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Notícias

janeiro de 2013

O que é dengue?
Dengue é uma doença infecciosa causada por um arbovírus, que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo. As epidemias, geralmente, ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos.

Qual é a causa?
A infecção pelo arbovírus é realizada pela picada do mosquito Aedes aegypti, uma espécie originária da África, que chegou ao continente americano na época da colonização.

Como identificar o mosquito?
O mosquito mede menos de um centímetro, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas.

Transmissão
A fêmea pica a pessoa infectada, mantém o vírus na saliva e o retransmite.
Importante: Não há transmissão por fontes de água ou alimento, nem pelo contato de um doente com uma pessoa sadia.

Curiosidade: o mosquito costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, ele pode atacar à sombra. O indivíduo não percebe a picada, pois no momento não há dor, nem coceira.

Sintomas

Dengue clássica

– Febre alta;
– Forte dor de cabeça;
– Dor atrás dos olhos;
– Perda do paladar e apetite, vômitos;
– Manchas  e  erupções  na  pele  semelhantes  ao  sarampo, principalmente, no  tórax  e nos membros superiores;
– Tonturas;
– Cansaço, moleza e dor no corpo;
– Muitas dores nos ossos e articulações.

Dengue hemorrágica

– Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os seguintes sinais de alerta:
– Dores abdominais fortes e contínuas;
– Vômitos persistentes;
– Pele pálida, fria e úmida;
– Sangramento pelo nariz, boca e gengivas;
– Sonolência, agitação e confusão mental;
– Sede excessiva e boca seca;
– Dificuldade respiratória.

Ao observar dois ou mais destes sintomas, procure imediatamente um médico.

Tratamento

Não existe tratamento específico para dengue, apenas algumas formas que aliviam os sintomas. Deve-se ingerir muito líquido, como água, sucos, chás, soros caseiros, etc.

Não devem ser utilizados medicamentos à base de ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios, como aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias.

Como prevenir?

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para evitar a criação do mosquito transmissor da doença.

Para isso, é importante:
– Manter a caixa d’água sempre tampada;
– Deixar a calha limpa para a água passar e tirar folhas, galhos ou sujeira;
– Não deixar a água da chuva acumulada na laje;
– Lavar  tanques  e  vasos  de plantas utilizados para armazenar água semanalmente com sabão e escovas;
– Manter os tonéis e barris de água bem tampados;
– Colocar areia nos pratinhos de plantas;
– Guardar  sempre  as garrafas de cabeça para baixo;
– Guardar os pneus sem água e em local coberto, fora do alcance da chuva;
– Colocar  o  lixo em sacos plásticos  e manter a lixeira  fechada. Nunca jogá-lo  em  terrenos      baldios.
– Evitar a dengue só é possível com a participação de todos.

 

Fonte: Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão

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janeiro de 2013

Como o próprio nome indica, a osteoporose significa porosidade óssea, ou seja, é caracterizada pela descalcificação progressiva dos ossos. Isso acontece quando a quantidade de massa óssea diminui de forma substancial, tornando o osso oco e fino, sendo extremamente mais sensível a fraturas.

Segundo Dr. Del Roy, coordenador da área de ginecologia do Hospital Sepaco, essa descalcificação faz parte do processo comum de envelhecimento. As mulheres são mais afetadas por conta de fatores como a passagem pela menopausa e questões biotípicas, além disso, possuem ossos mais finos e leves que os homens, consequentemente, sofrem mais com este processo.

“A progressão da osteoporose ocorre de forma lenta, sendo praticamente imperceptível até que esteja em estágio avançado, onde as fraturas podem ocorrer, até mesmo, de forma espontânea”, explica o especialista.

Os principais fatores que podem ser relacionados como facilitadores da osteoporose são: idade avançada, histórico familiar da doença, biótipo físico esguio, baixa ingestão de cálcio, histórico de diabetes e baixa exposição à luz solar.

Além disso, questões como a passagem pela menopausa, o hábito de fumar, ingerir altas quantidades de bebidas alcoólicas ou café e sedentarismo são fatores de risco.

As fraturas decorrentes da fragilidade dos ossos costumam ocorrer, com maior frequência, nos chamados pontos fracos do esqueleto, que devido à localização e ao esforço exigido tornam-se mais suscetíveis aos traumas. Estes pontos são: coluna vertebral – a grande maioria das fraturas nesta área ocorre na região torácica e não lombar da coluna; punho – por auxiliar no apoio e ser utilizado como meio de defesa na hora de quedas costuma ser bastante afetado; quadril – estas fraturas são de difícil cicatrização, podendo levar a invalidez; e fêmur.

Dr. Del Roy afirma ainda que a melhor forma de prevenção é a realização de exames preventivos com frequência. Segundo o especialista, ingerir alimentos ricos em cálcio, como leites e derivados, verduras de coloração escura, carnes magras e brancas, cereais e azeite virgem, entre outros, ajuda na reposição do cálcio perdido ao longo da vida.

Porém, para que o cálcio ingerido tenha realmente efeito no organismo é de extrema importância praticar atividades físicas leves e ficar exposto ao sol da manhã, que auxilia na produção da Vitamina D, responsável pela ficção do cálcio no osso.

A osteoporose não tem cura total, contudo, a medicina moderna já é capaz de controlar o problema, amenizando seus efeitos nos pacientes. É necessário realizar os exames recomendados por um médico para que o problema seja detectado ainda no começo, garantindo melhores resultados ao tratamento.

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janeiro de 2013

Muitas mulheres ainda vivem assombradas com a ideia da chegada da menopausa, associando esta fase com diversos fatores ruins e as alterações de seus hábitos de vida. Mas, existem formas saudáveis de passar por este momento sem sofrer tanto com a mudança.

Segundo os doutores Carlos Del Roy e Raimundo Nunes, coordenadores da ginecologia do Hospital Sepaco, a menopausa é a última menstruação da mulher, não existindo uma idade exata para ocorrer. “Varia entre 45 e 55 anos, entretanto, há casos espontâneos de menopausa precoce, que pode ocorrer antes desta faixa etária”, explica.

Nesta hora, os ovários deixam gradativamente de produzir os hormônios progesterona e estrogênio até perderem a capacidade de funcionar. É comum que a menstruação fique irregular, vindo em dias aleatórios e em fluxos diferentes, levando a amenorreia – ausência da menstruação.

O problema que vem acompanhado deste fenômeno são os sintomas desconfortáveis que a queda na produção dos hormônios acarreta. “Os mais frequentes são: calor excessivo, alteração do sono, diminuição da libido, suores noturnos, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual, diminuição da atenção e memória”, explica o dr. Raimundo.

O dr. Del Roy, também alerta para a importância de procurar auxílio médico. “Mesmo sendo um processo natural do corpo, o início da menopausa pode interferir no modo de vida da mulher e é preciso saber como agir nesta hora”, explica.

Existe tratamento para a menopausa?

Existe uma crença de que a reposição dos hormônios (forma mais comum de cuidado) traz outros problemas, como engordar, aumentar a produção de pêlos e até causar câncer. “O tratamento com hormônios é apenas a reposição da quantidade que um dia a mulher produziu, ou seja, não traz malefícios para o corpo”, esclarece o dr. Del Roy.

“Há também terapias alternativas que podem amenizar estes sintomas. O mais importante é que o tratamento seja individualizado. O médico e a paciente devem entrar em consenso das vantagens e desvantagens de cada cuidado, para que a melhor opção seja escolhida”, afirma o dr. Raimundo.

O dr. Del Roy enfatiza ainda que é possível levar uma vida normal e saudável após entrar na menopausa. “A reposição hormonal é de, no máximo, 10 anos e traz um alívio significativo dos sintomas da menopausa”, comenta.

Segundo o dr. Raimundo, os hábitos saudáveis também contribuem para o bem-estar nessa fase da vida. “Exercícios diários de, em média trinta minutos, uma alimentação rica em verduras, carnes magras e legumes, baixa ingestão de sal, aumento no consumo de fibras e moderação com álcool, são recomendações para levar uma vida melhor na menopausa”, conclui.

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janeiro de 2013

Quem nunca sentiu medo ou insegurança antes de um compromisso importante, uma reunião de trabalho ou uma entrevista de emprego? Ou aquele friozinho na barriga antes de uma festa ou um encontro? Este sentimento chama-se ansiedade e é responsável por produzir reações físicas e químicas no organismo.

Patrícia Mekler, coordenadora de psicologia da Psicocare, empresa que presta serviços ao Hospital Sepaco, explica que quando essas manifestações são intensas, duradouras ou desproporcionais, levando a prejuízos à vida das pessoas, significa um cenário de transtorno de ansiedade.

Segundo a especialista, a ansiedade é caracterizada como um sentimento desagradável de medo, insegurança ou apreensão, que pode surgir como resposta do organismo a eventos externos, ou ainda, diante de uma ameaça real ou imaginária. “Quando se torna algo frequente e passa a afetar as atividades cotidianas e o convívio social, é necessário buscar o auxílio médico”, avalia.

Pacientes dentro deste quadro apresentam pouca motivação para mudanças e dificuldades em controlar suas emoções e reações, prejudicando suas vidas em aspectos sociais, laborais, relacionais e orgânicos. “Eles ficam perturbados facilmente e uma das características comportamentais mais marcantes é o pensamento dominado por catástrofes ou incompetência pessoal”, explica Patrícia.

Muitas vezes, o paciente convive com esse sentimento acreditando ser algo comum, mas o problema pode ser controlado com medicamentos aliados a diferentes técnicas de psicoterapias. Apesar de o tratamento ser simples, Patrícia ressalta: “Os medicamentos devem sempre ter prescrição e acompanhamento médico para que os resultados sejam os esperados”.

Os sintomas ansiosos costumam exibir-se como uma mistura de manifestações:

• Somáticas (como taquicardia, tremores, sudorese, boca seca, entre outros);
• Comportamentais (agitação, insônia, medos, etc.);
• Cognitivas (apreensão, nervosismo, preocupação, irritabilidade e desatenção).

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janeiro de 2013

A independência conquistada pelas mulheres nos últimos anos tem aberto espaço para os homens se livrarem de tabus e imposições antigas que os acompanhavam. As mudanças são muitas e vão desde a participação na gestação e no parto, na vida da criança, até o direito de licença paternidade.

“O companheiro pode e deve acompanhar as etapas da gravidez, dando suporte emocional e auxiliando nas limitações físicas maternas”, explica o dr. Edoardo Copelli Pousada, ginecologista do Hospital Sepaco.  “Esta contribuição é importante inclusive para diminuição da ansiedade do casal, tornando o pai parte integrante desta experiência e não apenas um expectador”.

A criança inicia suas relações afetivas em seus primeiros dias em casa e a presença dos pais é reconhecida por meio de suas vozes, já ouvidas dentro da barriga. Para tornar este período de adaptação mais tranquilo ao pai, é importante também que a mãe tenha paciência e o ajude a conhecer melhor os cuidados que a criança necessita, até para que ele consiga ajudá-la de forma efetiva.

Para a dra. Manuela Moreira Ribeiro, pediatra do Hospital Sepaco, o pai pode segurar a criança enquanto a mãe descansa, dar banho, trocar as fraldas. “Tudo para tornar este momento confortável e tranquilo para o bebê”, diz.

“O envolvimento paterno, também, ajuda a amenizar o estado de Blues Puerperal, que é a fase de leve desânimo que acompanha a mulher após o nascimento da criança, devido à queda dos hormônios gestacionais”, explica o dr. Pousada.

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agosto de 2012

A Assembleia Geral do Sepaco, realizada em 17 de julho, elegeu o Conselho de Administração para o mandato 2012-2015. O novo Presidente eleito para o Hospital Sepaco é Synésio Batista da Costa, enquanto que para a operadora Sepaco Autogestão será Jerônimo José Garcia Ruiz.

Para Costa, o momento é de muita emoção. “O Sepaco tem tido uma tradição de fornecer bons serviços. As pessoas querem ser atendidas no nosso hospital, no nosso sistema, e vamos trabalhar para manter este nível, fazendo-o crescer mais”, explica.

Já para Jerônimo, Presidente da Autogestão e há 12 anos como membro do conselho das entidades, o desafio do grupo será oferecer um atendimento ainda melhor para os beneficiários das empresas associadas, aliado a custos acessíveis. “Faremos a mediação dos interesses das empresas, dos trabalhadores e dos sindicatos, para que assim, todos os envolvidos tenham um atendimento de excelência e fiquem satisfeitos com o resultado”, diz Ruiz.

Veja o balanço da gestão anterior

Paulo Sérgio Peres deixa o cargo de Presidente do Conselho de Administração do Hospital Sepaco com a sensação de dever cumprido. “Foi uma grande honra ocupar esta função em um momento de ascensão da instituição. Agradeço pela oportunidade e desejo sucesso para o novo Presidente”.

Dentre os destaques de sua trajetória estão: a consolidação da filantropia em legislação especial – trabalho que se iniciou na gestão do ex-presidente do conselho, Ruy Haidar e se concretizou em 2010, no mandato de Peres. A ampliação das unidades de terapia intensiva e a introdução da área de oncologia no hospital também foram importantes para o crescimento dos serviços prestados.

O futuro do Sepaco

Novas perspectivas, novos rumos, novo conselho deliberativo. O Sistema Sepaco de Saúde passou por muitas conquistas, é verdade. Mas, o que esperar do futuro? Tal pergunta pode ser respondida por alguns de seus conselheiros:

Para o Dr. Boris Tabacof, a instituição já passou por uma série de transformações e outras, com certeza, surgirão. “Acredito que a entidade continuará crescendo firme e evoluirá junto com a sociedade brasileira para assegurar qualidade no atendimento aos trabalhadores do setor papeleiro, de forma que se sintam cada vez mais confortáveis e seguros com relação às questões de saúde”.

O conselheiro José Frugis, também vê de maneira otimista a trajetória do Sepaco. “Acredito que teremos mais ganhos daqui para frente, contribuindo com a dinâmica do segmento de saúde no País, já que oferecemos um serviço de primeira grandeza, reconhecido, inclusive por autoridades do ‘Setor de Saúde’”, ressalta. “Também acredito que poderemos servir de exemplo para outras categorias profissionais e órgãos governamentais, apresentando qualidade e custos bastante razoáveis”.

 Clique aqui e confira quem são os representantes do novo Conselho de Administração.

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agosto de 2012

A hipertensão ou pressão alta é caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial. Origina-se, na maioria das vezes, a partir do aumento da resistência vascular periférica, que, por sua vez, é resultante do estreitamento das artérias.

É considerada um problema de saúde pública. Dados recentes da Organização Mundial da Saúde revelam que um em cada três adultos sofre de hipertensão arterial. No Brasil, os dados mais atualizados apontam uma prevalência de 22,7% de hipertensos adultos.

É uma doença crônica e sem cura, mas controlável. Ela não costuma apresentar sintomas imediatos e muitas pessoas ignoram o tratamento, não procurando auxílio médico. No entanto, apesar de silenciosa, associa-se frequentemente a alterações de órgãos como coração, encéfalo e rins, sendo responsável pelo aumento do risco de infarto do miocárdio e derrame cerebral, especialmente se não tratada adequadamente.

“A pressão arterial é considerada normal quando está menor que 140x90mmHg em uma medida casual em consultório”, explica a dra. Alessandra C. Pedrosa Lopes, nefrologista do Hospital Sepaco.

Os indivíduos mais susceptíveis a desenvolverem hipertensão são aqueles com histórico familiar da doença, os negros e miscigenados, os do sexo masculino (e as mulheres após a menopausa), os obesos, aqueles que consomem muito sal e/ ou álcool, os com vida sedentária, os fumantes e aqueles submetidos constantemente ao estresse.

“A dica é sempre modificar os fatores relacionados às condições de vida, ou seja, manter uma alimentação equilibrada, com redução de sal e gorduras saturadas, controlar o peso, praticar atividades físicas, evitar o fumo e as bebidas alcoólicas. É recomendável ainda ter um especialista acompanhando a situação para receitar os medicamentos específicos, quando necessários, e investigar precocemente as possíveis complicações”, recomenda a nefrologista.

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agosto de 2012

Assim que recebem o resultado positivo, as futuras mamães precisam iniciar o pré-natal para terem uma gestação saudável e sem preocupações. As consultas permitem verificar o crescimento, más formações, possíveis problemas, doenças e o sexo do bebê, além da pressão arterial, oscilações emotivas e excesso de peso.

Segundo o dr. Carlos Del Roy, coordenador da ginecologia do Hospital Sepaco, no primeiro atendimento acontece um bate-papo informal para tirar dúvidas e entender todas as fases da gravidez. “Neste momento, o médico solicita a realização de vários exames fundamentais para garantir uma gestação tranquila, tais como: testes de glicemia, sífilis, HIV, rubéola, toxoplasmose, fezes, urina e grupo sanguíneo”.

No pré-natal, a mamãe também recebe orientações sobre nutrição e desenvolvimento de atividades físicas para cada mês de sua gestação. “É aconselhável manter uma rotina para a prática dos exercícios e um cardápio balanceado na alimentação. O ideal é aumentar até 20% do peso normal. Engordar sem controle, na gravidez, não apenas prejudica a forma, como também sobrecarrega a coluna, causando dores nas pernas, varizes, azia, estria, cansaço, podendo, ainda, comprometer a saúde do bebê”, explica o doutor.

Para o dr. Carlos Del Roy, a soma do acompanhamento especializado com a disciplina nas atividades do dia a dia e o amor da família são os ingredientes fundamentais para o sucesso da gravidez. “Com esses cuidados, agora, é só aguardar a chegada de um novo e especial ser humano ao mundo”, ressalta.

Lembre-se de:

. Organizar e planejar seu pré-natal
. Alimentar-se bem
. Tomar cuidado com o que come
. Fazer atividade física regularmente
. Não tomar remédios sem falar com o médico
. Reduzir seu consumo de cafeína
. Parar de fumar e de beber
. Informar sempre seu médico sobre alteração de peso, dor ou mal-estar. Ele pode auxiliá-la em qualquer contratempo para tudo seja direcionado a um parto saudável.

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agosto de 2012

Atualmente, a correria da sociedade urbana defasa parte da alimentação e faz com que as pessoas substituam refeições importantes, como café da manhã, almoço ou jantar, por lanches rápidos e sem o teor nutritivo suficiente.

Adriana Cardoso, nutricionista do Hospital Sepaco, lembra a importância de consumir alimentos funcionais e aproveita para incentivar a população a reavaliar seus hábitos e incluir produtos saudáveis no dia a dia. “Os alimentos funcionais são aqueles que produzem efeitos positivos para o crescimento e desenvolvimento humano, e ainda protegem contra deficiências nutricionais. Eles são considerados fonte de prevenção de doenças, pois sua composição melhora o sistema de defesa do organismo”.

Quais componentes são considerados funcionais?

“Cada alimento é responsável por beneficiar uma parte do nosso organismo. Brócolis, repolho, couve flor, folhas e rabanete, por exemplo, têm a função de aumentar a atividade de enzimas tipo 2 que são protetoras contra carcinogênese”, explica Adriana.

Já frutas, como melancia e goiaba, possuem ação antioxidante, reduzindo chances de doenças do coração e câncer. O grupo das fibras é responsável pela melhora da flora intestinal, controle de colesterol e na prevenção do câncer do cólon. Para mulheres com sintomas de menopausa e/ou com alto índice de câncer de mama na família, amendoim, soja e legumes são as escolhas mais apropriadas.

“Além da boa alimentação, a inclusão de exercícios físicos e a hidratação diária são a chave para evitar doenças conhecidas, como diabetes, hipertensão, osteoporose e problemas cardiovasculares”, conclui a nutricionista.

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agosto de 2012

É notório que o amparo familiar é fundamental para potencializar os tratamentos contra o câncer. A dra. Paula Diaz Tapia, oncologista clínica do Hospital Sepaco, conta que o apoio familiar permite ao paciente enfrentar o tratamento oncológico com mais tranquilidade. “Isto porque já se sabe com quem pode contar nos momentos de maior fragilidade física e emocional”, diz.

Há alguns anos, a figura paterna vem se intensificando na vida dos filhos. Cada vez mais, pais participam da gestação, assistem ao parto e acompanham cada fase da vida da criança com maior ênfase. A segurança trazida por ele é muito forte para a esposa e os filhos, que, muitas vezes, o tem como o porto seguro, o super-herói, e, em períodos de dificuldade (como uma doença grave), contar com este elo é fundamental.

Mas, como se manter equilibrado emocionalmente nestas situações? “Os pais raramente estão preparados para o adoecimento de um filho, independente da faixa etária em que ele é acometido pela doença”, explica a dra. Elizabeth Nunes de Barros, psico-oncologista do Hospital Sepaco. “É um acontecimento que interfere na saúde emocional dos pais e desencadeia várias reações, como manifestações que se alteram de acordo com as diferentes fases da patologia e do tratamento”.

Nesta situação, em especial, o acompanhamento paterno se faz essencial, não só para o paciente, que passa pelo problema, mas também para a mãe, que irá precisar ainda mais do apoio e da segurança do companheiro.

A psico-oncologista afirma, ainda: “Quando um filho adoece, todo o funcionamento da família é alterado, o que pode atenuar ou exacerbar os níveis de tensão e interferir no estado emocional do doente”. É comum que, em determinados casos, o pai assuma algumas responsabilidades extras, para que a mãe possa acompanhar o filho no tratamento e nas consultas. Porém, é importante que o pai participe também do cuidado, acompanhe o filho nas consultas e exames, demonstrando seu amparo.

“Promover situações de lazer em família, sempre pensando nas limitações trazidas pela doença, ajuda a fortalecer os vínculos e cria momentos de escape do estresse causado pela situação”, destaca a dra. Barros.

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