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Notícias

agosto de 2018

Os Drs. Marcelo Hamaji e Juliano Almeida, médicos anestesistas do Hospital Sepaco, marcaram presença no I Simpósio Internacional de Paciente Cirúrgico de Alto Risco (I International Symposium on the High-Risk Surgical Patient). O evento que aconteceu nos dias 3 e 4 de agosto, no Hotel Transamérica, em São Paulo, contou com um público de aproximadamente 850 pessoas, entre cardiologistas, anestesistas, intensivistas e outros profissionais da saúde de todo o Brasil.

Os dois especialistas do Sepaco participaram de uma mesa redonda que apresentou estudos científicos, além da experiência pessoal relacionados à prevenção de complicações e como alcançar melhores resultados no desfecho do paciente cirúrgico de alto risco, permitindo a reflexão sobre como melhor assisti-lo.

Durante o Simpósio que promoveu ciência de alta qualidade, os representantes do Sepaco tiveram a oportunidade de explanar sobre temas de extrema relevância para o segmento. O Dr. Marcelo Hamaji discursou sobre Regional and Axial Anesthesia: Is There a Role? E destacou a importância da anestesia regional na melhora dos resultados pós-operatórios principalmente em pacientes de alto risco.

Na sequencia, o Dr. Juliano Almeida ministrou uma palestra com o tema Organic Protection During Anesthesia. A plateia pode esclarecer dúvidas sobre as principais técnicas de proteção orgânica durante a anestesia e aproveitar a experiência do Dr. Juliano tanto no campo da anestesiologia como da medicina intensiva.

Para os médicos do Sepaco, estar presente em um grande encontro como este que é reconhecido internacionalmente e conta com especialistas que são referências mundiais no assunto da área da saúde, é muito gratificante, uma vez que puderam participar ativamente e trocar experiências e aprimorar os conhecimentos/aprendizado.

Entre os conferencistas, estavam presentes grandes nomes da Medicina Intensiva brasileira e mundial como Jean Louis Vincent (Bélgica), Jean Louis Teboul (França), Rupert Pearse (Londres), Rupert Pearse (Reino Unido), Massimo Girardis (Itália), Donat R. Spahn (Bélgica) e Daniel de Backer (Bélgica), estes últimos também responsáveis pela organização do evento junto com a Profa. Dra. Ludhmila Abrahão Hajjar (Brasil).

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agosto de 2018

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera o tabagismo a principal causa de morte evitável em todo o mundo, sendo responsável por 63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis e vem, ao longo de mais de 20 anos, empregando inúmeras medidas para serem adotadas no sentido de conscientizar a população global dos malefícios do cigarro e incentivar os fumantes a abandonarem o vício. O consumo de tabaco e seus derivados mata milhões de indivíduos todos os anos. Se a tendência atual continuar, em 2030 o tabaco matará cerca de 8 milhões por ano sendo que 80% dessas mortes ocorrerão nos países da baixa e média renda.

No Brasil, como resultado das importantes ações de controle do tabaco desenvolvidas, a prevalência de tabagismo vem diminuindo ao longo dos anos. Em 1989 o percentual de fumantes de 18 anos ou mais no país era de 34,8%. Já em 2013, de acordo com pesquisa mais recente para essa mesma faixa etária em áreas urbanas e rurais, este número caiu para 14,7%.

Como os dados ainda são bastante relevantes, o próximo dia 29 de agosto é lembrado como o Dia Nacional de Combate ao Fumo, e a Supervisora da Promoção à Saúde do Sepaco Autogestão, Francine Branco, alerta sobre o mal que a nicotina causa ao organismo, já que o tabagismo está ligado a mais de 50 doenças, sendo responsável por 30% das mortes por câncer de boca e 90% por câncer de pulmão.

O tabagismo é uma toxicomania caracterizada pela dependência física, psicológica e comportamental do consumo de nicotina, uma droga bastante poderosa, capaz de estimular, deprimir ou perturbar o sistema nervoso central e outras partes do corpo humano, uma vez que chega ao cérebro em apenas 7 a 19 segundos, sendo de 2 a 4 segundos mais rápida que a cocaína. “No início do processo de cessação do tabaco, a pessoa pode sofrer com ansiedade, dificuldade de concentração e irritação. Por isso, muitos acabam desistindo, mas, o que nem todos sabem, é que estes sintomas costumam passar depois de algumas semanas”, afirma Francine.

A especialista alerta que, caso a pessoa não consiga parar de fumar sozinha, ela deve procurar tratamento especializado com psicoterapia e acompanhamento médico. “Algumas instituições trabalham com grupos de apoio que auxiliam neste processo tão difícil que é parar de fumar. O tratamento tem como objetivo a aprendizagem de um novo comportamento por meio da promoção de mudanças comportamentais relacionadas ao ato de fumar e combinando intervenções cognitivas/comportamentais. Muitas vezes o fumante não consegue parar na primeira tentativa, mas não deve desistir. Neste caso, ele deve começar tudo novamente e ficar atento ao que o fez voltar a fumar”.

Para finalizar, Francine comenta que o primeiro passo é o fumante querer mesmo parar de fumar e, em seguida, pedir apoio para familiares e amigos para alcançar este propósito. “Após o ponta pé inicial, comece eliminando os cinzeiros, pratique exercícios físicos, mantenha uma alimentação saudável e, quando sentir necessidade de fumar, reflita sobre as razões que você elegeu para parar. Faça isto pela sua saúde, encontre as suas razões e fique livre dos malefícios do tabaco”, conclui.

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agosto de 2018

Recentemente o Congresso Nacional Brasileiro instituiu no calendário, por meio da lei número 13.435, o mês do Aleitamento Materno: Agosto Dourado, para conscientizar a população, e principalmente os pais, da importância da amamentação, garantindo às mães apoio e incentivo ao ato de amamentar.

O Dr. Lúcio Flavio Peixoto de Lima, coordenador médico da Neonatologia do Hospital Sepaco, explica que o leite materno é o primeiro direito da criança após o nascimento, sendo recomendado como fonte exclusiva de alimento até os seis primeiros meses de vida, e indicado aos bebês como parte da alimentação até os dois anos de idade.

“É importante conscientizar os pais que este alimento pode fazer a diferença na saúde de seus filhos. Isso porque tem um papel significativo na imunidade dos bebês, já que contém células de defesa e fatores que protegem o organismo dos recém-nascidos”.

Outro fator importante no ato de amamentar está no tempo em que mãe e filho iniciam momentos de intimidade e construção de elos que continuam a vida toda. Nesta relação se estabelece a percepção mútua e cria-se um suporte para uma conexão emocional sadia e aberta. A presença do pai é fundamental nesta fase para fortalecer a ligação afetiva da família.

Os benefícios do leite materno são inúmeros, é rico em nutrientes, protege o sistema imunológico dos pequenos, previne de enfermidades como obesidade, doenças respiratórias, diabetes e até câncer. Também proporciona um crescimento forte e saudável, além de ser um ato de humanização, dedicação e proximidade entre mãe e filho.

A mãe também é beneficiada pelo aleitamento materno, pois os laços afetivos com a criança são consolidados neste processo. “Além disso, tal ato possibilita a recuperação pós-parto de forma mais rápida e ajuda o útero a voltar ao seu tamanho normal, colaborando para que o sangramento e o risco de hemorragia ou anemia diminuam”, destaca.

Confira o depoimento da Tereza sobre a importância do aleitamento:

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agosto de 2018

Toda batida na cabeça é considerada um traumatismo craniano. O que muda é o grau do traumatismo, relacionado a gravidade do mesmo: são divididos em mínimos, leves, moderados ou graves. Nos traumatismos moderados e graves geralmente não há dúvidas de que o paciente precisa ser levado ao hospital – são quedas de alturas, acidentes de trânsito, acidentes relacionados com grande velocidade, queda de objetos pesados na cabeça da criança, agressões, atropelamentos, etc.

Os traumatismos leves e mínimos são os que geralmente causam mais dúvidas. São comuns questionamentos do tipo: “meu filho de 3 anos estava correndo, caiu e bateu a cabeça e fez um “galo”, eu preciso levar meu filho ao hospital?”.

É muito importante observar a criança. Qualquer criança com um sinal de alerta do traumatismo craniano deve ser levada imediatamente ao pronto-socorro para avaliação. Os principais sinais de alerta são: dor de cabeça intensa e persistente, vômitos, crises convulsivas, perda de consciência (desmaio), sonolência ou irritabilidade exageradas, choro inconsolável, perda de memória, sinais neurológicos como dormência ou perda de força, saída de sangue ou líquido transparente do nariz ou do ouvido e moleira inchada. A criança que não apresentar sinais de gravidade será observada em casa e deve sempre estar sob a supervisão de um adulto e, caso durma, ser reavaliada (acordada) a cada 2 ou 3 horas.

Uma criança menor de 2 anos que cai e bate a cabeça costuma requerer sempre ainda maior preocupação. Uma criança pequena tem os ossos bem mais frágeis e menos reflexos de defesa na queda e é mais difícil ou mesmo impossível para ela explicar o que está sentindo. Sendo assim, qualquer trauma na cabeça significativo (exemplo: queda de mais do que 1x a altura da criança) obrigatoriamente deve ter avaliação do pediatra em um pronto-socorro, mesmo que a criança esteja sem nenhuma queixa.

É importante ressaltar que o melhor tratamento do traumatismo craniano é a prevenção: evite submeter seu filho a situações de risco pois, no caso das crianças, todo cuidado é pouco. Caso você tenha dúvidas se seu filho precisa ou não da avaliação médica, é aconselhável levá-lo ao pronto socorro pediátrico pois há situações que é melhor exceder no cuidado do que deixar de prestar socorro em um quadro que pode ter uma complicação potencialmente grave.

Fonte: Coordenadora de Neurocirurgia Pediátrica
Raquel Rodrigues Zorzi
CRM: 142.761

 

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agosto de 2018

No dia 10 de agosto, mais de 80 participantes se reuniram no auditório do Hospital Sepaco para a o 6º Seminário de

Ética em Enfermagem, que teve como tema “Quem doa órgãos, doa vida”. O evento foi realizado pela Comissão de Ética em Enfermagem do Hospital Sepaco, com o apoio do Instituto de Ensino e Pesquisa.

Entre os palestrantes estiveram a representante do COREN, Renata Leite, além de colaboradores do Sepaco.

Confira as fotos do evento:

 

 

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agosto de 2018

O Hospital Sepaco recebeu o certificado ACREDITADO COM EXCELÊNCIA (Nível 3) da Organização Nacional de Acreditação – ONA. Isso significa que o Hospital atende aos critérios de segurança do paciente, apresenta gestão integrada com processos fluidos, comunicação entre as atividades e, principalmente, representa o comprometimento constante da instituição com a qualidade no atendimento.

Foram três dias de avaliações que resultaram em mais de 10 aspectos destacados no relatório de Avaliação pelo IBES, tais como:

• Projeto Parto Adequado em parceria com o IHI (Institute for Healthcare Improvement);

• Redução significativa das admissões de neonatos na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e aumento do volume de partos normais;

• Ações de Farmacoeconomia, com foco na desospitalização do paciente;

• Ações de revitalização e modernização da estrutura físico funcional e parque tecnológico da instituição;

• Ações de valorização do colaborador das áreas operacionais, com foco na minimização dos índices de absenteísmo e rotatividade, entre outros;

• Painel de Bordo para gerenciamento de indicadores em tempo real.

“Estamos neste processo desde 2014 e, ao longo do tempo, ganhamos experiência e otimizamos os processos internos, promovendo um avanço importante nas nossas rotinas de atendimento e gestão. Isso só foi possível graças ao trabalho árduo e o comprometimento de todas as equipes e gestores”, comenta o Sr. Rafael Parri, CEO do Hospital Sepaco.

O executivo ainda destaca que a instituição está no caminho certo e que o empenho será mantido para que possa participar de outras acreditações. “Essa conquista veio considerar nosso meio de gestão”.

ONA
Uma das características da metodologia ONA é reconhecer a cultura institucional e estimular análises críticas dos processos da organização, visando a melhoria contínua.

A avaliação tem foco na segurança do paciente e na integração e interação das áreas, possibilitando uma visão gerencial e organizacional abrangente no que diz respeito às áreas de atividade, incluindo aspectos estruturais e assistenciais.

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julho de 2018

Hospital Sepaco oferece protocolo para pacientes com dor no peito.

O infarto agudo do miocárdio é uma doença de alta gravidade relativamente comum na nossa sociedade e responsável pela morte de milhares de pacientes no nosso país. Ele acontece por causa do entupimento de uma artéria que leva sangue, oxigênio e nutrientes para uma área do coração. Sem esse aporte de sangue, o coração entra em sofrimento e para de funcionar.

Dependendo da extensão da área afetada, o paciente pode ter várias complicações como arritmia ou até mesmo a morte. Quanto mais rápido for o tratamento, maiores são as chances de recuperar o fluxo sanguíneo para a área cardíaca em sofrimento, evitando a morte e minimizando outras potenciais complicações.

O Hospital Sepaco desenvolveu um protocolo de dor torácica para o atendimento imediato de pacientes que apresentam dor no peito. Entre os procedimentos do protocolo estão: realização de eletrocardiograma (ECG) em até 10 minutos, avaliação imediata do exame pelo médico e prioridade no atendimento.

“Sempre que há suspeita de infarto no ECG, a equipe de hemodinâmica é acionada imediatamente para realizar o cateterismo das artérias do coração e desobstruindo a artéria comprometida, recuperando o fluxo de sangue. Com esse protocolo e a disponibilidade da equipe em período de 24 horas, oferecemos tratamento de alto padrão no menor tempo possível para os nossos pacientes”, finaliza a Dra. Keyla Facchin Guedes, coordenadora do Pronto Atendimento do Hospital Sepaco.

Fonte: Dra Keyla Facchin Guedes – Coordenadora médica do PS CM e CC
CRM: 97.979

 

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julho de 2018

*Disponível apenas para beneficiários do convênio Sepaco Autogestão.

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junho de 2018

Litiase biliar ou pedra na vesícula é uma doença comum de trato digestivo, e deve-se a um desequilíbrio no metabolismo de sais biliares e colesterol na vesicular biliar, que ocorre atualmente devido à alta incidência de obesidade, hábitos alimentares atuais com ingestão de alimentos gordurosos com frequência ou é simplesmente determinada pela genética.

É de tratamento cirúrgico para evitar complicações que podem levar à mortalidade, tais como a pancreatite aguda e coledocolitíase, que ocorre quando o cálculo migra de dentro da vesícula biliar e causa obstrução do caminho da bile (colédoco) produzida no fígado, levando a pessoa a ficar com olhos e pele amarelados, urina escurecida e fezes esbranquiçadas.

A vesícula com cálculos também pode ter inflamação sem dar indícios, devido a obstrução da saída por cálculo, o que dificulta a cirurgia por alterações anatômicas, levando a um risco cirúrgico e clínico maior do que quando se opera sem a presença de inflamações.

A cirurgia é feita por videolaparoscopia, com anestesia geral, habitualmente com recuperação rápida e baixos riscos quando comparado aos riscos das possíveis complicações.

Portanto, se sentir indigestão após consumir alimentos gordurosos ou dores do lado direito do abdome, acima da cicatriz umbilical, procure um gastroenterologista para fazer diagnóstico e dar início ao tratamento.

 

Fonte: Dra. Maria de Fátima Santos – Coordenadora da equipe da Cirurgia Geral.
CRM 73.145

 

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junho de 2018

No dia 12 de junho, terça-feira, foi realizado o II Simpósio de Prevenção de Quedas do Hospital Sepaco: Queda é Coisa Séria!, que reuniu estudantes e profissionais da área da saúde no auditório do Hospital Sepaco.

A abertura do evento foi realizada pela Superintendente Operacional Hospitalar do Hospital Sepaco, Dra. Luci Meire Pivelli Usberco, que destacou a relevância do evento para o calendário da instituição e a importância em discutir o assunto “quedas no ambiente hospitalar”. “É muito gratificante ver o nosso auditório cheio de profissionais em busca de aprimoramento e dispostos a aperfeiçoar os cuidados com o paciente e o atendimento no ambiente hospitalar”, disse a superintendente. O Superintendente Médico Hospitalar, Dr. Linus Pauling Fascina, que também conduziu a discussão de caso “Prevenir ou remediar quedas” e o Sr. Hamilton Inforzato Fanale, Gerente de Recursos Humanos, também participaram da cerimônia de abertura.

Nossos profissionais participaram como ouvintes e palestrantes, assim como profissionais de outras instituições que colaboraram com o evento, como a Enfermeira Viviane Iwamoto, líder de enfermagem da Unidade de Internação do Hospital Samaritano; a Enfermeira Caroline Paula, coordenadora de ética e compliance da Associação Brasileira de Enfermeiras Auditoras (ABEA); e o Psicólogo Caio Henrique Baptista, responsável pela Hematologia e TMO dos hospitais BP e BP Mirante da Beneficiência Portuguesa.

Neste ano o evento, que já está em sua segunda edição, contou com a participação de 90 profissionais. A primeira edição ocorreu em junho de 2017.

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