que teremos mais ganhos daqui para frente, contribuindo com a dinâmica do segmento de saúde no País, já que oferecemos um serviço de primeira grandeza, reconhecido, inclusive por autoridades do ‘Setor de Saúde’”, ressalta. “Também acredito que poderemos servir de exemplo para outras categorias profissionais e órgãos governamentais, apresentando qualidade e custos bastante razoáveis”.

 Clique aqui e confira quem são os representantes do novo Conselho de Administração.

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agosto de 2012

A hipertensão ou pressão alta é caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial. Origina-se, na maioria das vezes, a partir do aumento da resistência vascular periférica, que, por sua vez, é resultante do estreitamento das artérias.

É considerada um problema de saúde pública. Dados recentes da Organização Mundial da Saúde revelam que um em cada três adultos sofre de hipertensão arterial. No Brasil, os dados mais atualizados apontam uma prevalência de 22,7% de hipertensos adultos.

É uma doença crônica e sem cura, mas controlável. Ela não costuma apresentar sintomas imediatos e muitas pessoas ignoram o tratamento, não procurando auxílio médico. No entanto, apesar de silenciosa, associa-se frequentemente a alterações de órgãos como coração, encéfalo e rins, sendo responsável pelo aumento do risco de infarto do miocárdio e derrame cerebral, especialmente se não tratada adequadamente.

“A pressão arterial é considerada normal quando está menor que 140x90mmHg em uma medida casual em consultório”, explica a dra. Alessandra C. Pedrosa Lopes, nefrologista do Hospital Sepaco.

Os indivíduos mais susceptíveis a desenvolverem hipertensão são aqueles com histórico familiar da doença, os negros e miscigenados, os do sexo masculino (e as mulheres após a menopausa), os obesos, aqueles que consomem muito sal e/ ou álcool, os com vida sedentária, os fumantes e aqueles submetidos constantemente ao estresse.

“A dica é sempre modificar os fatores relacionados às condições de vida, ou seja, manter uma alimentação equilibrada, com redução de sal e gorduras saturadas, controlar o peso, praticar atividades físicas, evitar o fumo e as bebidas alcoólicas. É recomendável ainda ter um especialista acompanhando a situação para receitar os medicamentos específicos, quando necessários, e investigar precocemente as possíveis complicações”, recomenda a nefrologista.

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