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Notícias

outubro de 2016

Last SecondsO início do horário de verão, quando se adianta em uma hora os relógios, pode interferir no sono e trazer alguns prejuízos à saúde, tais como sensação de cansaço, falta de apetite, mudanças no humor, além da insônia. Isso acontece porque a melatonina, hormônio responsável pelo sono, está regulado pelo ritmo do dia – sol pela manhã e lua à noite. Com essa mudança, pode haver um atraso na secreção desse hormônio, deixando o organismo das pessoas em alerta. É preciso ficar atento pois a má qualidade do sono pode prejudicar o rendimento do indivíduo em suas atividades durante o dia.

Essa confusão é conhecida como “desordem temporal interna” e demora algum tempo para se realinhar com nosso cotidiano. “Cada indivíduo tem seu tempo e reage de uma forma diferente, porém esses sintomas desaparecem, normalmente, em uma ou duas semanas. Então, a melhor coisa a se fazer é curtir o dia mais longo, ao invés de imaginar o que estaria fazendo se estivesse no outro horário”, explica Rose Oliveira, enfermeira obstetra da Promoção à Saúde do Sepaco Autogestão.

Segundo a enfermeira, enquanto algumas pessoas relatam que durante o horário de verão se encontram mais irritadas pela manhã, há quem prefere realizar algumas atividades extras, já que o sol permanece um pouquinho mais. “Com o dia mais extenso, é possível aproveitar essa claridade para ir à academia, ter algum lazer após o expediente de trabalho com os amigos, ir ao cinema, ler um livro etc”.

As dicas da enfermeira para passar bem por essa adaptação é manter uma alimentação leve, ingerir mais líquidos e, principalmente, não pensar o que estaria fazendo se não houvesse o horário de verão. “A adaptação é lenta e gradual, mas se tiver dificuldades para dormir no horário habitual, o ideal é relaxar e descansar. Tire o melhor proveito de seu dia e escolha coisas agradáveis e que trazem bem-estar”, conclui Rose.

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outubro de 2016

Close up of hands squirting disinfectant from a pump bottleUma doença é sempre associada a uma causa que acreditamos ser comum. Quem nunca pensou ter ficado resfriado por beber algo gelado ou andar descalço, ou mesmo, estar com uma intoxicação alimentar por ter comido em um local não muito confiável? Porém, muitas vezes, o agente causador está, literalmente, escondido em nossas mãos.

Elas se deparam com inúmeras superfícies durante o dia, passam por diversos locais enquanto nos movimentamos e entram em contato com centenas de microorganismos, tais como, bactérias e vírus. Estes podem ser os responsáveis por problemas que, em um primeiro momento, não percebemos sua relação direta. Daí, a necessidade da constante higienização das mãos, ato que, comprovadamente, evita a transmissão de microorganismos e, consequentemente, de infecções e doenças que podem se tornar graves.

Gripes e resfriados, por exemplo, são originados por vírus que, geralmente por meio de gotículas que soltamos enquanto falamos ou tossimos, são transmitidas para as vias aéreas superiores e também por meio das mãos. Mas, o problema não pára por aí. Diarreias e até conjuntivites podem ser ocorrer devido ao contato com mãos contaminadas por microorganismos.

“As mãos são uma importante via de transmissão, pois a pele é responsável por transportar diversos microorganismos, que podem se transferir de uma superfície para outra, por meio de contato direto (pele com pele), ou indireto, por objetos e superfícies contaminados”, afirma a Dra. Fátima Maria Venâncio Porfírio, médica infectologista do Hospital Sepaco.

Da mesma forma que as mãos possibilitam a propagação de doenças, elas podem ajudar a prevení-las de forma eficaz, com a higiene feita com sabonete e água. “A higienização das mãos é considerada a ação isolada mais importante no controle de infecções em serviços de saúde”, destaca a especialista.

A dimensão do assunto é tamanha que há alguns anos vem sendo divulgada a orientação de carregar consigo um produto alcoólico – líquido glicerinado, gel ou espuma – para realizar a higiene na ausência de água e sabão. “A solução alcoólica só não é indicada quando as mãos estão visivelmente sujas. Além de ser muito utilizada em hospitais, é a forma mais prática de higienizar as mãos em casos do uso de transporte público, shoppings centers, compras em supermercados, manuseio de dinheiro, lidar com pessoas gripadas, entre outros”, comenta Dra. Fátima.

O produto, conhecido popularmente como álcool gel, elimina cerca de 97% dos vírus e bactérias em questão de segundos e cumpre as mesmas funções de higienização e antissepsia com água e sabão. “O gel deve ser aplicado em pequena quantidade, espalhando e friccionando uniformemente nas duas mãos – secas e limpas de resíduos – até a secagem total”, explica a médica.

Um detalhe importante a ser verificado é a porcentagem alcoólica do material. Para ser eficiente no combate aos microorganismos, deve-se utilizar o álcool 70%. E lembre-se: não é necessário higienizar as mãos com água e sabão, imediatamente, antes ou após o uso do gel, pois os dois métodos possuem o mesmo objetivo e eficácia.

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outubro de 2016

Obses boy check heart by stethoscopeDados da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) – Pesquisa Vigitel em 2014, apontam que cresceu o número de pessoas com excesso de peso no país. Ou seja, 52,5% dos brasileiros estão acima do peso – índice era de 43% em 2006 -, e 17,9% da população está obesa. O levantamento foi realizado no período de fevereiro a dezembro de 2014.

Nos últimos 35 anos, os índices de obesidade tiveram um salto muito grande e preocupante, tornando-se um problema de saúde pública. Em 1974, somente 1,4% deste público estavam acima do peso. Já em 2008, poucas décadas após, esse número mais do que triplicou: chegou até a atingir a marca de 33,5% das crianças entre cinco e nove anos em todo país.

E ao que se deve esse crescimento?  No Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, 11 de outubro, a dra. Keyla Facchin Guedes, endocrinologista do Hospital Sepaco, explica que a alimentação das crianças esta cada vez menos saudável, com excesso de açúcar e gordura e falta de fibras. A correria do dia a dia nos últimos anos contribui para falta de tempo na preparação de alimentos e a maior necessidade do consumo de alimentos prontos.

Outro item que agrava o problema é o fato das crianças passarem muito tempo no que chamamos de inatividade física, ou seja, aquelas em que o gasto energético é muito baixo, como assistir televisão, jogar videogame e ficar no computador, deixando de lado as brincadeiras de correr, andar de bicicleta, nadar, etc. “Claro que não podemos deixar de observar a genética, a saúde e até as questões psicológicas da criança, pois também podem influenciar no sobrepeso”, comenta a médica.

Para a Dra. Keyla, este excesso de peso está relacionado com o estilo de vida. “É importante haver uma reeducação alimentar de toda a família, estipular uma rotina para que as crianças realizem as refeições sentadas à mesa e nos horários corretos: educar os filhos a ter uma vida saudável desde cedo, ensinando os valores de cada alimento e, principalmente, estimulando a realização de exercícios, é a chave para o equilíbrio alimentar”.

“Obesidade é grave e deve ser tratada como tal”, afirma a especialista. Se não houver nenhuma mudança para alcançar a diminuição do peso, a garotada poderá vir a sofrer de doenças cardiovasculares, respiratórias, endocrinológicas e até má formação do esqueleto.

Para a dra. Keyla, a prevenção é sempre o melhor remédio! “Se não estiver tendo nenhum resultado com as mudanças de hábito, procure um especialista que poderá ajudar, pois quanto mais cedo começar a tratar a obesidade, mais chances de cura e de uma melhor qualidade de vida para a criança”, destaca.

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setembro de 2016

O Hospital Sepaco realizou em 25 de agosto de 2016 a quarta edição do Seminário de Ética de Enfermagem. Com o tema “Resiliência no Ambiente Hospitalar”, o foco do evento este ano foi conscientizar os profissionais de enfermagem da instituição sobre os fatores que afetam a qualidade de vida e o equilíbrio emocional.

Confira no vídeo abaixo os melhores momentos:

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agosto de 2016

CigarroPopular entre jovens, adultos e idosos, o tabagismo é definido como uma doença crônica, caracterizada pela dependência da nicotina, podendo causar diversos danos ao organismo. No Brasil são registradas 200 mil mortes por ano, decorrentes do vício, e estima-se que em 2020 morrerão, no mundo, cerca de 10 milhões de pessoas.

No próximo dia 29 de agosto, é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo. A data foi criada para conscientizar e mobilizar a população sobre o uso do cigarro. O tabagismo está ligado a mais de 50 doenças, sendo responsável por 30% das mortes por câncer de boca e 90% por câncer de pulmão. O Dr. Roberto Carlos Angelim, pneumologista do Hospital Sepaco, alerta que o mal não é só para quem fuma. Existem também os chamados “fumantes passivos” que, simplesmente, inalam toda fumaça.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera o tabagismo a principal causa de morte evitável em todo o mundo e vem, ao longo de mais de 20 anos, empregando inúmeras medidas para serem adotadas no sentido de conscientizar a população global dos malefícios do cigarro e incentivar os fumantes a abandonarem o vício. “Quando se inicia o processo de cessação do tabaco, a pessoa pode sofrer com ansiedade, dificuldade de concentração e irritação. Por isso, muitos acabam desistindo, mas, o que nem todos sabem, é que estes sintomas costumam passar depois de algumas semanas”.

É preciso prestar atenção aos sinais que o corpo apresenta tais como sensação de fadiga respiratória, tosse, secreção e desconforto de outros sistemas como o gastroenterológico e cardiovascular, podendo contribuir para a hipertensão arterial e outras situações graves como infarto, acidente vascular cerebral e doenças pulmonares crônicas como o enfisema pulmonar, bronquite crônica e o desenvolvimento de câncer no pulmão.

Para finalizar, dr. Angelim comenta que o primeiro passo é o fumante querer mesmo parar de fumar e, em seguida, pedir apoio para familiares e amigos para alcançar este propósito. “Após o ponta pé inicial, comece eliminando os cinzeiros, pratique exercícios físicos, mantenha uma alimentação saudável e, quando sentir necessidade de fumar, reflita sobre as razões que você elegeu para parar. Faça isto pela sua saúde, encontre as suas razões e fique livre dos malefícios do tabaco”, afirma.

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agosto de 2016
Da esquerda para direita, Dr. Linus P. Fascina (SEPACO), Dr. Ricardo Gonzalez (Texas Medical Center), Ana Claudia A. Silva (Boston Scientific) e Dra Luci Meire P. Usberco (SEPACO).

Da esquerda para direita, Dr. Linus P. Fascina (SEPACO), Dr. Ricardo Gonzalez (Texas Medical Center), Ana Claudia A. Silva (Boston Scientific) e Dra Luci Meire P. Usberco (SEPACO).

Nesta terça-feira (09), o Prof. Dr. Ricardo Gonzalez,  cirurgião graduado pela Escola de Medicina da Universidade de Stanford , atuando hoje em urologia com foco na disfunção miccional e cirurgia reconstrutiva restauradora pélvica no Texas Medical Center em Houston, TX. (EUA), esteve no Hospital Sepaco para realizar um treinamento  sobre a técnica de vaporização da próstata a laser com  Green Light , cirurgia minimamente invasiva para tratamento da hiperplasia benigna de próstata (HPB), que diminui o tempo de internação,  a dor,  e apresenta melhor e mais rápida recuperação pós operatória.

A convite da Boston Scientific, o procedimento foi realizado no Hospital Sepaco, Hospital Beneficência Portuguesa e Hospital Israelita Albert Einstein.

De acordo com o Dr. Linus Pauling Fascina, Superintendente Médico Hospitalar do Hospital Sepaco, a divulgação e multiplicação das novas técnicas  em saúde são fundamentais para aprimorar a qualidade dos tratamentos oferecidos. “Temos muito orgulho de ser uma das instituições a receber o Dr. Gonzalez” destaca.

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agosto de 2016

Os problemas causados pelo colesterol não são mais novidade. Entretanto, o que vem causando preocupação é o aumento do colesterol em crianças e adolescentes. Há alguns anos, os exames que o controlam começavam a ser pedidos para pessoas com mais de 20 anos. Hoje, esta avaliação começa a fazer parte da rotina de exames de adolescentes, crianças e até bebês.

O estilo de vida atual tornou a garotada mais sedentária. Observamos, muitas vezes, que a atividade física foi substituída por vídeo games e computadores, a alimentação também ficou mais gordurosa e com um cardápio composto por fast foods, refrigerantes e comidas prontas. O grande vilão da nutrição, entretanto, têm sido os refrigerantes. Com altos índices de açúcar e sódio, são venerados pelas crianças e responsáveis por facilitar o aumento de gordura no organismo.

Para chamar a atenção da população neste Dia Nacional do Combate ao Colesterol, 08 de agosto, e também como um alerta aos pais, a nutricionista do Hospital Sepaco, Regina Yp Thien Su do Espirito Santo, explica mais sobre esta doença.

O colesterol é um lipídio (tipo de gordura) que funciona como componente estrutural das membranas celulares em todo corpo. “Podem ser classificados em dois tipos: o HDL, também chamado de colesterol bom, que transporta o colesterol das células para o fígado e fornece proteção contra o entupimento das artérias; e o LDL, conhecido como colesterol ruim, que causa o depósito da gordura nas artérias”, explica.

Quando em excesso, o LDL é depositado nas paredes arteriais – vasos que levam o sangue para os órgãos e tecidos – e provocam seu entupimento, processo denominado arteriosclerose. Quando o acúmulo ocorre em artérias coronais ou cerebrais pode levar ao infarto e ao AVC (Acidente Vascular Cerebral).

A prevenção da doença é simples: criar hábitos saudáveis nas crianças desde cedo com o estímulo de atividades físicas e uma alimentação balanceada. “Quanto aos doces e refrigerantes, eles podem ser consumidos sob controle dos pais. É possível escolher um dia na semana para que a meninada possa comer lanches, bolachas, etc. Não ter este tipo de alimento em casa, dificultando o acesso, também ajuda a criança a ingerir alternativas saudáveis, como sucos e frutas nos intervalos das refeições”, destaca a especialista.

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julho de 2016

DoaSangueTodos os anos, durante as férias escolares, é comum e notória a queda dos estoques de sangue. Atento a esta sensível situação, onde inúmeras pessoas aguardam na fila para receber uma transfusão, o Hospital Sepaco realiza mais uma vez, em parceria com o Banco de Sangue Paulista, a campanha “Doe sangue, doe vida”.

Este ano, a campanha acontece nos dias 20, 21 e 22 de julho, das 9h às 16h30, no próprio Hospital Sepaco, localizado à Rua Vergueiro, 4.210, Vila Mariana, SP e visa atingir todos os colaboradores da instituição e os acompanhantes de pacientes internados.

Segundo o dr. Linus P. Fascina, Superintendente Médico Hospitalar do Sepaco, o objetivo é conscientizar as pessoas sobre a importância de doar sangue para abastecer os bancos de sangue e, consequentemente, ajudar a salvar vidas. “A doação é um ato simples e sem complicações, que tem como pano de fundo o amor ao próximo. Sem sombras de dúvidas, um gesto nobre e recompensador”, destaca.

Participe e faça a diferença!

Serviço:
Campanha “Doe sangue, doe vida”
Dias: 20, 21 e 22 de julho de 2016
Horário: das 9h às 16h30
Local: Rua Vergueiro, 4.210 – Vila Mariana – SP

Veja regras para doação em www.sepaco.org.br/doesangue

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julho de 2016

MetaPartoO Hospital Sepaco comemora com toda a sua equipe os ótimos resultados atingidos ao final do mês de junho: 48% de partos normais realizados neste mês pela equipe do Hospital, ultrapassando, pela segunda vez consecutiva, a meta estabelecida para o final desta fase do projeto.

“A participação neste Projeto do Parto Adequado tem sido um divisor de águas em nossa instituição, deixando claro o caminho a ser seguido no cuidado e segurança do paciente”, destaca o Dr Linus P. Fascina, Superintendente Médico Hospitalar do Sepaco.

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“É uma honra poder colaborar com a reversão dos altos números de cesáreas registrados no Brasil. O Hospital Sepaco sempre prezou por ações de incentivos ao parto normal e vamos abraçar ainda mais essa causa em favor do Parto Adequado”, considera Rafael Parri, Superintendente Geral do Sepaco.

Acreditada pelo IBES, a instituição possui estrutura para internação de parturientes em uma unidade específica, pré-parto e duas salas de partos reversíveis entre normal e cirúrgico, se necessário for. “Somos um dos pioneiros no uso de alojamento conjunto, já implantado há muitos anos, e estamos sempre atentos ao binômio mãe/recém-nascido com o intuito de contribuir, cada vez mais, para uma maior conscientização do parto adequado”, destaca Dra. Luci Meire Pivelli, Superintendente Operacional do Hospital Sepaco.

 

Parto Adequado

Desenvolvido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em conjunto com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), o Projeto Parto Adequado tem o apoio do Ministério da Saúde e prevê a elaboração de um modelo assistencial baseado na metodologia desenvolvida pelo IHI, que está sendo testado e validado junto aos hospitais participantes.

As estratégias para redução de partos cirúrgicos desnecessários tiveram início em outubro do ano passado, com a assinatura do termo de compromisso que deu origem à iniciativa. Em março foram selecionados os hospitais participantes do projeto, sendo 37 privados e quatro com atendimento pelo Sistema Único de Saúde, além do Hospital Albert Einstein.

Dr. Fascina destaca a satisfação de toda a instituição em estar presente neste projeto-piloto. “Estamos certos que o projeto continuará alcançando resultados positivos, e muito felizes em poder contribuir para uma maior conscientização do parto adequado, sendo uma motivação para continuarmos neste caminho com muita dedicação”, finaliza.

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julho de 2016

Sight Exam At The Optician'sDoença considerada a maior causa de cegueira irreversível do mundo, o glaucoma já atinge cerca de 65 milhões de pessoas no planeta e é o motivo de 4,5 milhões de casos de perda total de visão, de acordo com a Associação Mundial do Glaucoma.

Para explicar sobre o que é a doença e a importância de diagnosticá-la precocemente, o Dr. Alexandre Thomaz, oftalmologista do Hospital Sepaco, foi o convidado especial do programa Manhã Record, transmitido pela Rádio Record 1000 AM.

O especialista comentou que uma grande parte da população só procura um oftalmologista quando surge o sintoma de vista cansada, normalmente, por volta dos 40 anos. “Um milhão de pessoas no país tem glaucoma e metade delas não sabe. Por isso, é fundamental a avaliação médica durante uma consulta para identificar o problema e seguir a risca o tratamento indicado”.

Muitas vezes, a indicação de colírios já pode resolver os casos da doença, mas é necessário fazer uso conforme orientação para ter o processo revertido. “Quanto antes for diagnosticado o glaucoma, maiores serão as chances de se evitar a perda da visão”, ressalta dr. Thomaz.

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